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	<title>Arquivo para viver bem - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para viver bem - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Paixão pela possibilidade (especial com narração e fotografias)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 11:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revisitei uma antiga crônica e dei nova voz a ela. Você pode ouvir no Spotify, ler e visualizar as fotografias que inspiraram a escrita do texto logo abaixo. E se [&#8230;]</p>
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<p><em>Revisitei uma antiga crônica e dei nova voz a ela. Você pode ouvir no Spotify, ler e visualizar as fotografias que inspiraram a escrita do texto logo abaixo. E se quiser me acompanhar em outras plataformas, também compartilhei o vídeo no <a href="https://www.instagram.com/reel/DL_OPLYtSWf/?igsh=MThsODhsMGh2cXkycA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>, <a href="https://vm.tiktok.com/ZMHgX3MTV3M3x-s2REZ/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TikTok</a> e <a href="https://youtu.be/DZaBNYSd-f0?si=TxPy3O1mqykQVfsF" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube</a>. Escolha como prefere experimentar essa pausa no seu cotidiano!</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: #5 Paixão pela possibilidade" style="border-radius: 12px" width="624" height="351" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/4eng6zDP0UnlNx0LHKAC9I/video?si=lVjpIq0kRNCwh9y14UhvYw&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>Tem uma frase do filósofo Kierkegaard que eu gosto muito e diz o seguinte: “Se eu pudesse desejar algo para mim, não desejaria riqueza nem poder, mas a paixão da possibilidade; desejaria apenas um olho, que eternamente jovem, ardesse de desejo de ver a possibilidade”.&nbsp;</p>



<p>Eu gosto sempre de reler essa frase, de tempos em tempos, para me lembrar de vencer alguns medos, de vencer a ansiedade, de vencer o medo do amanhã, de vencer o medo do desconhecido, de me apaixonar pelo caminho percorrido até um objetivo, de me apaixonar pelo processo&nbsp;e de me&nbsp;apaixonar pelas possibilidades da vida.&nbsp;</p>



<p>Uma vez, eu estava na praia e observei a cena de duas crianças brincando na beira do mar. Elas brincavam de bonecas. Em um determinado momento, elas resolveram dar banho nas bonecas utilizando uma bandeja. Elas começaram a tentar encher a bandeja de água no mar.&nbsp;Mas a bandeja era rasa, então na volta não restava água suficiente para dar banho nas bonecas.&nbsp;</p>



<p>Eles fizeram o percurso de ir até o mar&nbsp;encher a bandeja d’água umas cinco vezes. Cinco vezes. Sorrindo. Algumas vezes colocando um a culpa no outro. Tentando mudar a estratégia de encher a bandeja, de segurá-la, de voltar com mais calma. Mas o mar é imprevisível. Eles levavam tombos. E riam. Eles se divertiam.&nbsp;</p>



<p>Eu observava a cena, junto com meus amigos, rindo também. Que divertido era observar a perseverança dos destemidos.&nbsp;</p>



<p>Quando eles finalmente conseguiram encher a bandeja d’água, o banho nas bonecas durou uns dois minutos porque eles já estavam empolgados com outra aventura, com outra possibilidade.&nbsp;</p>



<p>Desejei a perseverança daqueles pequenos destemidos e desejei também aquela alegria ingênua dentro do mar para conseguir encher a bandeja d’água. E pensei, às vezes, é disso que a gente precisa para viver: perseverança, coragem, alegria.&nbsp;</p>



<p>Não sabemos o que vai acontecer amanhã. Não sabemos o final do caminho que estamos percorrendo para alcançar um objetivo. Mas a gente pode continuar lutando pelo que acredita, com vontade, alegria, aproveitando e aprendendo com o processo.&nbsp;</p>



<p>Devemos preservar a paixão pelas infinitas possibilidades de caminho, de existência, que a vida nos proporciona. Aquele friozinho bom que surge na barriga, não de medo, mas de alegria, empolgação, paixão, por algo que não sabemos exatamente o que é, mas que bom que pode ser algo.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine.jpg?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19607" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1229%2C1536&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1639%2C2048&amp;ssl=1 1639w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine.jpg?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19608" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1229%2C1536&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1639%2C2048&amp;ssl=1 1639w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/itaparicabahia_foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



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<p>Todo conteúdo deste espaço é de autoria de Jeniffer Geraldine. E se não for estará sinalizado com o devido crédito. Gostou de algo aqui e quer espalhar por aí? Por favor, dê os créditos! E é proibida a reprodução para fins comerciais. Qualquer dúvida, entre em <a href="mailto: jeniffergps@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contato por e-mail</a>.<br></p>
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		<title>Fotografia: Uma outra forma de respirar mais profundo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 13:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crônica sobre a fotografia como um hobby.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/jeniffergeraldine_por_jessicabrandao.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="372" height="468" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/jeniffergeraldine_por_jessicabrandao.jpg?resize=372%2C468" alt="" class="wp-image-19292" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/jeniffergeraldine_por_jessicabrandao.jpg?w=372&amp;ssl=1 372w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/jeniffergeraldine_por_jessicabrandao.jpg?resize=238%2C300&amp;ssl=1 238w" sizes="(max-width: 372px) 100vw, 372px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Jeniffer Geraldine por Jéssica Brandão (na faculdade de Comunicação)</figcaption></figure>
</div>


