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	<title>Arquivo para SNT #1 - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para SNT #1 - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Dois Irmãos &#8211; Fábio Moon e Gabriel Bá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2015 15:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá, amigos. Para estrear a coluna Hell’s Kitchen no blog Subindo no Telhado resolvi falar de algo para a semana “Leia Brasileiros” que tem consumido a maior parte das minhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, amigos. Para estrear a coluna Hell’s Kitchen no blog Subindo no Telhado resolvi falar de algo para a semana “Leia Brasileiros” que tem consumido a maior parte das minhas leituras, os quadrinhos.</p>
<p>Venho lendo muita coisa, desde histórias clássicas de super heróis até obras mais “alternativas”, então nada melhor do que compartilhar minhas impressões sobre o excelente Dois Irmãos, dos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá (<a href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=65032" target="_blank" rel="noopener">Companhia das Letras</a>, 2015). Os dois, vencedores do Prêmio Eisner pelo já consagrado, Daytripper, nos presenteiam com uma “adaptação” da obra do escritor manauara, também premiado, Milton Hatoum. Ainda não tive o prazer de ler o livro e estava planejando fazê-lo antes da leitura do quadrinho, mas não resisti. Então vamos lá.</p>
<p><span id="more-886"></span></p>
<p>Dois irmãos nos apresenta a saga de uma família de libaneses estabelecidos em Manaus, no início do século XX, mas fortemente centrada na relação conflituosa entre os irmãos gêmeos Omar e Yaqub. O quadrinho inicia a trama mostrando Zana, a matriarca da família, vagando sozinha pela antiga casa da família e a solidão da personagem já nos invade em apenas três ou quatro imagens. A partir de então, a história nos é apresentada pela lembrança dos personagens. Temos dois irmãos ainda crianças, dotados de personalidades bastante distintas que já rivalizam pelas questões cotidianas, como à atenção das meninas, por exemplo.</p>
<p>Após um sério entrevero entre os dois a família decide enviar Yaqub para viver em uma vila no Líbano enquanto Omar, o preferido de Zana, fica em Manaus sob as asas de uma mãe ciumenta, passional e controladora. Cinco anos mais tarde, Yaqub retorna e as diferenças entre os dois estão ainda mais acentuadas. A partir daqui vemos os rumos distintos que cada um vai tomar e a maneira como a família vai se “dividir” com a difícil relação dos dois. Yaqub, o irmão que foi ao Líbano, torna-se um jovem responsável, estudioso e trabalhador enquanto Omar é preguiçoso e boêmio. Os laços familiares se transformam. E assim começamos a acompanhar a saga desta família ao longo de muitos anos.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-907" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa-1024x375.jpg?resize=700%2C256" alt="hq dois irmãos" width="700" height="256" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg?resize=300%2C110&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg?resize=700%2C256&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg?resize=260%2C95&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/foto-certa.jpg?resize=137%2C50&amp;ssl=1 137w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a></p>
<p>A parte histórica da obra aborda alguns aspectos que ainda não tinha visto em outros trabalhos, já que a maioria, pensando o Brasil, é ambientada no sul, sudeste e nordeste. Nos deparamos com o crescimento e a transformação de Manaus na virada do século XIX para o XX e o processo de urbanização e planejamento da cidade. É possível notar a mudança em diversos momentos, mas o que mais me marcou foi a demolição da Cidade Flutuante.</p>
<p>Outro aspecto interessante é a imigração libanesa para o Brasil, já que a região amazônica recebeu um grande número de libaneses, principalmente no boom da exploração de borracha, que vinham para trabalhar no comércio. Vemos o país se transformando ao olhar do habitante da cidade. Bem interessante é a abordagem do Golpe Militar em 1964, presente principalmente quando Laval, um professor de francês, comunista e amigo de Omar, surge na história.</p>
<p>Ao escrever esta resenha percebo a maneira como a obra me marcou e como a história está viva em minha cabeça. A arte em preto e branco se encaixa perfeitamente para a ambientação da obra e não sei porque, mas acho que se fosse colorida não teria a mesma força. O jogo de sombras nos desenhos e o traço são fantásticos e dão vida à cidade e aos personagens. Omar, Yaqub, Halim, Zana, Laval, Domingas e seu filho ganham vida. Não curto dar nota para livros e hqs e acho até um pouco injusto. Então prefiro dizer se gostei ou não. Se gostei? Claro. Se recomendo? Pra ontem. Leia já!!!</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>Me acompanhe no <a href="https://instagram.com/alanbooks/" target="_blank" rel="noopener">instagram</a>!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-875 alignnone" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=37%2C37" alt="carrinho-de-compras" width="37" height="37" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?w=128&amp;ssl=1 128w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=80%2C80&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=50%2C50&amp;ssl=1 50w" sizes="(max-width: 37px) 100vw, 37px" /></a> <a href="http://goo.gl/rdW14T" target="_blank" rel="noopener">Submarino</a> / <a href="http://oferta.vc/7YXi" target="_blank" rel="noopener">Livraria Cultura</a> / <a href="http://oferta.vc/7YXt" target="_blank" rel="noopener">Saraiva</a> / <a href="http://www.amazon.com.br/gp/product/8535925589/ref=as_li_qf_sp_asin_il_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535925589&amp;linkCode=as2&amp;tag=subinotelh07-20" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a></p>
