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	<title>Arquivo para Relacionamentos - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para Relacionamentos - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 00:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje eu quero falar sobre coragem. Esse substantivo feminino que se torna verbo quando precisamos colocá-lo em prática. Porque para ter coragem ou ser corajoso é preciso dar um passo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje eu quero falar sobre coragem. Esse substantivo feminino que se torna verbo quando precisamos colocá-lo em prática. Porque para ter coragem ou ser corajoso é preciso dar um passo, tomar uma atitude. Sair do campo da ideia e partir para ação. </p>



<p>Não é fácil ter coragem. Não é fácil sair da zona de conforto &#8211; Avaliar a vida e colocar na balança o que te faz bem e o que te faz mal. Excluir da vida o que não te preenche mais. </p>



<p>A gente fica com aquela ideia: pode mudar. Amanhã será um novo dia e tudo vai ser diferente. Bem, se as mudanças dependem de um conjunto de fatores e pessoas, a certeza do bom amanhã não vai existir 100%. Não controlamos muitas coisas nessa vida. Às vezes não controlamos nem os nossos pensamentos, imagine outras situações fora do nosso eu. </p>



<p>Mas ainda temos o direito de fazer escolhas para que todo dia seja bom e todo amanhã seja um pouco melhor que o hoje. E para isso existe a coragem.&nbsp;</p>



<p>Coragem de dizer não.&nbsp;</p>



<p>Coragem para correr atrás dos objetivos.&nbsp;</p>



<p>Coragem para se distanciar de quem não te faz bem.&nbsp;</p>



<p>Coragem para desapegar. Sair da zona de conforto. E seguir sem medo.&nbsp;</p>



<p>Coragem para admitir que uma jornada terminou e tudo bem.&nbsp;</p>



<p>Coragem para reinventar a vida.&nbsp;</p>



<p>No livro <strong>A arte de pedir</strong>, a artista Amanda Palmer comenta sobre seus grandes amigos mentores. Um deles é o Anthony, que sempre ao encontrar Amanda em um &#8220;surto autodestrutivo intenso&#8221; repetia a história a seguir:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Um camponês está sentado na varanda de casa, à toa. <br>Um amigo aparece para cumprimentá-lo e ouve um som medonho, um ganido agudo e prolongado, vindo de dentro de casa. <br>&#8211; Que som pavoroso é esse? &#8211; pergunta o amigo. <br>&#8211; É o meu cachorro &#8211; responde o camponês. &#8211; Está sentado num prego. <br>&#8211; Mas por que ele não levanta e sai dali? &#8211; quer saber o amigo. <br>O camponês pensa e então diz: <br>&#8211; Ainda não dói o suficiente. </td></tr></tbody></table></figure>



<p>Quando Amanda tinha crises, se perguntava por que fazia aquelas coisas com ela mesma e continuava a se meter em situações que a deixavam mal. E aí ela lembrava da história: &#8220;ainda não dói o suficiente&#8221;.&nbsp;</p>



<p>A verdade é que a vida não é um jogo &#8220;no limite&#8221;. A gente não precisa travar uma batalha diária. Não precisamos nos colocar à prova de qualquer coisa que seja para provar algo para alguém. Não precisamos aguentar situações com medo de perder. Com medo de errar. Com medo de pedir ajuda. Com medo de tentar de novo. De começar tudo novamente. Do zero.&nbsp;</p>



<p>A gente vai sentar em alguns pregos na vida. É inevitável. Mas assim que começar a incomodar, levanta e segue em frente. Vai ser melhor para o mundo e, principalmente, melhor para você.&nbsp;</p>



<p>Não precisa doer o suficiente. Não precisa se acomodar na dor. Só precisa é de coragem para saber que você sempre merece o melhor. E que você pode e deve buscá-lo.&nbsp;</p>



<p>Hoje, eu te desejo coragem.&nbsp;</p>
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		<title>sobre o amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2017 23:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do livro: Outros jeitos de usar a boca, da Rupi Kaur.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5290" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=960%2C960" alt="" width="960" height="960" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/rupi_kaur_foto_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=254%2C254&amp;ssl=1 254w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></p>
<p>Do livro: <a href="http://jeniffergeraldine.com/outros-jeitos-de-usar-boca/" target="_blank" rel="noopener">Outros jeitos de usar a boca</a>, da Rupi Kaur.</p>
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		<title>Deixa ir&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2017 11:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma palavra que entrou recentemente pro meu vocabulário da vida foi &#8220;destralhar&#8221;, que significa, no geral, se desfazer de coisas (roupas, objetos, etc) que estão acumuladas em casa sem nenhum [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine-1024x1024.jpg?resize=1024%2C1024" alt="" class="wp-image-4233" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=254%2C254&amp;ssl=1 254w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/por_do_sol_foto_jeniffergeraldine.jpg?w=1678&amp;ssl=1 1678w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure></div>



<p>Uma palavra que entrou recentemente pro meu vocabulário da vida foi &#8220;destralhar&#8221;, que significa, no geral, se desfazer de coisas (roupas, objetos, etc) que estão acumuladas em casa sem nenhum uso.</p>



