Oito de agosto de 2026, sábado, 7h30, entrei numa van rumo à Festa Literária Internacional do Pelourinho (FLIPELÔ), em Salvador (BA). Já sabia que não ia chegar em tempo de ouvir Eliana Alves Cruz, a única autora que gostaria de ver naquele dia, então fui com o objetivo de fazer andanças culturais – visitar museus, centros culturais e ver algumas exposições.
Mas, antes, uma passadinha para tirar uma foto com o amado Jorge e os homenageados de 2026, o artista Calasans Neto e a escritora Myriam Fraga.
Foto tirada, comecei as andanças culturais pela nova unidade da Caixa Cultural, no Pelourinho, que estava com a exposição INCRÍVEL 3 Obás de Xangô: Carybé, Dorival Caymmi e Jorge Amado.





Em seguida, fui para o Museu da Misericórdia que foi reaberto para a população recentemente. O museu fica em um palacete do século XVII que também já foi o primeiro hospital da cidade de Salvador.





Pausa para uma performance analógica: usar um mapa impresso para localizar os pontos da Flipelô (hahaha). O mapa é bem útil. Próxima parada: Casa do Carnaval da Bahia.
>> Já fiz uma publicação sobre a Casa do Carnaval da Bahia aqui no blog
Finalizei as andanças culturais na Casa do Benin, outro espaço cultural que também foi reaberto recentemente para visitação. O primeiro andar do espaço está com a exposição Mirongar, de Marlon Amaro.
Subi e desci as ladeiras do Pelô diversas vezes. Fui em outros espaços da Flipelô, revi algumas pessoas dos livros, dei boas risadas com a galera do Clube do Livro Alagoinhas que estava no bate-volta comigo, tomei o delicioso sorvete da Cubana. Não trouxe nenhum livro novo para casa, mas veio na bolsa um Jorginho Amado, que, antes de embelezar minha estante, foi meu modelo fotográfico no Pelourinho.
Até 2027, FLIPELÔ!