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		<title>Na tela: livros brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2015 11:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso você não seja tão chegado a uma leitura, resolvi separar também algumas versões cinematográficas e televisivas de livros brasileiros. Quem sabe a partir delas você não sinta vontade de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você não seja tão chegado a uma leitura, resolvi separar também algumas versões cinematográficas e televisivas de livros brasileiros. Quem sabe a partir delas você não sinta vontade de ler a obra original? E caso já tenha lido o livro, esqueça as ideias “o filme é melhor que o livro”, “o livro é muito melhor que o filme” ou “nossa! é bem diferente do livro”, e conheça o universo, a proposta!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><a href="http://filmow.com/quincas-berro-d-agua-t15577/" target="_blank">Quincas Berro D’Água</a></h4>
<p>Simplesmente amei o livro e o filme. Indico os dois!</p>
<p><em>? A história é sobre de Joaquim Soares da Cunha, pai e marido exemplar que joga tudo para o alto depois que se aposenta. É assim que ele se muda para uma pocilga com a intenção de apenas curtir a vida, adotando o nome de Quincas Berro D’Água. Não muito tempo depois Quincas é achado morto em seu quarto, e a família tenta apagar da memória os anos de loucura.</em><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/Ph14cRyrS3o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><span id="more-796"></span></p>
<h4><a href="http://filmow.com/eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios-t44667/" target="_blank">Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios</a></h4>
<p>O filme me incomodou um pouco porque abusou muito do corpo da Camila Pitanga, mas tirando isso gostei bastante, principalmente da fotografia.</p>
<p><em>? Um triângulo amoroso envolve Cauby (Gustavo Machado), um fotógrafo de passagem pelo interior da Amazônia, a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga) e seu marido, o pastor Ernani (Zecarlos Machado), que acredita ser possível consertar as contradições do mundo. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/edKYYoBKav4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>? <a href="http://subindonotelhado.com.br/eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/" target="_blank">Leia sobre o livro</a></p>
<h4><a href="http://filmow.com/capitaes-da-areia-t22806/" target="_blank">Capitães da areia</a></h4>
<p>Se você esquecer que os atores mirins são iniciantes, dá para gostar e muito do filme.</p>
<p><em>? Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como &#8220;capitães da areia&#8221;, são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/VTav_7PbnpU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4><a href="http://filmow.com/diva-t7398/" target="_blank">Divã</a></h4>
<p>O filme é baseado na obra da Martha Medeiros e tem como atriz principal a Lília Cabral, ou seja ganhou meu coração.</p>
<p><em>? Mercedes (Lília Cabral) é uma mulher de 40 anos, casada com Gustavo (José Mayer) e mãe de dois filhos, que decide procurar um psicanalista. A princípio, a decisão, que seria apenas para matar uma curiosidade, provoca uma série de mudanças em seu cotidiano. No divã, Mercedes questiona seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga, Mônica (Alexandra Richter), companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qvyu7TVwdx0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4><a href="http://filmow.com/o-auto-da-compadecida-t1625/" target="_blank">O Auto da Compadecida</a></h4>
<p>Nunca li o livro mas sem dúvidas esse é um dos meus filmes favoritos. As atuações de Matheus e Selton são sensacionais!</p>
<p><em>? As aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele), um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó (Selton Mello), o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e atravessam por vários episódios enganando a todos da pequena cidade em que vivem. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/XPuMu_ENzlg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4></h4>
<h4><b>Séries e novelas:</b></h4>
<h4><a href="http://memoriaglobo.globo.com/programas/entretenimento/minisseries/a-casa-das-sete-mulheres.htm" target="_blank"><b>A casa das 7 mulheres</b></a></h4>
<p>Para mim, é uma das melhores produções da televisão brasileira. Assista!</p>
<p><em>? Adaptação da obra homônima da gaúcha Letícia Wierzchowski mostra o papel das mulheres nos bastidores da revolta conhecida como Guerra dos Farrapos. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Khyqp2Pmwh0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4><a href="http://memoriaglobo.globo.com/programas/entretenimento/minisseries/a-casa-das-sete-mulheres.htm" target="_blank"><b>Gabriela</b></a></h4>
<p>Juliana Paes me convenceu como atriz em Gabriela, mas é o conjunto da obra que ganha o mérito &#8211; mais uma super produção da Globo.</p>
<p><em>? Remake (2012) em formato compacto para o horário das 23 horas e baseado no livro Gabriela Cravo e Canela. Em 1975, Gabriela ganhou sua primeira versão para televisão com a atriz Sônia Braga. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/yQtC70fvdV0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4><a href="http://memoriaglobo.globo.com/programas/entretenimento/minisseries/capitu.htm" target="_blank">Capitu</a></h4>
<p>Aqui está minha série brasileira favorita. E digo apenas isso. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>?Ópera, teatro, cinema mudo e elementos da cultura pop mesclavam-se em <i>Capitu, </i>baseada em Dom Casmurro, de Machado de Assis.<br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/dFnIyvAKxwQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4><b>Essas mulheres</b></h4>
<p>Que saudade que eu sinto dessa novela. Sério. Alguém aí teve a chance de acompanhar? Eu era um pouco nova, mas lembro que adorava. Tem alguns capítulos no Youtube.</p>
<p><em>? O autor Marcílio Moraes se inspirou nos romances de José de Alencar, Senhora, Diva e Lucíola, para escrever a telenovela exibida pela Record em 2005. </em><br />
<iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/iQoFrVex0ac" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