<span id="more-4232"></span>



<p>Se desfazer do que não nos serve mais é parar um tempo para avaliar onde estamos, como está tudo, e refletir se ainda faz sentido manter. E às vezes não conseguimos nem &#8220;parar um tempo&#8221;, imagine avaliar algo. Mas desacelerar é preciso. &#8220;Parar um tempo&#8221; é essencial, não só para destralhar coisas, como sentimentos, hábitos nocivos e até pessoas da vida.</p>



<p>Da nossa bagunça, quem entende é a gente mesmo. Vez ou outra, alguém chega e bagunça mais um pouco o que já está bagunçado, mas temos que lembrar sempre que é com a nossa permissão. Nada na vida acontece por acaso. O tudo, ou o nada só acontecem porque permitimos.</p>



<p>As más e boas escolhas são de nossa responsabilidade. Nunca vamos acertar 100% mas precisamos aceitar que é tudo responsabilidade nossa e, principalmente, se perdoar. Se perdoar por ser impulsivo demais, ou pouco sentimental, ou muito intenso, ou pouco proativo, ou muito desligado e todo o resto. Se perdoar é se reconhecer.</p>



<p>Não vale a pena se apegar aos erros, assim como não vale insistir em algo ou alguém que não é no momento aquilo que você deseja/precisa na&nbsp;sua vida.</p>



<p>Deixa ir para que você possa ficar. Inteiro.</p>



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		<title>Seja sincero com você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2016 11:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acredito que todo mundo, alguma vez na vida, teve medo de expor os sentimentos. De mandar aquela mensagem pro crush falando &#8220;quero você aqui agora&#8221; com medo de fazer papel de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que todo mundo, alguma vez na vida, teve medo de expor os sentimentos. De mandar aquela mensagem pro <em>crush </em>falando &#8220;quero você aqui agora&#8221; com medo de fazer papel de trouxa. De dizer &#8220;não&#8221; pra um grande amigo com medo de decepcioná-lo. Quantas coisas deixamos de fazer/dizer com medo da reação do outro e do mundo todo?<span id="more-3920"></span></p>
<p>Acho uma grande bobagem essa história de fazer papel de trouxa. Se entregue quando achar que deve se entregar. Fale quando achar que deve falar. Sinta, com desejo, abundância e intensidade, quando acreditar que é a hora de sentir. Vai dar medo? Ô se vai! Aquele friozinho bom na barriga&#8230; Mas permita-se ser vulnerável de vez em quando. Nem tudo precisa ser certo, preto no branco, pingos nos is. As coisas precisam sair do eixo, às vezes. Bagunce sua vida. É bagunçando que a gente percebe depois o que não serve mais. E o que não serve mais, a gente passa adiante.</p>
<p>Como boa canceriana, sei que há tempo de concha e tempo de sol. E se for tempo de concha, tudo bem. Se resguarde, se agrade, se permita ficar na concha. Mas se for tempo de sol, brilhe, irradie, se permita ser intensidade.</p>
<p>Não se esconda por causa do que o mundo pode pensar. O mundo se acha tanto mas no fundo ele está bem perdido. Não é?</p>
<p>E não podemos esquecer de uma premissa básica do viver: a gente não sabe de nada, até ir lá e descobrir. São poucas as certezas da vida, e acredito que uma delas é justamente essa: as tentativas fazem parte do processo que é existir no mundo. E para existir por completo, precisamos ser sinceros com a gente mesmo, com nossos desejos, impulsos, sonhos e tudo mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um café da manhã para você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 18:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gente sempre fica esperando dos outros alguma demonstração de afeto e gentileza. E buscamos ser gentis porque acreditamos que &#8220;gentileza gera gentileza&#8221; e &#8220;o que vai, volta&#8221;, e ainda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A gente sempre fica esperando dos outros alguma demonstração de afeto e gentileza. E buscamos ser gentis porque acreditamos que &#8220;gentileza gera gentileza&#8221; e &#8220;o que vai, volta&#8221;, e ainda &#8220;não faça com os outros aquilo que não gostaria que fizessem com você&#8221;. São tantas expectativas e muitas delas atreladas ao outro.</div>
<p><span id="more-3803"></span></p>
<div>A gente confia nossa felicidade no outro. A gente deposita nossa fé no outro. A gente espera muito do outro.</div>
<div>Quando tudo que deveríamos fazer é preparar um café da manhã pra nós mesmos, daqueles tipo hotel, com tudo que tiver de melhor na despensa. Uma gentileza pra você. Um mimo feito de você pra você.</div>
<div>A ideia é parar de esperar que alguém te faça bem. E começar a se fazer o bem.</div>
<div>Compre flores. Dance no meio da sala sozinho. Beba a sua cerveja favorita numa terça à noite. Aprenda a fazer  o seu prato favorito. Veja quantas vezes quiser a sua série favorita.</div>
<div>Na sua lista de metas da vida precisa ter: encontrar aquilo que me faz bem sem precisar de alguém.</p>
<div>Se sentir completo não pode estar ligado apenas ao fato de ter uma pessoa do nosso lado. A gente merece coisas boas independente de onde elas venham. E não há ninguém melhor nesse mundo para entender nossas necessidades do que nós mesmos.</div>
<div>Não fique aí esperando o dia que alguém vai chegar pra preencher a vida que você acredita estar incompleta. Prepare um café da manhã pra você e aproveite sua companhia. Se outra companhia chegar, você prepara o café pra dois. Na vida, sempre cabe mais um. O que não pode é deixar de ter vida só porque não há outro alguém.</div>
</div>
<p>O post <a href="https://jeniffergeraldine.com/um-cafe-da-manha-para-voce/">Um café da manhã para você</a> apareceu primeiro em <a href="https://jeniffergeraldine.com">Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</a>.</p>
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		<title>Um amor extra forte, por favor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 11:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro Zambra]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[SNT #2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o princípio, a vida se transforma conforme a incidência de luz; as pessoas, com a chegada de outras. Uma chegada é um enigma. A condição indestrutível de ter sido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p style="text-align: center;">Desde o princípio, a vida se transforma conforme a incidência de luz; as pessoas, com a chegada de outras. Uma chegada é um enigma.</p><p style="text-align: center;">A condição indestrutível de ter sido (Helena Terra)</p></blockquote>