<p>Uma das grandes surpresas da faculdade de Comunicação foi a fotografia. Tive a oportunidade de estudar e praticar a fotografia analógica e digital. Eu já flertava um pouco com a Tekpix, o Paint, o Flogão e o Fotolog, como uma boa <em>millenials </em>(a gente já se chamava assim? Eu acho que não). Tekpix, Cyber shot, a primeira Canon Rebel Xti, e, então, o primeiro <em>smartphone</em>, depois o primeiro iPhone. O dispositivo foi mudando e a experiência de fotografar foi se adaptando a cada dispositivo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em maio, eu li uma entrevista com o fotógrafo <a href="http://jeniffergeraldine.com/o-sal-da-terra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sebastião Salgado</a>, na <a href="https://vejasp.abril.com.br/cultura-lazer/sebastiao-salgado-amarelinhas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">VEJA SP</a>. Salgado foi um dos profissionais que eu estudei durante a graduação e que colaborou com o meu encantamento com a fotografia. Na entrevista, ele diz que a fotografia de celular é uma &#8220;nova linguagem de comunicação através da imagem que a gente captura nos nossos telefones. Mas fotografia é outra coisa (mais profunda)&#8221;.  </p>



<p>Sebastião defende a fotografia como um &#8220;espelho da sociedade&#8221;, &#8220;um recorte representativo da nossa sociedade&#8221;, uma prática que tem como papel ser a memória do corpo social.&nbsp; Entendo a diferenciação que o Salgado faz entre a fotografia de celular e a Fotografia (com a primeira letra maiúscula para mostrar a autoridade/superioridade proposta pelo fotógrafo). E vou pegar carona nessa diferenciação para dizer que a fotografia de celular é também o &#8220;espelho da sociedade&#8221;, &#8220;um recorte representativo da nossa sociedade&#8221;, da nossa sociedade hiper conectada, acelerada, imediatista, a sociedade do espetáculo, aquela que tem uma memória efêmera, a que captura para todo mundo vê, porque ser visto é o que mais importa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Pagamos caro para visitar pontos turísticos e tirar a mesma foto que vimos no Instagram. Colecionamos momentos iguais a vários desconhecidos, uma espécie de inveja turística digital coletiva. Inclusive aceleramos a experiência para não perder a oportunidade e dar logo a vez para o próximo da fila.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Bem, eu sou <a href="http://jeniffergeraldine.com/autocritica-feminista-e-bell-hooks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bellhooksniana</a>, e aprendi com ela a fazer a autocrítica. Vou criticar o inimigo externo, mas antes vou confrontar o inimigo interno porque vamos preservar também a honestidade e a coerência (risos).  </p>



<p>Quando comecei a me aproximar da fotografia de celular, deixei a Fotografia de lado. Entrei na onda do clicar e publicar instantaneamente. Eu clicava para publicar. E não mais para exercer a minha criatividade ou para fazer algo que eu gostava tanto: andar por aí prestando atenção e registrando coisas que eu não sei o nome. As câmeras ficaram enfileiradas na estante de livros enquanto eu saía com o celular e o Kindle na bolsa. Clicar e publicar. Registro instantâneo. O meu pequeno <em>reality show</em> de imagens. Os likes. Os comentários. A bateria em 10%. É preciso parar porque tem que chamar o Uber também.&nbsp;</p>



<p>Mas eu comecei a querer desacelerar vários âmbitos da minha vida porque percebi que estava acelerada demais e isso não estava me fazendo bem de modo geral. <em>Slow down, you crazy child. </em>Aproveito para dizer que desacelerar não é necessariamente andar devagar, mas sim entender e respeitar o seu ritmo dentro de uma sociedade que tem como valores a velocidade e o produtivismo. É se perguntar: Até onde eu posso ir, até onde eu aguento ir, nesta sociedade do desempenho e da produção, para viver bem sem me esgotar, sem adoecer?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Resgatei a velha ideia de ter um <em>hobby</em>, um passatempo, uma atividade que a gente faz porque gosta, nos dá satisfação, nos relaxa e, principalmente, a gente não precisa ser uma profissional super capacitada. O <em>hobby</em> não precisa ser mais um grande estudo, mais uma grande meta a ser atingida no final do ano. Foi assim que eu tirei a poeira das minhas câmeras fotográficas. Coloquei para carregar. Limpei alguns cartões de memória, o que me fez rever algumas fotografias esquecidas neles. E fiz um acordo afetuoso comigo: a partir de agora, qualquer viagem, qualquer passeio, qualquer evento, vou levar uma das câmeras.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Melhor acordo afetuoso do ano. Me fez lembrar porque me apaixonei pela fotografia e amava as saídas fotográficas na faculdade. É sempre terapêutico. É sempre valioso. Fotografia me faz andar mais devagar, aqui também no sentido de diminuir o ritmo do passo para olhar os detalhes, para experienciar, apreciar, ser paciente e esperar o melhor momento do clique. Amo e me faz bem. É uma outra forma que encontrei de respirar mais profundo.  </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="680" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-680x1024.jpg?resize=680%2C1024" alt="" class="wp-image-19289" style="width:680px;height:auto" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=680%2C1024&amp;ssl=1 680w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=199%2C300&amp;ssl=1 199w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1156&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1021%2C1536&amp;ssl=1 1021w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1361%2C2048&amp;ssl=1 1361w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/pelourinho_flipelo_agosto_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1701&amp;ssl=1 1701w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">O Pelourinho em tempo de FLIPELÔ | 10 de agosto de 2024</figcaption></figure>
</div>


<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-1024x680.jpg?resize=1024%2C680" alt="" class="wp-image-19290" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1024%2C680&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C1021&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/08/lencois_julho_2024_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=2048%2C1361&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">As cores de Lençóis (Chapada Diamantina/BA) em uma manhã pós São João | 29 de junho de 2024</figcaption></figure>
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		<title>Memórias de quintais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 14:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[Você também pode ouvir a crônica no Spotify] Acredito que as memórias mais significativas da vida são criadas no cotidiano. Claro que os momentos excepcionais marcam. Mas eles são excepcionais. [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine-768x1024.png?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-19277" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/07/flores_quintal_blog_jeniffergeraldine.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>
</div>