*A maioria das sinopses são do site Filmow &#8211; que eu super indico como rede social brasileira sobre filmes e série. <a href="http://filmow.com/usuario/jeniffersantos/" target="_blank">Me adiciona lá</a>. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f600.png" alt="😀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Dos clássicos aos contemporâneos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preparei uma lista com indicações de livros brasileiros desde os clássicos aos contemporâneos. Algumas dessas leituras estão entre as minhas favoritas e contemplam quase todos os gêneros literários. Dom Casmurro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Preparei uma lista com indicações de livros brasileiros desde os clássicos aos contemporâneos. Algumas dessas leituras estão entre as minhas favoritas e contemplam quase todos os gêneros literários.</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/dom-casmurro-180ed25340.html" target="_blank" rel="noopener">Dom Casmurro &#8211; Machado de Assis</a></h4>
<p>O marido, a mulher, o amigo íntimo. Adultério? Esta dúvida, que corrói o espírito do narrador de Dom Casmurro, pode ser esclarecida? Neste romance, Machado de Assis propõe um surpreendente enigma, enquanto focaliza com a habitual ironia a sociedade de seu tempo e apresenta algumas das personagens mais perfeitas da ficção brasileira. Publicado originalmente em 1899. (Skoob)</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/capitaes-da-areia-119160ed494841.html" target="_blank" rel="noopener">Capitães de Areia &#8211; Jorge Amado</a></h4>
<p>Esta obra narra a história da vida urbana de meninos pobres e infratores que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. O livro vai revelando os personagens, cada um deles com suas carências e suas ambições &#8211; do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. (Skoob)<span id="more-780"></span></p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/534ED223294" target="_blank" rel="noopener">Senhora &#8211; José de Alencar</a></h4>
<p>Senhora &#8211; “Senhora” tem como protagonista Aurélia Camargo, uma moça bela, inteligente e de muita personalidade que vive uma desilusão amorosa ao ser trocada por uma moça mais rica. Ao receber uma herança, Aurélia decide lutar para recuperar seu amado e acaba conseguindo casar-se com ele. No fim, redimidos, ela do orgulho, ele pela humilhação, o verdadeiro amor vence. No romance, percebemos a condenação do casamento por conveniência e a retratação do Rio de Janeiro do Segundo Império, dando especial atenção ao modo de vida da burguesia e às relações humanas na sociedade da época. (Skoob)</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/975ED38412" target="_blank" rel="noopener">O cortiço &#8211; Aluísio Azevedo</a></h4>
<p>Moradora de um cortiço de propriedade do português João Romão, Rita Baiana é uma mulher expansiva e liberada. Ao se apaixonar por Jerônimo, jovem lusitano recém-chegado ao Brasil, ela deflagra um jogo de paixões que acaba em tragédia. (Skoob)</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/lacos-de-familia/" target="_blank" rel="noopener">Laços de família &#8211; Clarice Lispector</a></h4>
<p>Em <strong>Laços de Família</strong>, Clarice expõe de forma íntima o dia a dia das suas personagens. Qualquer pessoa veria a rotina de uma dona de casa como algo simples e banal, Clarice enxerga isso como algo profundo e complexo. Em cada conto, Lispector trata também dos laços que unem ou aprisionam as personagens aos seus familiares.</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/veronika-decide-morrer-156ed218.html" target="_blank" rel="noopener">Veronika decide morrer &#8211; Paulo Coelho</a></h4>
<p>A loucura é a incapacidade de comunicar-se. Entre a loucura e a normalidade, que no fundo são a mesma coisa, existe um estado intermediário: chama-se ser diferente. E as pessoas estavam cada vez com mais medo de ser diferentes. No Japão, depois de ter pensado muito sobre a estatística que acabara de ler, me veio a ideia de escrever um livro sobre a minha própria experiência. Escrevi &#8220;Veronika Decide Morrer&#8221; na terceira pessoa, usando meu ego feminino, porque sabia que a minha experiência de internação não era o que interessava mas sim os riscos de ser diferente, e o horror de ser igual. (Skoob)</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/1375ED482178" target="_blank" rel="noopener">A droga do amor &#8211; Pedro Bandeira </a>(leia toda série Os Karas)</h4>
<p>Um cientista americano, que havia criado a cura para a praga do século, o mal que transforma o amor em morte, é sequestrado no Brasil. Magrí e Chumbinho tentam reunir a turma secreta dos Karas para investigar esse crime tão tremendo para a humanidade. Mas Miguel, Calu e Crânio, por não querer disputar entre si o amor por Magrí, decidem terminar com os Karas&#8230; Para agravar a situação, o Doutor Q.I., o rei dos criminosos, foge da penitenciária de segurança máxima&#8230; Magrí, a única menina da turma, é quem afronta todos os riscos para desvendar esta trama eletrizante! (Skoob)</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/as-cores-da-escravidao/" target="_blank" rel="noopener">As cores da escravidão &#8211; Ieda de Oliveira</a></h4>
<p>Uma história sobre inocência roubada, sonhos invadidos, infância escravizada. Mas também sobre esperança, compaixão, amizade e amor.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/leia-o-livro-veja-o-filme-o-menino-no-espelho/" target="_blank" rel="noopener">O menino no espelho &#8211; Fernando Sabino</a></h4>
<p>Nesta obra, o menino Fernando, que vem a ser o próprio autor, vive todas as fantasias de sua infância por meio de uma deliciosa viagem ao passado de um dos melhores escritores brasileiros. Sabino conta suas memórias, intercalando fatos reais e imaginários, histórias mirabolantes de um menino mineiro que cresceu na Belo Horizonte de 1920. Emocionante e engraçado, o livro é um clássico que acompanha gerações.</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/112095ED158572">Memória inventadas (As Infâncias de Manoel de Barros) &#8211; Manoel de Barros</a></h4>
<p>As infâncias de Manoel de Barros reúne os versos das três infâncias do autor. O livro se completa com as iluminuras de Martha Barros, sua filha e pintora. (Skoob)</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/" target="_blank" rel="noopener">Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios &#8211; Marçal Aquino</a></h4>