<p>Na literatura temos autores especialistas em <strong>romances românticos</strong>, nos quais os personagens passam por alguns conflitos, mas no final eles vão viver o “feliz para sempre”, um exemplo é o autor <strong>Nicholas Sparks</strong>, sucesso de vendas. Entendo até o motivo do sucesso, afinal um pouco de esperança faz bem.</p>



<p>Mas em contrapartida ao amor romântico, alguns autores preferem histórias mais reais, com separações, desilusões, perdas, conflitos. E como disse o professor Schianberg, personagem do livro de <strong>Marçal Aquino</strong>, alguns amores podem nos levar à ruína, ou seja, nem sempre teremos o final feliz como esperado.</p>



<span id="more-828"></span>



<p>No livro<strong> <a href="http://subindonotelhado.com.br/travessuras-da-menina-ma/" target="_blank" rel="noopener">Travessuras da menina má</a></strong> (Alfaguara, 2006), do peruano <strong>Mario Vargas Llosa</strong>, temos duas pessoas com personalidades e projetos de vida diferentes que se apaixonam: Ricardo Somocurcio, um peruano simples e modesto que tem como sonho de vida morar em Paris e Lily, a menina má, &nbsp;ambiciosa e aventureira, que gosta do luxo e para conseguir viver na riqueza se joga no mundo sem medos. Eles se conheceram quando eram crianças e Ricardo nunca esqueceu a chilenita.</p>



<p>Ricardito realizou seu sonho de morar em Paris e tornou-se tradutor da UNESCO e Lily não se conformava com a vida modesta que ele levava. Ela queria o mundo enquanto ele queria apenas ela. Sua felicidade estaria completa em apenas viver ao lado da mulher que sempre desejou. Isso acontece na vida real. Quantas pessoas não abandonam sonhos para ficar ao lado de quem gosta? Só que Lily não abandonou o seu desejo de conhecer o mundo e partiu para viver aventuras e ao final delas, reaparecia na vida de Ricardito. Era como se ele fosse o seu <i>coffee breake</i>, enquanto ela era uma doença para o bom moço.</p>



<p>Lily era uma mulher em cada lugar que passava e Ricardo conseguia amá-la de todas as maneiras. Parece romance barato, mas não é. É romance com passagens fortes e cenas cheias de paixão. Tem muita breguice, mas também realidade. Mostra o que as escolhas, ao passar do tempo, fazem com a vida dos personagens que não são perfeitos e como bons humanos, erram e vivem com o peso desses erros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Com o passar dos anos, eu me tornei igual a você. Para conseguir o que quer, vale tudo. São palavras suas, menina má. E, como você sabe perfeitamente, a única coisa que quero de verdade nesse mundo é você. &#8211; pag. 127</p></blockquote>



<p>O <strong>brasileiro Marçal Aquino</strong> também fala do sofrimento que é amar em seu livro <strong><a href="http://subindonotelhado.com.br/eu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios/" target="_blank" rel="noopener">Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios</a></strong> (Companhia das Letras, 2005). A vida do fotógrafo Cauby muda completamente quando ele conhece Lavínia, a mulher que “tinha uma luz particular, só dela, e um ar de quem poderia ser o que quisesse na vida”. Lavínia é esposa do pastor Ernani, homem que a tirou das ruas e das drogas. Mas além de ser aquela &nbsp;“colorida em meio ao cinzento”, ela era duas: Lavínia, a menina traumatizada, mulher do pastor, o amor de Cauby e a Lavínia doida, ou como Cauby gostava de chamá-la, Shirley.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Retomo o livro e leio mais um trecho grifado: o professor Schianberg diz que a natureza do amor, de não nos permitir escolher por quem nos apaixonamos, é uma rota que pode conduzir à ruína. Entendo por que Schianberg escreveu isso. E dou razão a ele. Alguns amores levam à ruína. Eu soube disso desde a primeira vez em que Lavínia entrou na minha casa.</p></blockquote>