<p>[Você também pode <a href="https://podcasters.spotify.com/pod/show/jeniffergeraldinepodcast/episodes/03-Memrias-de-quintais-e2mafi6" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ouvir a crônica no Spotify</a>]</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: #03 Memórias de quintais" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2kohTz5Kh2JWyUxUWpK5sQ?si=Qa0vFe8TR5miuGiYYOOODQ&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>Acredito que as memórias mais significativas da vida são criadas no cotidiano. Claro que os momentos excepcionais marcam. Mas eles são excepcionais. De certa forma, possuem o intuito de deixar lembranças boas e inesquecíveis. Inclusive é pensando em sair da rotina que planejamos viagens, passeios e buscamos criar novas experiências. Há expectativa da possibilidade do excepcional.</p>



<p>Mas o cotidiano… Ele está sempre aí. Para muita gente é mais do mesmo. E é no mais do mesmo que a memória se cria.</p>



<p>Atualmente, estou morando em uma casa com quintal. Considero isso um sonho para quem viveu os últimos dez anos em apartamento. Cresci em casa com quintal. Minhas vizinhas, na infância, sempre tiveram casas com quintais. Lembro de brincarmos muito e de subir nas árvores. Em especial, no pé de acerola para comer a fruta ainda um pouco verde com sal. Teve a vez que pintei meu rosto com pasta de dente e batom vermelho para me caracterizar de palhaço pois tínhamos montado um circo no fundo do quintal da casa de Vó. Também me recordo de fazer cera caseira para depilação e de me depilar no quintal de Mainha, na adolescência, com as amigas. Uma depilava as pernas e as axilas da outra. Memórias de quintais. Nada disso era excepcional. Era o nosso cotidiano tecido com um pouco de criatividade e de liberdade. O excepcional para gente era sair disso tudo e ir para a praia, algo que fazíamos durante as férias e esperávamos com muita empolgação.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Durante a pandemia, nos anos de 2020 e 2021, fiquei um período na casa dos meus pais que tem um pequeno quintal. Algo mais para área externa, mas ainda assim um espaço ao ar livre. E foi para esse espaço que recorri quando o isolamento social apertou. Arrumei uma cadeira de praia com minha Vó (não faço ideia porque ela tinha uma mas que bom) e todo dia pela manhã sentava no quintal para ler algum livro. No final de tarde, quando o calor apertava era para lá que corria. Observava as plantas, ouvia o som da rotina da vizinhança, fiz amizades com as lagartixas e respirava. Ter esse espaço fez muita diferença durante o período pandêmico.&nbsp;</p>



<p>Tenho uma outra memória cotidiana do tempo da pandemia. Toda semana observava o desenrolar do episódio &#8220;Mainha, a chuva e as roupas no varal&#8221;. Era até engraçado. Fazia sol, ela colocava as roupas no varal. Chovia, ela corria para tirar as roupas do varal. Às vezes isso acontecia umas três vezes no dia. Roupas para lá e para cá, conforme a vontade do tempo da Bahia. E eu ria demais da insistência de minha Mãe ao colocar as roupas para fora quando o sol aparecia escondido por trás das nuvens. Mas era fato: as roupas estavam sempre limpas e secas.</p>



<p>Muito recente, já no meu quintal, lembrei do episódio das roupas no varal quando eu fui vítima da vontade do tempo da Bahia. Muito alegremente estendi as roupas pois o sol estava radiante depois de um dia de chuva. Mas isso durou muito pouco. Lá veio a chuva. Corre para tirar como Mainha fazia ou deixa molhar? Pensei rapidamente: Ah, deixa molhar, vai ser rapidinho, não&nbsp;<em>tá</em>&nbsp;com cara de que vai chover muito. Deixei. E aí molhou demais! As roupas ficaram estendidas no varal o dia inteiro tomando chuva. Eu dei risada ao lembrar de Mainha e ri também de mim que não corri para tirar as roupas do varal. E teria que lavar tudo de novo.&nbsp;</p>



<p>É o cotidiano… Ele está sempre aí. Quase sempre é mais do mesmo. E é no mais do mesmo que a memória se cria e os aprendizados se concretizam ou não.</p>
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		<title>Sobre janelas e desacelerar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jun 2024 17:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da aceleração]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cultura da aceleração nos coloca no modo padrão que é o automático. A gente só diz sim e segue o bonde. Se não fizermos isso entramos em outro bonde, [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine-819x1024.png?resize=819%2C1024" alt="" class="wp-image-19239" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/06/janelas_blog_jeniffergeraldine.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>
</div>


<p>A cultura da aceleração nos coloca no modo padrão que é o automático. A gente só diz sim e segue o bonde. Se não fizermos isso entramos em outro bonde, o dos perdedores, aqueles que estão perdendo alguma coisa – ótimas oportunidades de negócios, ótimas oportunidades de contatos, as super novidades do momento.&nbsp;</p>



<p>Um dia, numa tentativa criativa de fazer um perfil sobre mim, escrevi: a vida é uma janela aberta onde eu gosto de ver o tempo passar sem pressa. Eu leio essa frase e penso naquelas cidades do interior, que a gente encontra quando viaja de carro, e sempre há alguém na janela observando a vida passar (eu imagino). Numa dessas viagens, encontrei um cachorro fazendo isso. E outro dia assistindo um filme sobre a vida e obra da artista Maudie Lewis, havia uma cena em que ela dizia: “Eu amo uma janela. Um pássaro passando. Uma abelha. Sempre é diferente. A plenitude da vida já enquadrada. Bem ali”.</p>



<p>Hoje as janelas são telas coloridas e interativas. E sei também que muitas das nossas janelas em casa dão para prédios gigantes ou para a vida do vizinho. Quase nada supera uma janela à moda antiga. Exceto se começarmos a abrir outras janelas no nosso dia. Em vez de o celular em uma rede social com discursos de ódio, fofoca e discussões sem fim, um livro. Em vez de o noticiário que desespera, uma música de Caetano. Em vez de checar o e-mail a cada instante, tomar sol e se exercitar.</p>