<p>No momento em que narra os fatos de Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, o fotógrafo Cauby está convalescendo de um trauma numa pensão barata, numa cidade do Pará que algum tempo antes fora palco de uma corrida do ouro. Sua voz é impregnada da experiência de quem aprendeu todas as regras de sobrevivência no submundo &#8211; mas não é do ambiente hostil ao seu redor que ele está falando. O motivo de sua descida ao inferno é Lavínia, a misteriosa e sedutora mulher de Ernani, um pastor evangélico. A trajetória do fotógrafo, dado a premonições e a um humor desencantado, vai sendo explicada por meio de pistas &#8211; a história de Chang, morto num escândalo de pedofilia; o mistério de Viktor Laurence, jornalista local que prepara uma vingança silenciosa; a vida de Ernani, que no passado tirou Lavínia das ruas e das drogas. Mesmo diante de todos os riscos, Cauby decide cumprir seu destino com o fatalismo dos personagens trágicos. Nunca acreditei no diabo , diz ele, apenas em pessoas seduzidas pelo mal.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/fim/" target="_blank" rel="noopener">Fim &#8211; Fernanda Torres</a></h4>
<p>Fim, romance de estreia de Fernanda e publicado pela Companhia das Letras, conta os últimos dias de vida de cinco amigos cariocas: Álvaro (o solitário), Sílvio (o fanfarrão), Ribeiro (o garotão), Neto (o careta) e Ciro (o Don Juan). Cada carioca tem seu capítulo e assim acompanhamos  as lembranças, frustrações, encontros, alegrias e loucuras de suas vidas até o derradeiro suspiro.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/meus-desacontecimentos/" target="_blank" rel="noopener">Meus desacontecimentos &#8211; Eliane Brum</a></h4>
<p>Eliane nos deixou entrar na sua “vida com as palavras” também de forma íntima, não nos poupou dos detalhes, das feridas, dos dramas e nos inundou de poesia. Transformar o cotidiano, o banal, a sua vida, diante dos olhos dos outros, em poesia não é para muitos. É um dom.<br />
A jornalista que já narrou várias vidas, agora narra a sua própria. Nos apresenta sua avó com “as histórias urdidas com retalhos pinçados do território sem fronteiras do ontem” e que sabia “que, para algumas vidas, é mais fácil mudar o passado que o futuro”; o seu primeiro ato revolucionário de queimar a parede da prefeitura com um fósforo; sua irmã para sempre viva e seus irmãos; o início da sua paixão pela leitura e pelos livros e muitos outros desacontecimentos.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/a-cabeca-do-santo/" target="_blank" rel="noopener">A cabeça do santo &#8211; Socorro Accioli</a></h4>
<p>Em “A cabeça do santo”, vamos acompanhar a saga de Samuel pelo sertão do Ceará com o objetivo de cumprir o último pedido que sua mãe, Mariinha, fez antes de morrer e encontrar a avó e o pai que nunca conheceu. Após uma longa viagem a pé, sofrendo com as surpresas do sertão nordestino, Samuel chega em Candeia – uma cidadezinha cheia de desesperança, desfelicidade e desgraça. E lá encontra uma gruta para dormir, mas quando acorda ele se depara com uma confusão de vozes femininas na sua cabeça.</p>
<p>A gruta, na verdade, era a cabeça oca de uma estátua de santo Antônio. E as vozes, preces que as mulheres faziam para o santo.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/anelisa-sangrava-flores/" target="_blank" rel="noopener">Anelisa sangrava flores &#8211; Anderson Henrique</a></h4>
<p>Anelisa sangrava flores é a estreia solo do carioca Anderson Henrique. Publicado em 2014, pela <a href="http://www.editorapenalux.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Editora Penalux</a>, o livro reúne 13 contos de realismo fantástico, um deles dá título ao livro.</p>
<p>O que mais me atraiu na leitura foi a forte presença feminina nas histórias contadas por Anderson. A figura feminina é quase sempre a personagem principal, envolvida em mistérios e magia. A Anelisa, do título, quando se machuca e o sangue entra em contato com a terra, nascem gérberas. É triste e belo, ao mesmo tempo.</p>
<h4><a href="http://subindonotelhado.com.br/exorcismos-amores-e-uma-dose-de-blues/" target="_blank" rel="noopener">Exorcismos, amores e uma dose de blues &#8211; Eric Novello</a></h4>
<p>Em EADB, conhecemos Tiago Boanerges, um mago exorcista, fã de blues, ex-membro do Conselho de Hórus (polícia especializada em seres mágicos) que vive em Libertà – uma cidade ficcional habitada por seres humanos e seres mágicos – e sobrevive de fazer bicos no Entremundos ( um mundo entre os mundos, lugar mágico, cheio de seres fantásticos).</p>
<p>Quando fazia parte do Conselho de Hórus, Tiago recebeu a missão de exorcizar uma musa que possuía a cantora Elisa Goldin, mas o que era para ser mais um trabalho, transformou-se na vida e quase morte do Boanerges. Ele se apaixonou por Elisa (ou seria pela musa?) e fracassou na missão. O preço foi perder o coração, a amada, o emprego e a dignidade.</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/178471ED198881" target="_blank" rel="noopener">Feliz por Nada &#8211; Martha Medeiros</a></h4>
<p>Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito próximos do leitor. A autora tem o dom para aproximar assuntos por vezes fugidios – como é próprio do cotidiano – de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. “Feliz por nada”, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral. (Skoob)</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/109439ED121595" target="_blank" rel="noopener">Mulher perdigueira &#8211; Carpinejar</a></h4>
<p>Livro de crônicas publicado em 2010.</p>
<p>“Porque amar não é um vexame. Escândalo mesmo é a indiferença.&#8221; (Skoob)</p>
<h4><a href="https://www.skoob.com.br/livro/311454ED348934" target="_blank" rel="noopener">Alguém especial &#8211; Ivan Martins</a></h4>
<p>O jornalista Ivan Martins, editor-executivo de Época, também assina uma coluna semanal no site da revista. Criada há dois anos, essa coluna é hoje uma das mais lidas, comentadas e retransmitidas pelos internautas. Com inteligência, sensibilidade, senso de observação e uma argúcia fora de série, ele fala sobre relacionamentos, conquistas e perdas, mudanças comportamentais por que passam homens e mulheres, redefinição de papéis, expansão da liberdade sexual, proliferação de escolhas. Alguém especial é uma seleção das 50 melhores textos, já publicados e também inéditos, de Ivan. (Skoob)</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/user/ataniahugh" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-826" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?resize=785%2C206" alt="BOX-CONVIDADOS-Henrique Junio" width="785" height="206" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?w=785&amp;ssl=1 785w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?resize=300%2C79&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?resize=700%2C184&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?resize=260%2C68&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Henrique-Junio-.jpg?resize=191%2C50&amp;ssl=1 191w" sizes="auto, (max-width: 785px) 100vw, 785px" /></a></p>