<p>Cauby se apaixonou por uma mulher casada e que tinha um passado turbulento. Não foi escolha dele se apaixonar por alguém assim, mas aconteceu e ele quis viver a loucura que era esse amor. A narrativa é envolvente e tão real que parece que lemos sobre a vida de Cauby nas páginas de algum jornal. E se não bastasse tudo isso, Aquino cria o professor filósofo Schianberg que é citado inúmeras vezes por Cauby, na tentativa de com essas citações explicar algumas loucuras da vida e consequentemente as loucuras dos humanos. O fotógrafo segue a risca os ensinamentos de Schianberg, e por isso acreditava que nenhuma vida estaria completa sem um grande desastre. Então amar alguém como Lavínia foi o seu desastre, mas também a sua completude.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O trecho está grifado no livro. Nele, o professor Schianberg dá voz a Nietzsche — “Há sempre um pouco de loucura no amor, mas há sempre um pouco de razão na loucura” —, para depois contestá-lo, lembrando que na loucura dos amores contrariados não há espaço nenhum para a razão, apenas para mais loucura.</p></blockquote>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="800" height="569" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?resize=800%2C569" alt="bonsai-zambra foto jeniffer santos" class="wp-image-966" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?resize=700%2C498&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?resize=260%2C185&amp;ssl=1 260w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/bonsai-zambra-foto-jeniffer-santos.jpg?resize=70%2C50&amp;ssl=1 70w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></figure>
</div>


<p>Já o escritor chileno <strong>Alejandro Zambra</strong> resolveu nos contar sobre o fim de um amor. Não vamos acompanhar o nascer de uma paixão, mas sim o que aconteceu com os seus amantes quando o relacionamento terminou. Em <a href="http://subindonotelhado.com.br/bonsai/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bonsai</strong> </a>( tradução de Josely Vianna Baptista/ Cosac Naify, 2012) conhecemos a vida de Julio depois de Emilia e a vida de Emilia depois de Julio. Eu acredito que cada pessoa que passa por nossa vida deixa um pouco de si conosco, na história de Zambra nós vamos descobrir o que ficou de Julio em Emilia e o que de Emilia ficou em Julio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>No final ela morre e ele fica sozinho, ainda que na verdade ele já tivesse ficado sozinho muitos anos antes da morte dela, de Emilia. Digamos que ela se chama ou se chamava Emilia e que ele se chama, se chamava e continua se chamando Julio. Julio e Emilia. No final, Emilia morre e Julio não morre. O resto é literatura. – pag 10</p></blockquote>



<p>Se Zambra narrou o fim de um amor em 96 páginas, a brasileira <strong>Helena Terra</strong> nos mostra a beleza que existe na construção e desconstrução de um amor em apenas 80 páginas, com seu livro <strong>A condição indestrutível de ter sido</strong> (Dublinense, 2013).</p>



<p>A narradora conhece Mauro em um blog coletivo, se apaixona por ele e faz de tudo para viver essa paixão, mas Mau mora em outra cidade e é casado. Nesse livro encontrei um tema bem atual, a urgência de viver um amor. A personagem queria tanto ter esse relacionamento que esqueceu das consequências e não parou para encarar os fatos de um relação que já começou complicada.</p>



<p>Mas quem pensa muito com a razão quando encontra alguém que acredita ser a pessoa certa? É admirável a coragem da personagem em viver esse relacionamento e é ainda mais bonita a escrita poética de Helena que nos faz ver beleza no fim de um amor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Criei para nós um céu de palavras e o habitei com uma atmosfera carregada de esperanças e de verbos. A esperança e o verbo eram o meu ar, as minhas nuvens, o meu amor. Sem eles, pouco me importaria ser de carne e osso e ter ou não uma cabeça, tronco e membros.</p></blockquote>



<p>Os livros citados falam&nbsp;de amor mas de um tipo&nbsp;que chamo de extra forte, em que os personagens principais são levados ao extremo para viver aquilo que eles acreditam ser o &#8220;feliz para sempre&#8221;.&nbsp;São relacionamentos mais próximos da nossa realidade, com altos e baixos, desilusões, renúncias, escolhas e consequências. E como disse Cauby, &#8220;atire a primeira pedra aquele que não estremeceu ao recuperar, nos lençóis encardidos da cama em que dorme solitário, o cheiro da mulher ausente.&#8221;</p>



<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-875" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=37%2C37" alt="carrinho-de-compras" width="37" height="37" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?w=128&amp;ssl=1 128w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=80%2C80&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2015/06/carrinho-de-compras.png?resize=50%2C50&amp;ssl=1 50w" sizes="auto, (max-width: 37px) 100vw, 37px" /></a>Onde comprar:</p>