<p>O ritmo acelerado só nos traz a sensação de que o tempo passa rápido demais e a gente nunca está fazendo o que deveríamos fazer. Assim como a gente apenas realiza coisas, mas não experiencia. É diferente. Realizar é apenas fazer o que tem que ser feito para atingir uma meta e riscar um item na lista de afazeres. Experienciar é realizar com consciência do fazer. É mais intenso e vívido. É a tal da arte do viver.</p>



<p>Tente achar uma janela hoje e sente para ver a vida passar sem pressa.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Músicas que escuto enquanto trabalho/estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 May 2024 14:17:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sou uma pessoa bastante musical. Quase sempre tem uma música tocando de plano de fundo na cabeça. Um fato recente e inusitado (para algumas pessoas): eu fiz a prova [&#8230;]</p>
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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine-768x1024.png?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-19128" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/05/musicas_estudo_trabalho_blog_jeniffergeraldine.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>
</div>


<p>Eu sou uma pessoa bastante musical. Quase sempre tem uma música tocando de plano de fundo na cabeça. Um fato recente e inusitado (para algumas pessoas): eu fiz a prova do doutorado, que é a produção de um ensaio, enquanto tocava BaianaSystem na mente. Olha, deu super certo! Estava bem animada e concentrada. Cheguei bem perto do 10.&nbsp;</p>



<p>Já na fase do mestrado, descobri que gostava de produzir enquanto escutava música popular brasileira. Escrevi sobre essa descoberta na publicação<a href="http://jeniffergeraldine.com/escrevo-enquanto-escuto-mpb/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Escrevo enquanto escuto MPB</a>.&nbsp;</p>



<p>Eu sei que não estou em um bom momento quando não consigo escutar esse toca-fitas mental ou quando não ouvi nenhuma música durante o dia. Sabe algo que me empolga para ir a academia? Ouvir <a href="https://open.spotify.com/playlist/3rwczj0KvUIOagIGnXTumU?si=b28700eca05d473a" target="_blank" rel="noreferrer noopener">minhas músicas favoritas (e mais animadas)</a> no Spotify! Dificilmente escuto podcast. Já até tentei, mas prefiro ouvir minhas favs.</p>



<p>Gosto também de ouvir algo enquanto estou organizando o dia &#8211; abrindo a agenda, checando as prioridades, selecionando material. Quando vou ler algo, prefiro as batidas do <em>lo-fi </em>ou o ritmo de um jazz. Não escuto no volume paredão. Tudo naquele volume ambiente, às vezes até mais baixo ainda. Nos intervalos, gosto de balançar o corpo enquanto me espreguiço. É um pouco aquela ideia de ritualizar a vida, de tornar o cotidiano mais enfeitado, de produzir novos sentidos para as obrigações diárias. Como disse o Ailton Krenak, durante a posse na Academia Brasileira de Letras, em abril de 2024, &#8220;É essa ritualização da vida que nos dá potência para ir além da nossa rotina de produzir cotidianos&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Vou compartilhar abaixo com você as músicas que escuto enquanto trabalho/estudo em busca de potencializar e enfeitar os meus dias. E que ainda colaboram para entrar um estado de concentração tão raro nos dias acelerados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Músicas que escuto enquanto trabalho/estudo</h2>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/2Al9G2jrWkwDlRFMZaw1GX?si=ce006fe035b84445" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lofi jazz</a> (a que tocava enquanto escrevia esta publicação)</p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DWZZbwlv3Vmtr?si=a4663fcdd44f4b9c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Focus Flow</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DX6ziVCJnEm59?si=b770344dad2e4d6f" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Your Favorite Coffeehouse</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/0zvyOkfmdeDMiBo0Lbxv8T?si=f7ba93925c0f4742" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lofi Brasileiro &#8211; Bossa nova 2024</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/3Kr8SkA44EkGhZlXLlFT8T?si=d3aee289a25445f3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Study Playlist 2024</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DX4t95PAs1EpY?si=b472f079314a4b3d" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jardim lofi</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DX8Uebhn9wzrS?si=72e9c5e4cdfd49f0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chill lofi study beats</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DWUafkC32lvPY?si=e85300820dce4152" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lofi latino</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/3Vw6O3WzcqsecpMrYvnW2U?si=d346c900e09d4805" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lo-fi Brasil</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/1rQZJ6wEILZ11fIypb3rZA?si=f29ce3053f614546" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deep Work Lofi and Jazzhop</a></p>



<p><a href="https://open.spotify.com/playlist/7Lw7HvOElzXwf043GXYPlK?si=fff42d16a54c4935" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPB antigas &#8211; As melhores&nbsp;</a></p>
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		<title>Um lema para o ano novo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[lema do ano]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lema do ano é uma ferramenta de orientação para o novo ciclo que inicia quando viramos a folhinha do calendário. Pode ser uma frase motivadora ou um verbo. Algo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-768x1024.jpeg?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-18987" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2024/01/lemadoano_jeniffergeraldine-scaled.jpeg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: #02 Um lema para o ano novo" style="border-radius: 12px" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/episode/7mVhda85yOYFZXHK7ftm0B?si=OZMkdIEQRk-YL57Ac959zQ&#038;utm_source=oembed"></iframe>
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<p>O <strong>lema do ano</strong> é uma ferramenta de orientação para o novo ciclo que inicia quando viramos a folhinha do calendário. Pode ser <strong>uma frase motivadora ou um verbo</strong>. Algo que nos coloque em movimento, nos motive, em busca de realizar o que desejamos para o novo ano.&nbsp;</p>



<p>Para escolher o lema do ano, você precisa pensar: &#8220;O que eu mais desejo para este ano novo?&#8221; ou até &#8220;Que pessoa quero ser neste novo ano?&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Talvez você queira manter uma disposição para realizar objetivos, então seu lema poderia ser &#8220;Me coloco em movimento para realizar meus objetivos&#8221;. Dessa maneira, sempre que você perceber que sua vida está daquele jeito &#8220;mais do mesmo, tudo parado, meio sem graça&#8221;, pega seu lema do ano e faz a leitura em voz alta. O lema vai trazer de volta aquela pessoa empolgada e esperançosa para os novos 365 dias.</p>



