
Comecei maio de 2026 assistindo à série Mulheres Imperfeitas (Apple TV), um suspense dramático sobre a complexidade da amizade entre mulheres. A história acompanha três amigas de longa data que vivem em contextos sociais diferentes. A amizade parece resistir às diferenças até que um assassinato acontece e tudo que era estável começa a desmoronar. Recomendo bastante para quem curte o gênero. Também gosto muito do elenco, especialmente Elisabeth Moss e Kerry Washington.
Depois segui no mesmo universo de produções com protagonistas femininas e assisti à adaptação de A Empregada (Telecine). Já conhecia a história por ter lido o livro no ano passado, e gostei da adaptação. Eu tinha imaginado Nicole Kidman como Nina, mas Amanda fez um bom trabalho. Desde a leitura, me incomoda o fato de Nina usar outra mulher para atingir seus objetivos. Percebi que o filme tenta suavizar isso ao forçar uma espécie de “aliança feminina”, mas ainda assim sigo achando problemático.
A série que realmente ganhou espaço no meu coração (e na minha rotina) foi Off Campus – Amores Improváveis (Prime Video). Eu simplesmente já vi quatro vezes e li o primeiro livro. Sim, virei fã. Tive a sensação de que um universo novo e divertido se abriu para mim com o gênero new adult. A produção aborda temas importantes como abuso sexual e violência doméstica, mas de uma forma cuidadosa. Aliás, essa série tem prestado um grande serviço ao imaginário coletivo. Escrita e adaptada por mulheres, apresenta personagens — femininas e masculinas — mais vulneráveis e emocionalmente abertas. Não há muita intriga ou jogos de vingança, como estamos acostumadas a ver em certas comédias românticas (especialmente a geração 30+). Gostei muito. Já entrou para a lista de favoritas da vida. Vou continuar lendo os livros e acompanhando as próximas temporadas.
Fechei o mês com a segunda temporada de The Pitt (HBO). A série só me conquistou de fato a partir do sétimo episódio, quando o hospital precisa desligar toda a internet para se proteger de um possível ataque cibernético. A partir daí, como bem define a enfermeira-chefe, eles passam a viver um “inferno analógico”. O interessante é que, no episódio anterior, já havia ocorrido um embate entre dois médicos sobre o uso de IA generativa no preenchimento de prontuários. Gostei bastante. Depois disso, foi interessante acompanhar o choque de gerações e a equipe tendo que voltar ao bom e velho papel e caneta. Mas The Pitt também aborda, desde a primeira temporada, um tema essencial que é a saúde mental dos profissionais da área. E esse alerta nos leva a refletir sobre questões morais, éticas e mais subjetivas, como as relações entre médicos, pacientes e familiares.
Para quem gosta de conteúdo em vídeo, gravei o Diário Cult também nesse formato e tem alguns comentários a mais:
E o que você assistiu de bom por aí? Me conta! 😀

Eu acho a Elisabeth Moss maravilhosaaaa, fiquei curiosa pra assistir Mulheres Imperfeitas. Off Campus a minha irmã comentou sobre, agora fiquei um pouco mais curiosa com seu post!
https://nyrtais.blogspot.com/
Vale dar o play nas duas!
Eu sou muito cadelinha de The Pitt. A gente acabou vendo quase tudo de uma vez porque tivemos que parar de assistir um tempão. Eu gosto muito como ela faz eu me sentir dentro do hospital e como ela deixa claro que são todos humanos fazendo seu melhor naquele universo de caos e urgências. Eu adoro a Dana.
A empregada eu estou ensaiando pra assistir.
E você me deixou muito curiosa sobre Off Campus. Vou ficar sozinha uns dias em casa e como não acho que seja o tipo de série que meu marido vai querer ver eu vou aproveitar pra assistir.
Os outros filmes eu vou colocar na lista também!
Um beijo
Tenho essa sensação com The Pitt também, mas sempre demoro de engatar.
Olha, tem muita mulher colocando os namorados/ esposos para assistir Off Campus. E tem sido ótimo acompanhar as reações. Kkkkk
Bjs