<p>Travessuras da menina má: <a href="http://goo.gl/BzyN0B" target="_blank" rel="noopener">Submarino</a>&nbsp;/ <a href="http://goo.gl/RzOueL" target="_blank" rel="noopener">Americanas</a>&nbsp;/ <a href="http://amzn.to/1KVyr3R" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zub" target="_blank" rel="noopener">Livraria Cultura</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zuh" target="_blank" rel="noopener">Saraiva</a></p>



<p>Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios:&nbsp;&nbsp;<a href="http://amzn.to/1MzQ9bl" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zuc" target="_blank" rel="noopener">Livraria Cultura</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zui" target="_blank" rel="noopener">Saraiva</a></p>



<p>Bonsai:&nbsp;<a href="http://goo.gl/sPF0hy" target="_blank" rel="noopener">Submarino</a>&nbsp;/ <a href="http://goo.gl/jcvoPz" target="_blank" rel="noopener">Americanas</a>&nbsp;/ <a href="http://amzn.to/1JBarkA" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zue" target="_blank" rel="noopener">Livraria Cultura</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zuj" target="_blank" rel="noopener">Saraiva</a></p>



<p>A condição indestrutível de ter sido:&nbsp;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/114024131/livro-a-condicao-indestrutivel-de-ter-sido" target="_blank" rel="noopener">Submarino</a>&nbsp;/ <a href="http://goo.gl/ijoqJ0" target="_blank" rel="noopener">Americanas</a>&nbsp;/ <a href="http://amzn.to/1T5JVEo" target="_blank" rel="noopener">Amazon</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zuf" target="_blank" rel="noopener">Livraria Cultura</a>&nbsp;/ <a href="http://oferta.vc/7Zuk" target="_blank" rel="noopener">Saraiva</a></p>
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		<title>Você dançaria comigo mais uma vez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 01:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ao som de:&#160;Los Hermanos – Mais uma canção Eu queria te dizer tantas coisas, sabe? Sei que você sabe e eu sei que não deveria fazer perguntas retóricas. Mas é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">ao som de:<a href="https://www.youtube.com/watch?v=88ghmV2X_F8" target="_blank" rel="noopener noreferrer">&nbsp;Los Hermanos – Mais uma canção</a></p>
<p>Eu queria te dizer tantas coisas, sabe? Sei que você sabe e eu sei que não deveria fazer perguntas retóricas. Mas é que assim que começo a pensar em você, começo a me perder.</p>
<p>E eu queria dizer que eu sei que fui eu que errei da última vez. Não errar, errar. Mas fui eu que fechei a porta na sua cara e disse: Não precisa mais voltar, estou machucado e não quero mais viver assim. Tolo? Precipitado? Infantil? Talvez uma dose de tudo misturada com o cansaço de como as coisas estavam e uma dose de uma vida atribulada.<span id="more-677"></span></p>
<p>Mas o que eu queria dizer mesmo, antes que eu enrole mais… É que eu vou voltar. Vou voltar para te ter só para mim. Dessa vez definitivo. Vamos ficar juntos. E não estou falando bobagem. Eu sinto. Eu sei.</p>
<p>Eu sei também que você pensa em mim e me quer. Mas sei também que seu lado racional fala mais alto. Mas a minha emoção é grande e vale por nós dois.</p>
<p>Ainda te sequestro dessa zona de conforto em que você está e te levo em uma aventura. Você precisa viver o novo, precisa viver com uma sensação de frio na barriga e medo de que tudo pode mudar. Eu sei que você precisa e eu sei que só eu posso te dar isso.</p>
<p>Quando beijo outras bocas esqueço você. Em outros braços nem lembro do seu abraço. Mas é só voltar para casa, deitar na cama vazia que aí surge você, feito fantasma. Assim como quando algo de ruim acontece ou tenho uma grande novidade, é para você que eu quero contar. É seu número que eu quero digitar no celular… Seria isso praga do destino por ter despedaçado alguns corações no meio do caminho? Seria isso amor? Paixão? Ou a simples vontade de ter algo que é quase impossível?</p>
<p>Acho que nem eu, nem você saberemos responder. Sei também que você pensa em mim logo depois que volta de encontro casuais. Sei que quer me ligar e dizer que sente saudades, mas se segura na razão como quem está no meio de um vendaval e se agarra em algo para se proteger.</p>
<p>Mas eu vou voltar e vou dizer o que você tem medo de verbalizar: Eu te amo.</p>
<p>Vou dizer com um sorriso no rosto. Aquele sorriso que eu sei que te desmancha e te deixa perto de mim. Vou te dizer com a entonação de quem não voltará mais atrás. Vou te dizer sem pretensão. Vou te dizer porque eu sinto e já está quase impossível esconder isso dentro de mim.</p>
<p>Uma hora vou explodir e você vai ter que conviver com isso.</p>
<p>Estou voltando… Mas não agora. Não amanhã e nem depois de amanhã. Ainda preciso me encontrar um pouco mais. Ainda preciso me perder um pouco mais. Ainda preciso de um tempo para ser mais racional. E eu sei que esse tempo é o que você precisa também para ter a certeza de que eu sou a única pessoa que você quer passar o resto dos domingos deitado na cama comendo besteira, abraçado e vendo filmes.</p>