<p>Talvez você queira se manter mais no presente, ser uma pessoa mais consciente dos seus atos, deixar o passado para trás e o futuro no lugar que ainda está para chegar. Seguindo esse desejo, você pode ter como lema &#8220;Manter a mente onde meus pés estão agora&#8221;. Essa foi uma frase que escutei recentemente e trouxe para minha vida.&nbsp;</p>



<p>Em <strong>2023</strong>, meu lema foi <strong>Palavras se tornam ações</strong> com o sentido de me impulsionar para ações de cuidado, principalmente de <strong>autocuidado</strong>. Foi uma frase que me ajudou a mudar padrões de comportamento que me puxavam para um modo de vida que não desejava, o acelerado e reativo. Nos últimos anos, senti que estava correndo uma maratona sem fim atrás de reorganizar minha vida profissional, mudar de cidade, incluir hábitos mais saudáveis na rotina em busca de qualidade de vida. E em 2023 foi o ano que consegui realizar mudanças significativas. </p>



<p>Para <strong>2024</strong>, eu escolhi como lema os verbos <strong>Acalmar/Aproveitar</strong>. Agora, eu quero acalmar e aproveitar tudo o que conquistei nos últimos tempos. Sigo em movimento, em busca de melhoria, aperfeiçoamento, vou olhar para algumas outras áreas da vida que não foram prioridades nos últimos anos. Mas também quero cultivar um <strong>estado de contentamento com a vida que conquistei e tenho hoje</strong>. Quando eu perceber que estou reclamando demais, que estou um pouco descontente ou chateada, me deixando influenciar por outras realidades, vou voltar para mim e lembrar o meu lema, acalmar/aproveitar.&nbsp;</p>



<p>O <strong>lema do ano</strong> é uma mensagem que nos recorda de quem queremos nos tornar ou para onde queremos ir e de que forma queremos ir. É para escrever em um lugar visível &#8211; espelho, <em>post-it</em> no computador, agenda, <em>planner</em>, lembrete na geladeira &#8211; para não perdermos de vista o nosso guia.&nbsp;</p>



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<p>Fica o convite para você fazer esse exercício de criar um lema, uma frase/verbo guia para o seu 2024. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p></p>
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		<title>Palavras se tornam ações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2019, eu escolho um lema para ser meu guia no ano. O&#160;lema do ano&#160;é uma mensagem que nos lembra sempre para onde queremos ir e de que forma queremos [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine-819x1024.png?resize=819%2C1024" alt="" class="wp-image-18869" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/09/cronica_jeniffergeraldine.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



<p>Desde 2019, eu escolho um lema para ser meu guia no ano. O&nbsp;<strong>lema do ano</strong>&nbsp;é uma mensagem que nos lembra sempre para onde queremos ir e de que forma queremos ir. É algo para escrever até mesmo de maneira física e colar o papel no espelho ou no computador, em um lugar visível para não perdermos de vista o nosso guia.&nbsp;</p>



<p>Para este ano escolhi usar uma adaptação de uma frase do filósofo estoico&nbsp;<strong>Sêneca</strong>. A frase&nbsp;<em>words become works</em>&nbsp;que em tradução livre fica “palavras se tornam obras” por aqui ficou&nbsp;<strong>palavras se tornam ações</strong>. Esse também foi o meu lema de 2021, ano em que precisava concluir dois grandes objetivos profissionais, um deles o mestrado, e precisei de muito incentivo para me manter no modo ação pois confesso que estava desanimada com o mundo de modo geral por conta da pandemia e tantas outras questões.</p>



<p>Para 2023, a frase tem o sentido de me impulsionar para&nbsp;<strong>ações de cuidado</strong>, principalmente de&nbsp;<strong>autocuidado</strong>. Acredito que é um pouco mais fácil nos manter em movimento quando há prazos externos a cumprir. A minha motivação em 2021 era finalizar dois objetivos profissionais com prazos que eu não podia negociar tanto. Além do compromisso comigo, havia o comprometimento com outras pessoas. E não cumprir acordos com o outro gera sentimentos de culpa, de incômodo e na etiqueta social é falta de educação. Dessa maneira, a gente se desdobra em mil, mas executa o cronograma. Passa por cima de outras necessidades, inclusive de ordem emocional, e vida que segue para fazer o que tem que ser feito.</p>



<p>Agora o que quero materializar são as palavras, os projetos, que foram ficando no caminho por conta de acordos externos. Quero dar mais espaço para os acordos internos, ouvir o que meu corpo fala há anos, e que apenas escuto e ignoro. Mudar padrões de comportamento que me puxam para um modo de vida que não desejo realmente, como aquele modo de vida acelerado ou reativo.</p>



<p>As práticas de&nbsp;<strong>autocuidado</strong>&nbsp;hoje estão muito relacionadas com fazer limpeza de pele, passar um dia no<em>&nbsp;spa</em>, fazer uma massagem. Há espaço para isso, mas são apenas momentos. O autocuidado que busco é o diário. Tentar preencher meu cotidiano com ações que me mantenham mais próxima de uma vida tranquila e saudável. Tentar adotar práticas conscientes que me ajudem a desacelerar mesmo que o mundo esteja acelerado demais. Aprender a atender às minhas&nbsp;<strong>necessidades</strong>, aqui entendidas a partir dos ensinamentos de&nbsp;<strong>Marshall Rosenberg</strong>, como “recursos exigidos pela vida para que esta possa se sustentar”. Mas não qualquer vida, a minha vida.&nbsp;</p>