<p>Boa leitura! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f600.png" alt="😀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Entrevista com Anderson Henrique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JG na resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mas escritor é bicho teimoso. Se não fosse, não passaria dos primeiros parágrafos, dos primeiros textos. Errar faz parte do ciclo. Ser insistente e enfrentar paradigmas é coisa que está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;">Mas escritor é bicho teimoso. Se não fosse, não passaria dos primeiros parágrafos, dos primeiros textos. Errar faz parte do ciclo. Ser insistente e enfrentar paradigmas é coisa que está na essência de quem escreve. Se não estiver, o cara não vai em frente. É preciso confrontar, dar a cara pra bater (e tentar revidar de vez em quando).</p>
<p style="text-align: center;"><cite>Anderson Henrique</cite></p>
</blockquote>
<p><span id="more-811"></span></p>
<p style="text-align: left;">Anderson Henrique nasceu no Rio de Janeiro e é formado em Letras &#8211; Literaturas de Língua Portuguesa. O seu livro de estreia solo, Anelisa sangrava flores, reúne 13 contos de realismo fantástico, e foi publicado pela <a href="http://www.editorapenalux.com.br/" target="_blank" rel="noopener">editora Penalux</a>, que trabalha com publicação sob demanda. Na entrevista abaixo&nbsp;, Anderson comenta o cenário atual da literatura no Brasil, temas como novas mídias e escritores, nos conta sobre o processo de criação e publicação do Anelisa e seus próximos projetos literários.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Para você, como está o cenário da literatura brasileira contemporânea?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vejo um cenário multifacetado. O avanço da tecnologia facilitou muito a publicação. Os modelos também evoluíram. Hoje em dia é possível publicar praticamente tudo, tanto em relação ao gênero quanto ao formato, dos trabalhos acadêmicos à poesia (que em outro momento imaginou-se que ficaria relegada a grupos específicos).</p>
<p><strong>Está mais fácil ou difícil publicar?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> As alternativas são muitas: crowdfunding, impressão sob demanda e até mesmo a possibilidade de se trabalhar apenas com a versão eletrônica do livro. Sob o aspecto da democratização, isso é extremamente positivo, pois dá voz a autores de gêneros ou segmentos que anteriormente seriam recusados por um mercado editorial engessado que ainda é orientado a fórmulas e padrões. A tecnologia permite também que autores e obras encontrem seus leitores com maior facilidade. Esses fenômenos são fáceis de se observar. Não é incomum que&nbsp;<em>primeiros livros</em>&nbsp;despontem de textos reunidos em blogs. Essa aproximação acaba por formar uma cadeia de leitores disposta a consumir o livro antes mesmo dele ser concebido. Tudo isso é extremamente positivo.</p>
<p>A facilidade, contudo, reserva armadilhas e mostra outro lado da realidade: muitos autores não estão prontos para a publicação. Como a tecnologia elimina o filtro de editores, revisores e etc., temos o lançamento de muitos livros com problemas primários. E veja só que curioso: a tecnologia facilita esse tipo de análise. Eu mesmo só começo a ler um livro depois de ter uma me aventurado por uma amostra do material. Se o autor não conseguir me segurar naquela amostra ou cometer erros grotescos, eu pulo para o próximo da fila. Com exceção para aqueles autores em quem você confia, claro. Há muito autor cultuado por aí que não está com o material pronto. Você vai atrás do livro e vê o quanto daquele material poderia ter sido lapidado nas etapas formais de uma edição. Temos, portanto, um cenário que facilita a publicação, mas que joga o autor em campo minado. Se não souber pisar&#8230;</p>
<p><strong>Você citou o crowdfunding, financiamento coletivo, em que pessoas financiam projetos de outras, em troca de alguma recompensa, tipo receber a obra em primeira mão, ter o nome nos créditos, etc. Nesse processo o autor tem uma autonomia maior. Já pensou em utilizar?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Já cogitei o crowdfunding, mas pensando friamente eu percebi&nbsp;que eu teria que ser uma pessoa mais sociável, simpática e empreendedora do que realmente sou. Não sou o melhor exemplo. Tenho alguma dificuldade com grandes grupos sociais. Além disso, gosto mesmo é de escrever. Ter que me preocupar com outros aspectos do livro que não estejam relacionados à escrita é bastante complicado. Gosto de opinar na arte da capa, nos elementos gráficos do livro e direcionar o diagramador, mas é só. Ter que me preocupar com prazos, orçamentos e elementos exteriores ao livro não é pra mim. Respeito quem o faça, mas não acho que seja meu caminho. Creio que o crowdfunding funciona muito bem para escritores que também são empreendedores.</p>
<p><strong>A internet também propiciou espaços em que os usuários podem expressar opiniões sobre variados assuntos. No contexto literário, os espaços que fazem mais sucesso são os blogs e vlogs. Nosso contato inicial foi através de um blog, em que você enviou um e-mail falando sobre o livro. Conte um pouco sobre a sua experiência e por que decidiu utilizar esses canais para divulgação.</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os blogs e suas variações surgiram para ocupar as lacunas deixadas pelos suplementos literários ou pela mídia especializada. O lado bom é que geralmente os blogs e suas variantes não tem amarras. São livres para trabalharem suas críticas da maneira que quiserem. Já li uma crítica do meu livro em que o blogueiro afirmou não ter apreciado o trabalho porque estava passando por um momento difícil na vida, e que por isso não conseguiu se concentrar na leitura, apesar de ter identificado uma ou outra qualidade na obra. Eu fiquei decepcionado ao ler a resenha por perceber que o livro ficou em segundo plano enquanto o resenhista falava apenas de si. Eu esperava uma análise detalhada do trabalho, sabe? Depois compreendi: tratava-se de uma crítica honesta. O livro não é só o que está em suas páginas. A leitura traz consigo uma série de aspectos externos que dependem muito do leitor. Talvez faltasse um pouco de profissionalismo por parte do blogueiro, mas o blog é apenas o espaço de alguém que resolveu expressar sua opinião. São leitores em formação (e quem não é?), pessoas que dedicam uma parcela de seu tempo para escrever sobre o que gostam. Refletindo melhor, pensei: você não me escapa. No próximo livro você estará em um momento bom e certamente se apaixonará pela minha escrita. A vida tem dessas coisas: o momento é uma variável que não se pode ignorar.</p>