<p>Estou voltando para colocar na vitrola uma música bem antiga que eu sei que você gosta e dizer: Você dançaria comigo mais uma vez?</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/05/tumblr_naxac2ZGjL1qa6um3o1_400.gif"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-678" src="https://i0.wp.com/subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2015/05/tumblr_naxac2ZGjL1qa6um3o1_400.gif?resize=330%2C182" alt="tumblr_naxac2ZGjL1qa6um3o1_400" width="330" height="182"></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Tô voltando</p>
<p style="text-align: center;">Não sei quando</p>
<p style="text-align: center;">Pra roubar teu coração!</p>
<p style="text-align: center;">(Los Hermanos)</p>
</blockquote>
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		<title>Quarta-feira de cinzas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2015 23:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos conhecemos num domingo. Os bloquinhos passavam. As pessoas esbarravam. A rua estava movimentada. Não tinha como voltar sem tropeçar em alguém. Não tinha como ir sem enfrentar de frente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos conhecemos num domingo. Os bloquinhos passavam. As pessoas esbarravam. A rua estava movimentada. Não tinha como voltar sem tropeçar em alguém. Não tinha como ir sem enfrentar de frente as pessoas que vinham atrás da marchinha. E ali parado, esperando aquele tsunami de confetes e alegria passar, a gente se esbarrou. Esbarrou mesmo. Ele estava conversando com uma amiga. Eu estava de costas. Nós viramos ao mesmo tempo e como num filme, cara a cara, quase um beijo roubado acidentalmente pelo acaso.</p>
<p>Naquele curto espaço físico fomos obrigados a conviver com o encontro. Surgiram desculpas pelo esbarrão, sorrisos sem graça. E daquele choque entre nossos corpos algo soltou faísca. Do esbarrão para o beijo não durou muito mais que 30 segundos. Tudo aconteceu rápido, voraz e sedento.<span id="more-652"></span></p>
<p>Naqueles olhos azuis não tive dúvidas que queria mergulhar. Não queria perder tempo. Não queria nem conversar. Nos beijamos antes da troca convencional de nomes. E naquele abraço, naquele beijo desconhecido… O bloquinho foi passando, as pessoas foram seguindo a folia… E como teríamos que nos desgrudar em algum momento do percurso, alguns minutos depois em que nossas línguas ensaiaram um frevo, trocamos nossos nomes, falamos um pouco, partimos um para cada lado. Ele beijou outras pessoas no meio do caminho, eu beijei outras tantas também… E enquanto nos desprendíamos e nos perdíamos em outros braços, nos olhávamos.</p>
<p>Era algo meio canibal. Enquanto ficávamos com outros, sabíamos que queríamos um ao outro. E ali, em meio a tantas bocas, caminhei em sua direção, ele na minha e sem um esbarrão dessa vez, escolhemos nos encontrar. Nos beijamos e beijamos, beijamos, beijamos… Ele disse para os que surgiam que eu era o namorado dele. Achei fofo, mas não levei a sério. Ele sorria e não queria me largar. Eu por minha vez me perdia naquele azul piscina que me olhava com vontade de quero mais…</p>
<p>A noite foi chegando, a rua foi esvaziando, as pessoas começaram a partir… Era chegada a hora. Nos despedimos. Nos beijamos pela última vez e aquele ‘tchau namorado!’ ficou ecoando entre o paralelepípedo e as casas quase vazias…</p>
<p>Assim que o vi se perder na multidão não lembrava mais do seu nome. E talvez aquilo fosse bom, quem se apega no segundo dia de carnaval? Talvez eu. Tá eu sei, sou desses… Mas nesse carnaval não seria assim. Nada de apegos. Era um carnaval para curtir com os amigos e não casar. Tinha uma foto da gente para recordar, estava ótimo. Pelo menos assim eu me enganava…</p>
<p>Depois desse dia não nos encontramos mais. Sei que queria encontrá-lo outra vez. Não sei se ele sentia o mesmo, mas isso não importava. Segui o ritmo do carnaval, subi e desci ladeiras, encontrei e me esbarrei em outras bocas. Conheci outros braços e dancei outros passos com íntimos desconhecidos.</p>
<p>Na terça-feira, quase no final do dia, em meio a um temporal. Fantasia pela metade, procurando um abrigo para fugir da chuva… Olha ele ali sorrindo ao me ver e gritando: “Namorado você me abandonou!”. Não precisou muito para corrermos ao encontro e nos beijarmos novamente, dessa vez na chuva e dessa vez com uma certa pressa de que o carnaval estava acabando e precisava de mais um pouco de você.</p>
<p>E ali, quase como na primeira vez que nos encontramos, em meio as pessoas que passavam pela gente, em meio à chuva que caia… Nos esbarramos mais uma vez e nos beijamos como se aquilo ali não fosse ter uma quarta-feira de cinzas no dia seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;M.P., 18 de fevereiro de 2015, uma quarta-feira de cinzas diferente de todas as outras</p>