<p>Pensar em si e agir para si podem ser consideradas atitudes egoístas, mas eu lembro de uma das lições de&nbsp;<strong>Audre Lorde</strong>, “Cuidar de mim mesma não é autoindulgência, é uma autopreservação e isso é um ato de guerra política”. O sistema neoliberal nos impõe um modo de vida competitivo, nos auto exploramos, estamos correndo em uma maratona que não sabemos onde vai dar, e, às vezes, nem sabemos como foi e nem quando foi que nos inscrevemos nessa maratona. Ao tentar colocar em prática ações de autocuidado temos autonomia.</p>



<p>No livro&nbsp;<strong>Um sopro de vida</strong>, da&nbsp;<strong>Clarice Lispector</strong>, há um fala da personagem Ângela que gosto bastante. Ela diz:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-light-beige-background-color has-background"><tbody><tr><td>“tenho profundo prazer em rezar – e entrar em contato íntimo com a vida misteriosa de deus. não há nada no mundo que substitua a alegria de rezar. hoje varri o terraço das plantas. como é bom mexer nas coisas deste mundo: nas folhas secas, no pólen das coisas (a poeira é filha das coisas). meu cotidiano é muito enfeitado. estou sendo profundamente feliz.” (p. 36)</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A frase “meu cotidiano é muito enfeitado” me propõe a&nbsp;<strong>construção de um cotidiano afetivo</strong>&nbsp;como parte do cuidado de si. Incluir no nosso dia coisas, momentos, que nos tragam alegria. Um café da manhã degustado com calma. Aquela música para cantarolar junto. O perfume que vem das almofadas do sofá. As flores colhidas em um jardim próximo. Folhear os livros da estante. Arte e fotografias na parede. O momento de molhar e cuidar das plantas na varanda. E o que mais couber no cotidiano para fazer da vida um pouco mais. Descobri já faz um tempo que essas são algumas das minhas necessidades, alguns dos “recursos exigidos pela vida para que esta possa se sustentar”.&nbsp;</p>



<p>Para muita gente isso é romântico demais, totalmente fora da realidade, porque o cotidiano está cheio de demandas, acelerado, ofegante. Durante um período alimentei esse modo de vida também. E adoeci. Ou seja, não é para mim. E acompanhando algumas notícias, conversando com alguns conhecidos, escutando conversas por aí, percebo que esse não é o modo de vida desejado por muitas outras pessoas também.&nbsp;</p>



<p>Então no início de 2023, eu me sentei com um caderno e escrevi as palavras que quero tornar ações. Elas estão agora na minha agenda do ano, a ferramenta que vai me ajudar a não esquecer das demandas importantes, e entre as demandas importantes está “eu saudável”. E ao virar a página tem uma frase adaptada do&nbsp;<strong>Caio Fernando Abreu</strong>: Tentar da maneira mais bonita que eu souber.</p>



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<p class="has-text-align-center">[Texto publicado em 13 de março de 2023 na minha antiga <em>newsletter</em>.]</p>
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		<title>Desacelerar a rotina: o que faço por aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 19:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[rotina criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre escrevo sobre aceleração da rotina, descanso, excesso de informações. Esses temas estão presentes por aqui porque são assuntos que estou envolvida na teoria e na prática. Ao trabalhar com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sempre escrevo sobre aceleração da rotina, descanso, excesso de informações. Esses temas estão presentes por aqui porque são assuntos que estou envolvida na teoria e na prática. Ao trabalhar com comunicação digital desde quando finalizei a faculdade, precisei buscar formas de lidar com a velocidade da área para não deixar outras atividades prazerosas, essenciais e necessárias no esquecimento. Procuro cuidar dessa busca pelo desacelerar porque se não cuido, volto para um ciclo de estresse e ansiedade que não me faz bem. </p>



<p>Nesta publicação compartilho algumas atividades que faço para desacelerar a rotina de  forma intencional.</p>



<span id="more-18692"></span>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Yoga</strong></li>
</ol>



<p>Uma alegria dos últimos 3 meses é a Yoga. Pratiquei a atividade por volta de 2014/2015. Mas parei porque a professora foi embora da cidade e não consegui encontrar um estúdio próximo da minha casa para continuar. Em 2018/2019, encontrei o nicho da Yoga no YouTube e passei a praticar em casa acompanhando as aulas disponíveis. Obrigada, Pri Leite e Raissa Zoccal! Porém não tirei da cabeça a ideia de voltar para a prática presencial. E foi o que fiz assim que estabeleci uma rotina em Alagoinhas. Procurei um estúdio e finalmente encontrei o <a href="https://instagram.com/yogaalagoinhas?igshid=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Espaço Arvorecer</a>, da Renata Leite. Já sinto uma diferença enorme. É tão bom não sentir dor, gente! E também percebo a ajuda com a ansiedade.</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Meditação&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Não sou uma praticante assídua da meditação, o que considero um erro gravíssimo pois sei o quanto me faz bem. Gosto de fazer tanto as guiadas quanto aquelas com práticas de respiração. Busco fazer pelo menos duas vezes no dia. E, atualmente, estou fazendo uma prática ao ar livre, já que tenho um quintal. Tem sido bastante interessante. A meditação me traz clareza. Sei exatamente o que preciso fazer no dia depois de uma sessão.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>Leituras sem compromisso&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Sou mediadora de leitura desde 2017 no <a href="http://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/">Clube </a><a href="http://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">d</a><a href="http://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/">o Livro Alagoinhas</a>. Além disso, as minhas atuações profissionais como jornalista, escritora e professora demandam horas de leitura. Ou seja, ler é um compromisso sério e muitas das vezes com prazos. Só que eu também gosto de ler por pura diversão &#8211; um romance mais leve, uma fantasia, uma história em quadrinhos, a biografia, as cartas e os diários de alguém. Mas tudo isso acaba se perdendo em meio aos compromissos. Principalmente porque comecei a entrar loucamente em cursos, clubes de leitura ou leituras coletivas que possuem cronogramas e datas de encontros, o que quer dizer compromisso. Então desacelerei e parei de me deixar levar por essa onda de cursos e clubes para focar nas leituras sem compromisso e que abrem espaço para o gêneros que gosto e ficam esquecidos na estante. Foi assim que já li os dois primeiros livros da série Virgin River e os 3 volumes de Heartstopper. Lazer de qualidade para deixar o coração quentinho.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/sobre-a-leitura-de-virgin-river-um-lugar-para-sonhar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia depois: Sobre a leitura de Virgin River</a></li>
</ul>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li><strong>Assistir séries antigas&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Ver lançamentos é uma delícia. Entrar na onda da galera. Encontrar gente para conversar sobre a série do momento é tudo! Porém junto a tudo isso vem um excesso de informações e <em>spoilers </em>de tudo que é lado. É tão bom não saber qual o tópico do momento e assim não ficar tentada a ler tudo sobre o assunto porque estou perdida em uma cidadezinha qualquer no ano 2000. A última série que assisti foi <em>Hart of Dixie </em>(HBO) e que delícia!&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Leia depois: <a href="http://jeniffergeraldine.com/maratona-de-series-antigas-criminal-minds-e-the-mentalist/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maratona de séries antigas: Criminal Minds e The Mentalist </a></li>
</ul>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li><strong>Fazer as unhas</strong></li>
</ol>