<p>Quando lancei meu livro não tinha ideia do que as pessoas achariam dele. Eu tinha minha proposta, mas será que as pessoas embarcariam nela? Tomei, então, a liberdade de procurar alguns sites e blogs e pedir que publicassem suas opiniões. Felizmente não recebi nenhuma crítica que desaprovasse meu trabalho, até mesmo daqueles que pensei que não fizessem parte do meu público. Meu livro não seria nada sem o trabalho dos blogueiros. Tenho muito respeito por todos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Prego a <em>promiscuidade literária</em>. Tenhamos dez ou vinte parceiros literários ao mesmo tempo. É saudável! Vivemos em uma era em que é muito fácil descobrir qualquer coisa.</p>
</blockquote>
<p><strong>Que dica daria para os leitores que buscam descobrir novos escritores brasileiros e fugir da lista dos mais vendidos? E você, tem algum escritor brasileiro contemporâneo que admira e acompanha a produção?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Percebo que muitos leitores procuram mais do mesmo. Ficam presos à fórmula ou ao estilo de certos autores. Não há mal nenhum nisso, mas que tal variar? É minha única dica. Eu tenho meus autores preferidos, que releio com frequência, mas se estivesse preso a eles, não teria conhecido a variedade de estilos e obras que conheci. Um exemplo: gosto muito do moçambicano Mia Couto, mas li tantos livros dele em sequência que em certo ponto comecei a achar que faltava variedade em sua obra. Dei um tempo do cara e só depois retornei a seus livros. Foi como redescobrir uma paixão. Às vezes é preciso se afastar para perceber o que faz falta. Prego a <em>promiscuidade literária</em>. Tenhamos dez ou vinte parceiros literários ao mesmo tempo. É saudável! Vivemos em uma era em que é muito fácil descobrir qualquer coisa.</p>
<p>Há alguns autores contemporâneos que admiro. Li recentemente o incrível romance “A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves”, do brasileiro Joca Reiners Terron e achei genial. Aprecio muito a escrita da Adriana Lisboa e do Carlos Henrique Schroeder. O Amílcar Bettega é outro autor genial.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-816" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?resize=760%2C604" alt="Livro 3d_" width="760" height="604" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?w=760&amp;ssl=1 760w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?resize=300%2C238&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?resize=700%2C556&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?resize=260%2C207&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/Livro-3d_.jpg?resize=63%2C50&amp;ssl=1 63w" sizes="auto, (max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a></p>
<p><strong>Agora nos conte um pouco sobre a produção do “Anelisa sangrava flores”. De onde veio a inspiração?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Anelisa é meu primeiro livro e alguns dos textos são bem antigos. Quando os escrevi, estava imerso no universo de autores de literatura fantástica como Borges, Murilo Rubião e Júlio Cortázar. Não posso dizer que estes autores me serviram de inspiração, mas certamente funcionaram como estímulo à minha literatura. Identifiquei um padrão conforme revisava meus textos e resolvi juntar aqueles que compartilhavam similaridades para formular a coletânea. Como trata-se de um livro de contos, cada texto possui seu próprio microuniverso. As inspirações, portanto, variam. Grande parte veio de sonhos ou de pura observação do cotidiano.</p>
<p><strong>Como foi processo de publicação? E como está sendo a&nbsp;divulgação?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O processo do Anelisa não foi muito simples. Minha primeira dificuldade com o livro foi logo na etapa de publicação. Tentei dezenas de editoras, entre grandes e modestas. Fui rejeitado por todas. Diante disso, é possível imaginar que minha obra talvez não tivesse qualidade suficiente para publicação. É algo esperado, certo? Uma obra precisa ser avaliada e nem sempre o autor acerta na mão. Porém, não foi o caso. Na maioria das recusas que recebi, meu livro sequer chegou a ser avaliado. O motivo? Não há interesse em publicar livros de contos. Essas recusas me fizeram desistir por um tempo. Desanimei. Pensei que realmente não era para ser.</p>
<p>Mas escritor é bicho teimoso. Se não fosse, não passaria dos primeiros parágrafos, dos primeiros textos. Errar faz parte do ciclo. Ser insistente e enfrentar paradigmas é coisa que está na essência de quem escreve. Se não estiver, o cara não vai em frente. É preciso confrontar, dar a cara pra bater (e tentar revidar de vez em quando). Engavetei meu livro e desencanei de publicar. Segui escrevendo apenas pra mim, com a ideia de publicação repousando em algum lugar da mente.</p>
<p>Então novo incentivo surgiu. Uma moça chamada Ana Paula apareceu em minha vida (hoje é minha esposa), conheceu meus textos e teimou que eles não poderiam ficar guardados na gaveta. Ela é do meio editorial, mas da área médica. Apesar de não ser sua especialidade, viu que havia qualidade no que eu escrevia e resolveu me ajudar. Revisou meus textos, organizou em um novo livro com pequenas mudanças e me incentivou a tentar novamente. Mais uma vez, uma série de recusas. Cheguei novamente à conclusão que não era pra ser. Ela pesquisou então editoras menores e depois de alguma insistência, meu livro finalmente saiu por uma editora aqui do RJ. O modelo de publicação era um tanto alternativo na época, publicação por demanda, em escala bem pequena. Achei um modelo válido, economicamente viável para a editora e para um autor estreante. Felicidade então? Não ainda.</p>