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		<title>Forte de Santo Antônio, s/n</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2015 17:42:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>– Forte de Santo Antônio, por favor. – Você quer dizer: Farol da Barra? – O taxista respondeu – Sim. Isso mesmo! O final de semana em que estive na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>– Forte de Santo Antônio, por favor.</p>
<p>– Você quer dizer: Farol da Barra? – O taxista respondeu</p>
<p>– Sim. Isso mesmo!</p>
<p>O final de semana em que estive na sua cidade foi um misto de emoções. Me senti um liquidificador contendo em seu interior ansiedade, estranhamento, curiosidade e encantamento. Me vi reconhecendo aquelas ruas em que andamos juntos num passado próximo. Andando de mãos dadas como fazem os casais? Não. A sociedade ainda não estava preparada para o nosso caso de amor. Talvez nem nós dois estivéssemos… Andávamos lado a lado, esbarrando um no outro, sentindo a pele roçar discretamente.<span id="more-632"></span></p>
<p>Por aquelas ruas conhecidas de um passado que foi quase ontem, me vi vivendo ali, próximo de você. E aquilo foi mais confuso do que estar ai sem ter você. Dá para entender essa sensação? Não sei explicar direito. Mas é como se aquelas ruas, placas e sinalizações fizessem sentido e nada daquilo era por acaso. Será que tudo isso estava predestinado?</p>
<p>O Farol por exemplo, ali há anos na Barra, entre turistas, moradores e transeuntes… Tão forte, tão impetuoso… Tinha um significado diferente da primeira vez em que estive ali com você. Você lembra daquele dia? Fazia pouco sol. As nuvens estavam pintadas de cinza e o dia prometia chover. Você me fez rir entre as pedras e ficar com as bochechas coradas. Enquadramos aquele momento em uma fotografia e toda vez que olho para ela, sem você ali ao meu lado, não consigo me ver, vejo apenas você em meu sorriso leve, fácil, bobo…</p>
<p>Um parênteses que considero importante: <em>“O farol está muito associado a outros símbolos marítimos, como a onda, a âncora, o navio, o mar, entre outros, remetendo a um universo de incertezas, de perigo, de estagnação ou agitação. Neste contexto, o farol simboliza a luz que guia para o caminho seguro, para a direção certa, para o destino onde se pretende chegar.&nbsp;</em><em>Para os marinheiros e pescadores, o farol representa coragem para enfrentar a força do mar e o poder da natureza, além da devoção e o amor pela família. O farol também simboliza orientação, proteção, segurança, esperança, fé e inspiração.”</em> (<a href="http://www.dicionariodesimbolos.com.br/farol/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Dicionário de Símbolos</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E não é que dessa vez o tempo estava igualzinho aquele dia em que estive aí no Forte de Santo Antônio da Barra com você? Parecia que a vida queria repetir a dose. Pelo menos a meteorologia estava ao favor das nossas memórias. Pelo menos alguma coisa, não é mesmo?</p>
<p>Ali, sem você, com todo esse simbolismo de orientação, proteção, segurança que o Farol representa… Pensei em te ligar. Te convidar para repetir aqueles passos comigo. Mas porquê não liguei? Porquê não nos encontramos? Ao mesmo tempo em que queria, algo me segurava, me prendia, mas não a você… Parecia que a minha tatuagem de âncora no pé me fazia aportar na razão e você sabe como isso é bem contraditório para mim que sou todo feito de emoção.</p>
<p>Fugi de você, confesso. Mas fugi por um bom motivo, por mim, pela minha sanidade. Você é racional demais e eu mereço alguém que seja um pouco emoção. Alguém que deixe um pouco, nem que seja por breves dois segundos, a razão de lado e diga que me quer ali, agora. E eu sei que você não é feito dessas banalidades do amor romântico. É, eu sei… E foi por isso que resolvi ser só, ali, pelas ruas em que antes havíamos andado juntos.</p>
<p>E como essa carta é toda simbolismos e contradições… Sendo só por aquelas ruas já conhecidas de uma memória afetiva, me vi morando ali, lado a lado de você, mas sem você. Prelúdio? Destino? Aceitação? Acho que nunca saberei explicar essa nova sensação. Apenas&nbsp;sinto que o nosso tempo talvez tenha passado…</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Vá, ande logo que a fila tá aumentando e a tendência é piorar. Veja, se manque, tão querendo lhe passar pra trás. Vá, ande logo que a chuva tá aumentando, e a tendência é se molhar. Vá. Vá se acorde, que seu sonho já não existe mais. É o passado distante demais! E você vai se dar conta, que não somos mais iguais. E você vai se dar conta, que o passado não volta mais. E você vai se dar conta que é agora ou nunca mais. E você vai se dar conta que não se vive de lembranças. Vá, ande logo que a fila tá aumentando e a tendência piorar,<br />
Veja, se manque, tão querendo lhe passar pra trás. São os anjos e demônios que traem.</p>
<p style="text-align: center;"><cite><a href="https://soundcloud.com/sandy_ale/2-a-fila" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SandyAlê – A fila</a></cite></p>
</blockquote>