<p>Eu sei, bem aleatório! Mas eu amo cuidar das minhas unhas. Não gosto de ir ao salão. Gosto de passear em farmácias e escolher cores lindas de esmaltes. Depois separo um momento do meu final de semana para fazer as unhas e pintá-las. Muita satisfação! Sem falar que fazer as unhas é uma atividade que demanda atenção. Juro para você que consigo entrar no estado de fluxo. E quando fico sem fazer as unhas por muito tempo tem algo de super errado. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="18696" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-576x1024.jpg?resize=576%2C1024" alt="" class="wp-image-18696" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/esmalte_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="18695" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine-819x1024.jpg?resize=819%2C1024" alt="" class="wp-image-18695" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=1229%2C1536&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/virginriver_blog_jeniffergeraldine.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18697" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-768x1024.jpg?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-18697" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/yoga_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>
</figure>



<ol class="wp-block-list" start="6">
<li><strong>Almoçar com a família no domingo</strong></li>
</ol>



<p>Uma conquista recente que apenas quem morou longe da família consegue compreender. Domingo é o dia de atravessar a cidade e almoçar com a família. Sou muito grata por viver isso novamente.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list" start="7">
<li><strong>Brincar com o gato</strong></li>
</ol>



<p>Minha mãe adotou um gato chamado Nino. E eu o considero meu irmão mais novo. Então, no domingo, também brinco com ele. Gato é um animal fantástico! Eles são inteligentes, espertos e amorosos. Costumam gostar de brincadeiras simples como se fossem algo extraordinário. E é aí que vem o relaxamento &#8211; me lembra de coisas simples e dou boas risadas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Leia depois: <a href="http://jeniffergeraldine.com/o-observador-felino/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O observador felino</a></li>
</ul>



<ol class="wp-block-list" start="8">
<li><strong>Escrever em papel (diário e estudos)&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Eu já comentei diversas vezes sobre a escrita e a escrita em papel. E é para o papel e caneta que eu corro quando a mente está bastante confusa. Tento sempre lembrar disso para que o hábito fique bem estabelecido na minha rotina. Nos últimos meses, eu voltei a fazer as anotações de estudo no papel porque percebi que no digital sou mais intolerante com o erro. Se eu errar, apago, começo de novo buscando quase a perfeição, já que não estarei perdendo papel e nem tinta de caneta (ó que loucura!). Mas no papel físico não tenho isso. Simplesmente passo um risco no erro e escrita que segue. Se for um erro maior, colo um pedaço de papel por cima e escrita que segue também. </p>



<ol class="wp-block-list" start="9">
<li><strong>Cuidar de plantas&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Ainda estou em busca de cuidar melhor das minhas plantas. Porém gosto de observá-las e isso tem me encantado. Perceber as mudanças conforme as estações. Perceber que tal planta gosta mais de determinado lugar. Isso pede atenção ao presente, pede calma. E é uma preciosidade.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list" start="10">
<li><strong>Ouvir músicas e assistir videoclipes&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Engana-se que minha terapia maior são a escrita e a leitura. Na verdade, é a música. Eu sou apaixonada. Uma boa música levanta meu astral. Sei que estou bem quando me pego cantarolando e dançando pela casa. E se fico sem ouvir música, percebo que tem alguma coisa de errado. Gosto, principalmente, de ouvir MPB e jazz/blues/soul.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Leia depois: <a href="http://jeniffergeraldine.com/escrevo-enquanto-escuto-mpb/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escrevo enquanto escuto MPB</a></li>
</ul>



<ol class="wp-block-list" start="11">
<li><strong>Estudos autônomos&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Na mesma ideia de leitura sem compromisso, veio aí o estudo sem compromisso, ou estudo autônomo. Justamente para estudar em um ritmo mais tranquilo e que não tenha um cronograma. Isso se encaixa em um descanso de curso on-line. E também porque nos últimos anos fiz uma formação pedagógica, uma especialização, um mestrado (mais tudo que vem junto) e muitos cursos avulsos. Então tirei um descanso, mas sigo estudando porque amo. Para mim é uma atividade prazerosa. Só que pesou por conta do excesso em tão pouco tempo. Existe também o fato de que não tenho muita escapatória porque escolhi atuar em áreas que demandam estudo. Sendo assim, preciso de equilíbrio e escolhas mais conscientes. </p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="18698" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine-576x1024.jpg?resize=576%2C1024" alt="" class="wp-image-18698" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/escrita_blog_jeniffergeraldine.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18700" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-768x1024.jpg?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-18700" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/flor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18701" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-768x1024.jpg?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-18701" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/gato_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="18699" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-768x1024.jpg?resize=768%2C1024" alt="" class="wp-image-18699" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C2048&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/musica_vinil_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="18702" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-576x1024.jpg?resize=576%2C1024" alt="" class="wp-image-18702" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/05/planta_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>
</figure>