<p>A edição saiu com uma qualidade péssima (capa, diagramação e etc.). Rescindi o contrato depois de uma série de desencontros com a editora para tentar ajustar estes pontos (eram extremamente amadores). A questão é que vendi alguns livros no lançamento e a recepção do livro foi positiva. Recomecei então todo o processo, até encontrar a editora Penalux, que trabalha com um modelo similar, também sob demanda, mas que possui um zelo muito maior com a qualidade de seus livros.</p>
<p>Depois da publicação surge um novo combate: achar espaço entre tantos livros que são publicados. Além das dificuldades imagináveis, mais uma vez a questão do formato surgiu. Muito blogueiros me afirmaram que não leem ou que não gostam de livros de contos. Desafiei alguns a ler meu livro, distribuí algumas cópias e felizmente tive um parecer positivo. Mesmo leitores que não estavam habituados ao formato acabaram se rendendo (uma pesquisa pelo nome do livro irá revelar uma dezena de resenhas positivas sobre meu trabalho). Venho batalhando para ser lido e para fazer o Anelisa sangrar por aí. O número das vendas é modesto, mas aos poucos vou encontrando meu espaço.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">O mundo da escrita é feito de conexões. Às vezes você está trabalhando em um texto com uma proposta específica e acaba encontrando em outros autores algum gancho ou perspectiva que você ainda não havia alcançado.</p>
</blockquote>
<p><strong>E quais são seus próximos passos? Há algum livro em produção, projetos?</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Meu processo de escrita é um tanto conturbado, mas não acredito que isso seja exclusividade minha. Escrevo quando posso, quando há tempo ou quando ele sobra (raríssimo!). É preciso inventar brechas malucas na rotina. Sou um escritor de oportunidade, que rabisca à mão em um pequeno bloco, em algum aplicativo do celular, durante uma noite de insônia ou até mesmo no livro de outros autores que estou lendo. O mundo da escrita é feito de conexões. Às vezes você está trabalhando em um texto com uma proposta específica e acaba encontrando em outros autores algum gancho ou perspectiva que você ainda não havia alcançado. Tudo é material. Comecei o ano escrevendo um novo livro de contos, que julgava interessante, mas no meio do caminho percebi uma ligação entre os textos e seus personagens. Resolvi aprisioná-los em um romance e estou inclinado a seguir com essa proposta, mas é possível que mude de ideia. Não há como prever. A questão é que eu gosto muito do formato conto. É uma dinâmica que me agrada pra caramba. Eventualmente penso em desmanchar o romance e trazê-lo de volta à ideia original. Percebo, porém, que o público prefere o romance, o que acho uma contradição. Quem tem tempo para ler um romance de 700 páginas hoje em dia? Um conto de 5 páginas não se encaixa bem melhor em nossa realidade? Eu leio romances, claro, não tenho problemas com qualquer formato, mas ao escrever, o conto tem minha predileção. Sempre me recordo de uma tese emblemática de Borges ao defender seu conto <em>Tlön Uqbar, Orbis Tertius</em>: “Desvario trabalhoso e empobrecedor o de compor vastos livros; o de espraiar em quinhentas páginas uma ideia cuja perfeita exposição oral cabe em poucos minutos. (&#8230;) Mais razoável, mais inepto, mais preguiçoso, eu preferi escrever notas sobre livros imaginários.” Note que ele até zomba de si próprio. Se há uma coisa que está longe de ser preguiçosa, é a capacidade inventiva de Borges.</p>
<p>Voltando: meu próximo livro trará um pouco mais das características que existem no Anelisa, com um lugar de destaque para o fantástico urbano. Serão novos personagens e situações absurdas. Se no Anelisa tínhamos uma mulher que sangrava flores, no próximo livro teremos um adivinho cansado da sua incapacidade de ser surpreendido, um homem que julga ser a reencarnação de Adão (sim, é quem vocês estão pensando) e um músico atormentado pelas notas de uma única canção. Por enquanto, é apenas o que posso adiantar.</p>
<p>Além disso, escrevo um ou outro conto que não tem nada a ver com o livro que julgo estar produzindo. São pequenos escapes. Gozo rápido. Gosto também da microliteratura e dos microcontos. Escrevo alguns, ocasionalmente. Parte já foi publicada em meu <a href="http://anelisasangravaflores.blogspot.com.br/search/label/Micronarrativas" target="_blank" rel="noopener">blog</a>. Acredito que teremos novidades em 2016. Torçam para que eu consiga lidar com minha capacidade de criar oportunidades para escrever.</p>
<ul>
<li><strong>&nbsp;&nbsp;</strong><a href="http://jeniffergeraldine.com/anelisa-sangrava-flores/" target="_blank" rel="noopener">Leia sobre o livro Anelisa Sangrava Flores</a></li>
<li>&nbsp;Entre em contato com o escritor:&nbsp;andersonhgo@gmail.com /&nbsp;<a href="https://www.facebook.com/anderson.henrique.777" target="_blank" rel="noopener">Facebook</a></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://jeniffergeraldine.com/entrevista-com-anderson-henrique/">Entrevista com Anderson Henrique</a> apareceu primeiro em <a href="https://jeniffergeraldine.com">Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</a>.</p>
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		<title>Vamos ler mais brasileiros!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É tempo de valorizar a produção brasileira contemporânea A literatura brasileira tem um dia marcado no calendário que passa despercebido por muita gente. Primeiro de maio, dia do trabalhador, também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><i>É tempo de valorizar a produção brasileira contemporânea</i></strong></p>
<p>A literatura brasileira tem um dia marcado no calendário que passa despercebido por muita gente. Primeiro de maio, dia do trabalhador, também é o dia da Literatura Brasileira. A data é uma homenagem ao romancista José de Alencar, nascido em 1º de maio de 1829. Alencar escreveu romances indianistas, regionalistas, históricos e urbanos, livros que retratavam o Brasil daquela época mais próximo da realidade. Suas obras mais conhecidas são: O Guarani (1857), Iracema (1854), Lucíola (1862) e Senhora (1875).</p>
<p>De lá até os dias atuais, o Brasil mudou e sua produção artística e cultural acompanhou essas mudanças. Há quem diga que jamais teremos escritores como Alencar, Machado de Assis e Jorge Amado. Reconheço a importância e os coloco, sim, em lugar privilegiado. Há quem diga que os brasileiros têm preguiça de ler e estão apenas interessados em textos soltos na internet, que muitas vezes levam créditos errados.</p>