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		<title>Entre a razão e a emoção, nós dois ficamos onde?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2015 16:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olha, rapaz, eu já nem sei se já não é tarde demais. Tão devagar que eu nem notei. De repente estranho a minha falta de ar, olho para a rua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;">Olha, rapaz, eu já nem sei se já não é tarde demais. Tão devagar que eu nem notei. De repente estranho a minha falta de ar, olho para a rua e&nbsp;vejo a chuva cair. Dessa vez espero escurecer. Eu sei que algo está para me acontecer!</p>
<p style="text-align: center;"><cite><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mRsYc6ZmSgE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Thiago Pethit – Moon</a></cite></p>
</blockquote>
<p>Queria te dizer tantas coisas. Queria brigar com você. Dessas brigas épicas de dedo na cara e raiva efervescente. Queria ser mais explosivo. Queria explodir em você. Queria que você recolhesse meus cacos e visse a merda que fez. Queria me jogar feito um dramalhão mexicano na frente da sua casa e dizer: Conviva com isso!</p>
<p>Queria ter raiva de você, mas não consigo.</p>
<p>Você me deixa triste com suas não atitudes. Sei que tudo gira um pouco em torno das minhas expectativas, do que criei e imaginei que você faria… Mas é que quando gostamos de alguém, esperamos um pouco de atitude dessa pessoa, sabe? Esperamos que ela haja em alguns momentos…<span id="more-583"></span></p>
<p>E eu me decepcionei com você. Não esperava que fosse ser tão covarde. Esperava isso de mim, afinal sou quase 7 anos mais novo… Esperava que as atitudes por medo fossem mais minhas que suas.</p>
<p>Mas eis que a expectativa deu lugar a realidade e você se mostrou mais inseguro do que pensei que fosse. Ou mais racional? Não sei lidar com o seu nível de razão. Você sabe que sou mais emoção. Sempre fui. Também sempre soube que você era mais racional…</p>
<p>Mas entre a razão e a emoção, nós dois ficamos onde? Ficamos em uma interseção?</p>
<p>Eu queria tanto ter te visto naquele final de semana. Caminhei pela sua rua, fiz o percurso que fizemos juntos ano passado e por coincidência ou não, o tempo estava nublado como da última vez que estive aí. Parecia um prelúdio. Parecia tudo tão igual. Mas eu estava sozinho.</p>
<p>Queria ter te ligado. Queria sentir seu cheiro. Queria te abraçar e sentir meu corpo derreter como se fosse sorvete em um dia quente de verão&nbsp;em seus braços. Queria esquecer das dores do mundo em seus braços. Queria me ver nos seus olhos grandes. Queria sorrir com você. Queria entrar dentro de você em forma de saliva quando nos beijássemos. Queria que a vida nos esbarrasse nesses encontros casuais feitos pelo destino. Mas parece que o acaso não queria que nos encontrássemos e eu resolvi aceitar as coisas como são.</p>
<p>Você é razão. Tão racional que chega a ser meio cético. Em seus planos e projetos eu nem sou tema de anotação. Sua razão é maior que o coração e não há mal nenhum nisso. Só que eu sou emoção e quero alguém que pense um pouco em mim, que faça algo por mim. Que lute por mim. E sei que você jamais ativaria seu lado emocional por mim, ou ativaria?</p>
<p>É bem triste perceber isso. É bem dolorido saber que não existimos nessa interseção&nbsp;entre emoção e razão. Estou triste em como as coisas caminharam e seguem…</p>
<p>Você escolheu não arriscar entrar na roleta russa. Eu, por minha vez, entrei e apertei o gatilho. E você não fez nada. Continuou sentado no seu conforto, olhando a bala passar pela minha cabeça, de raspão….&nbsp;E esse foi meu último tiro.</p>
<p>E foi por isso que quando estive aí na sua cidade, pela sua rua… não fiz esforços para te encontrar. Deixei que você se esforçasse. Queria saber até que ponto sua razão cederia lugar à emoção e mais uma vez nessa batalha, eu perdi.</p>
<p>Estou assumindo: Nesse jogo sou perdedor. Bandeira branca amor.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Eu pensei que era capaz de te inventar e não voltar atrás mas tanto faz quem vai dizer que já não era diferente 10 minutos atrás. Sem pressa fico por aqui fecho os olhos pra me decidir. Qualquer coisa vai me acontecer, algo muda perto de você. It might be soon, my heart changes with the moon.</p>
<p style="text-align: center;"><cite><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mRsYc6ZmSgE" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Thiago Pethit – Moon</a></cite></p>
</blockquote>
<p>Queria te falar coisas que eu me arrependeria. Queria dizer que me perdi em outros braços. Queria saber se sentiria ciúmes. Queria abrir meu coração, falar dos meus medos, receios em gostar de você. Queria te culpar, te obrigar, te fazer sentir um pouco do que estou sentindo. Mas não fiz nada disso e nem vou fazer. Mais uma vez voltei em silêncio e talvez seja esse não dizer que tenha nos afastado.</p>
<p>E já tem tanto tempo que não nos falamos mais…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">M.P., Aracaju, começo de fevereiro de 2015.</p>
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