<p>Uma lista que vai servir como um lembrete para mim. Voltarei aqui sempre que a rotina ameaçar acelerar. Espero que seja um lembrete para você também!</p>
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		<title>Uma pessoa sentada folheando o caderno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem uma cena no meu imaginário de leitora que é uma pessoa sentada folheando um caderno. Um caderno com rabiscos, notas pessoais, anotações sobre livros e coisas interessantes sobre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-1024x768.jpg?resize=1024%2C768" alt="" class="wp-image-18504" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2023/02/caderno_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>
</div>


<p>Tem uma cena no meu imaginário de leitora que é uma pessoa sentada folheando um caderno. Um caderno com rabiscos, notas pessoais, anotações sobre livros e coisas interessantes sobre a vida. Pode ser um diário ou mais que isso. É uma cena romântica de folhear páginas do caderno e relembrar de momentos com um sorriso leve no rosto.</p>



<span id="more-18503"></span>



<p>Eu gosto dessa cena. De ver e de me imaginar fazendo parte desse quadro. Mas hoje em dia com tantas ferramentas digitais ver algo assim é quase como ir a um museu visitar uma obra de arte.&nbsp;</p>



<p>Nos últimos anos, pensando no quanto essa cena romântica e meio nostálgica me traz uma alegria genuína, resolvi equilibrar um pouco a praticidade do digital com o romântico do papel. Escolhi utilizar uma ferramenta digital com possibilidade de escrita à mão no <em>tablet </em>e um caderno argolado com folhas amareladas para fazer qualquer tipo de anotação. Preciso dizer também que no<em> tablet</em> escolho sempre a folha em tom amarelado para ficar o mais próximo possível da experiência física.&nbsp;</p>



<p>Acredito que o tipo de dilema digital x analógico ocorre mais com pessoas da minha geração, na faixa dos 30 anos. A geração que cresceu customizando cadernos, brincando nas ruas, mas também frequentando aulas de informática para aprender digitação e a usar editor de texto. Sem falar nos diários virtuais, os blogs. Havia o diário com cadeado escondido embaixo da cama dentro de uma caixa de sapato. E o blog com qualquer nome estranho que nos dava a confiança do anonimato.&nbsp;</p>



<p>Pula para 2023, após uma pandemia, que nos confinou em casa com estudo, trabalho e lazer <em>on-line</em>. Quem era de alguma maneira resistente aos encantos do digital, foi obrigado a perceber que há muitas vantagens na modalidade virtual, uma delas é a praticidade. Tudo, de qualquer lugar, acessível, rapidinho com um clique.&nbsp;</p>



<p>Ontem li no <em>Twitter</em> um relato de uma professora de 52 anos de idade dizendo que aprendeu e tomou gosto por estudar <em>on-line</em>. Inclusive eu fui aluna dela em um curso ministrado durante a pandemia, algo que seria mais complicado de acontecer no presencial já que moramos em estados diferentes.&nbsp;</p>



<p>Há inúmeros benefícios. Só que não podemos negar que existem muitas questões para debatermos como o uso excessivo de telas, a demanda 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana), o FOMO (<em>Fear of missing out </em>&#8211; o medo de ficar de fora<em>)</em>, a NOMOFOBIA (<em>No-mobile phobia</em> &#8211; pavor irracional de ficar sem o celular), as distrações digitais (notificações) que contribuem com a ansiedade e o estresse. E atenta a tudo isso é que eu fico voltando para a cena da pessoa sentada folheando um caderno. </p>



<p>A cena romântica e nostálgica é quase como uma suspensão do tempo acelerado que vivemos. A pessoa sentada folheando o caderno nos traz atenção ao momento presente, desconexão das redes sociais digitais, um descanso da exposição à iluminação artificial, reflexão sobre o que escrevemos e o que lemos.&nbsp;</p>



<p>Por aqui eu vou continuar tentando recriar momentos em que ativo meu modo romântico e nostálgico para ser aquela pessoa sentada folheando o caderno porque como disse me traz uma alegria genuína além dos benefícios relacionados a suspensão do tempo acelerado.&nbsp;</p>



<p>Vale para cadernos, livros e conversas.</p>
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		<title>O que é autogentileza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 15:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[viver bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O hábito de manter um commonplace book (CPB) está cada vez mais forte por aqui. E decidi que vou passar a compartilhar algumas anotações. Uma das últimas entradas no meu [&#8230;]</p>
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<p>O hábito de manter um <a href="http://jeniffergeraldine.com/commonplace-book-e-aprendizado-ao-longo-da-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">commonplace book</a> (CPB) está cada vez mais forte por aqui. E decidi que vou passar a compartilhar algumas anotações. </p>



<span id="more-16900"></span>



<p>Uma das últimas entradas no meu CPB foi sobre autogentileza após a leitura da edição de outubro da <a href="https://vidasimples.co/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Vida Simples</a>.</p>



<p>Acabei anotando alguns aprendizados para não esquecer de ser gentil comigo todos os dias. Assim como tento ser com todas as pessoas. Cuidar da gente é essencial por diversos motivos. Acredito que quando estamos bem com nossa vida, passamos a olhar para o mundo de uma forma mais gentil e paciente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine-819x1024.png?resize=819%2C1024" alt="" class="wp-image-16901" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine.png?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2021/11/autogentileza_blog_jeniffergeraldine.png?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>
</div>


<p>Essas frases do Alan Pogrebinschi, Criador do Mindfulness Funcional e mestre em Psicologia, bateram forte aqui!</p>



<p>Recomendo a leitura completa da revista que também tem uma matéria interessante sobre a Síndrome do pensamento acelerado. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>A <a href="https://amzn.to/32LINoa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Vida Simples está disponível no Kindle</a>. E também no Kindle Unlimited.<br><br></p>
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