<p>E alguns outros criticam o mercado dizendo que esse está apenas interessado em projetos lucrativos, como as feiras literárias. E que livro no Brasil é caro, mas é bom lembrar que temos o site <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp" target="_blank" rel="noopener">Domínio Público</a> (e outros similares), as bibliotecas, os sites de trocas e os sebos.<span id="more-772"></span></p>
<p>São muitas questões para se pensar, avaliar, discutir e rever. No meio disso tudo, a internet cria espaços para discussões sobre literatura, novos meios de divulgação, ferramentas de autopublicação, projetos literários colaborativos e uma maior aproximação entre escritor e leitor.</p>
<p>O escritor tem a chance de, caso não seja publicado por uma editora ou simplesmente não tenha interesse, desenvolver seu projeto livremente. E o leitor, tem a oportunidade de se juntar a uma base de fãs da sua série ou franquia favorita para trocar impressões de leitura e até mesmo criar outras histórias baseadas na original. Há uma certa liberdade na internet, que a gente sabe que nem todo mundo usa de forma positiva.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Parece que o célebre homem cordial que definia com otimismo o brasileiro transformou- se num monstro agressivo e sanguinário cada vez que tecla uma opinião no teclado. Mas acusar a internet deste crime é tapar o sol com a peneira – ela apenas revela, torna nítido e visível, o quanto nos falta. A universalização da internet e das redes digitais apenas trouxe o Brasil real à tona, e o resultado é frequentemente assustador.</p>
<p style="text-align: center;"> Cristovão Tezza (Literatura à margem)</p>
</blockquote>
<p>Em 2014, coloquei como meta de leitura “ler mais brasileiros”. A ideia era muito simples, ler, ao menos, um livro por mês que fosse brasileiro, clássico ou contemporâneo. Acabei focando apenas nos contemporâneos e conheci muitos escritores interessantes, como a Socorro Accioli, Marçal Aquino, Eric Novello, Eliane Brum, Ieda de Oliveira e Anderson Henrique. Dessa forma, também tive contato com um pouco de cada gênero literário &#8211; realismo fantástico, literatura fantástica, literatura policial, drama, romance, autobiografia, literatura infantojuvenil.</p>
<p>As formas de descoberta desses novos escritores também foram variadas. Encontrei esses autores através de indicações de amigos nas redes sociais digitais, blogs e vlogs literários, sites de editoras e dos próprios escritores. Há inúmeras outras formas de encontrar novos autores para ler. É só sairmos um pouco da zona de conforto e da supervalorização do que vem de fora.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-823" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?resize=785%2C206" alt="BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos" width="785" height="206" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?w=785&amp;ssl=1 785w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?resize=300%2C79&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?resize=700%2C184&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?resize=260%2C68&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/BOX-CONVIDADOS-Geisa_Santos.jpg?resize=191%2C50&amp;ssl=1 191w" sizes="auto, (max-width: 785px) 100vw, 785px" /></a></p>
<p>Vamos esquecer o complexo de vira-lata e sermos otimistas, orgulhosos. Não precisamos superestimar as falhas, os problemas. Enquanto continuarmos a fazer isso, vamos deixar passar as coisas boas, e dentre essas coisas boas estão nossos artistas, nossas música, nossa literatura. Então, fica aqui um convite, vamos ser e viver mais o Brasil e vamos ler mais brasileiros!</p>
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		<title>[SNT #1] Leia Brasileiros!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 00:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil temos a mania infeliz de achar que nossa cultura não é tão boa quanto a de outros países. Como dizem por aí, temos o complexo de vira-lata. Falta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil temos a mania infeliz de achar que nossa cultura não é tão boa quanto a de outros países. Como dizem por <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss?ocid=socialflow_facebookAcabei">aí</a>, temos o complexo de vira-lata. Falta otimismo. Falta orgulho. Ok. Temos nossos problemas, nossas falhas. Mas não precisamos sempre colocá-los em primeiro lugar… É um pouco sobre isso que comento no primeiro post do tema da semana, <a href="http://subindonotelhado.com.br/vamos-ler-mais-brasileiros/" target="_blank" rel="noopener">Vamos ler brasileiros</a>.</p>
<p>Desde 2014, tenho como meta de leitura<b> ler mais brasileiros</b> e já conheci vários autores interessantes que tive, inclusive, a oportunidade de trocar mensagens nas redes sociais, um deles é o escritor Anderson Henrique que topou responder <a href="http://subindonotelhado.com.br/entrevista-com-anderson-henrique/" target="_blank" rel="noopener">algumas perguntas sobre o cenário atual da literatura no Brasil</a>. Como a minha intenção nessa primeira edição do SNT é incentivar a leitura de autores brasileiros, principalmente os contemporâneos, fiz uma <a href="http://subindonotelhado.com.br/de-classicos-aos-contemporaneos/" target="_blank" rel="noopener">lista com alguns dos meus livros preferidos</a> e uma <a href="http://subindonotelhado.com.br/luzes-de-emergencia-se-acenderao-automaticamente/" target="_blank" rel="noopener">vídeo-resenha do livro Luzes de emergência se acenderão automaticamente</a>, da Luisa Geisler. E caso você não seja tão chegado a uma leitura, separei alguns <a href="http://subindonotelhado.com.br/na-tela-livros-brasileiros/" target="_blank" rel="noopener">filmes e séries que são baseados em livros</a>. Para fechar nossa semana &#8220;Leia Brasileiros&#8221;, Alan Nardi, novo colaborador, estreia sua coluna &#8220;Hell&#8217;s Kitchen&#8221; com a <a href="http://subindonotelhado.com.br/dois-irmaos/" target="_blank" rel="noopener">HQ Dois Irmãos, de Fábio Moon e Gabriel Bá</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Boa semana! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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