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	<title>Arquivo para Suma de Letras - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para Suma de Letras - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Mr. Mercedes &#8211; Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Stephen King é considerado o mestre do terror. O autor possui mais de quarenta livros publicados e várias de suas obras foram adaptadas para o cinema e TV. Em 2014, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/stephen-king/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Stephen King</strong></a> é considerado o <strong>mestre do terror</strong>. O autor possui mais de quarenta livros publicados e várias de suas obras foram adaptadas para o cinema e TV. Em 2014, King começou a publicar a <strong>trilogia do detetive Bill Hodges</strong>.<span id="more-5801"></span></p>
<p>O primeiro livro chegou ao Brasil em 2016, através da <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/titulos.php?selo=Suma" target="_blank" rel="noopener">Suma de Letras</a>, com o título <strong>Mr Mercedes</strong>. A trama começa com um assassinato em massa de vários desempregados numa madrugada fria de uma cidade do Centro-Oeste. Eles estavam na fila de uma feira de empregos quando foram atropelados por um motorista dirigindo um Mercedes cinza. Oito pessoas morrem e quinze ficam feridas. O assassino? Ninguém tem notícias. O Mercedes foi abandonado próximo ao local do crime.</p>
<p>Quando li o relato da tragédia, fui buscar na memória se já tinha ouvido algum caso real semelhante ao narrado no livro. Não parece um fato tirado dos noticiários policiais? A partir daí, King já tinha conseguido atrair minha atenção.</p>
<p>Na época do assassinato em massa, um dos detetives responsáveis por investigar o caso foi Bill Hodges. Um ano depois, já aposentado, entrando quase em depressão por se sentir inútil longe da polícia e com pensamentos suicidas, Bill recebe uma carta de alguém assumindo a autoria do caso Mercedes e ainda zombando do detetive que não havia solucionado o crime. Era o tipo de incentivo que o detetive aposentado estava precisando na vida: um desafio, um mistério e a chance de solucionar um caso perdido por ele.</p>
<p>Os capítulos do livro são intercalados entre o detetive aposentado e o assassino do Mercedes, então logo depois que conhecemos Bill, somos apresentados ao Brady Hartfield, um jovem aparentemente normal, que tem dois empregos, e uma mãe alcoólatra. Acontece que Brady é o assassino do Mercedes. Então o suspense não gira em torno de descobrirmos quem é o <em>serial killer </em>mas sim na caçada que vai começar atrás do assassino e de como Bill pode impedir outro possível assassinato em massa.</p>
<p>O ritmo do livro é alucinante. Queremos virar as páginas e acelerar ainda mais a corrida contra o tempo de Bill para impedir outra tragédia, mas o que mais me instigou no livro foram os personagens. O detetive aposentado é um cara normal, um homem que cumpriu seu dever na polícia e agora deveria aproveitar sua aposentadoria vivendo sua vida como desejar. Mas qual vida se tudo sempre foi trabalho?</p>
<p>Brady Hartfield é um jovem que não teve uma infância fácil e sua ligação com a mãe nos faz lembrar do Norman Bates, de <a href="http://jeniffergeraldine.com/psicose-livro-e-serie/" target="_blank" rel="noopener">Psicose.</a>  Brady é um sociopata. Ele tem desprezo pelas outras pessoas. A sua maldade é real. É fruto do que ele acha que é injusto na sociedade, do seu preconceito e da sua inveja.</p>
<p>E ainda há dois personagens que vão surgir ao longo da narrativa para desempenhar os papéis de assistente do Hodges: Jerome e Holly. Jerome é um jovem negro muito inteligente e que entende bastante de tecnologia. Holly é uma mulher de mais de quarenta anos que é julgada incapaz pela família e sociedade, mas se mostra também muito perspicaz. Eles junto com Bill vão atrás do Assassino do Mercedes dispostos a salvar vidas e impedir uma nova tragédia.</p>
<p>O mestre do terror Stephen King deixou um pouco de lado o horror fantástico para mergulhar em um <em>thriller</em> <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/literatura-policial/" target="_blank" rel="noopener">policial</a> em que o mal pode ser real e é fruto de uma mente obsessiva e psicótica. A trilogia continua com <a href="http://amzn.to/2xuBvmS" target="_blank" rel="noopener">Achados e Perdidos</a>, e <a href="http://amzn.to/2wFz64P" target="_blank" rel="noopener">O Último Turno</a>. E você, assim como eu, vai querer ler os próximos livros.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Zkof-BNbWgk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<ul>
<li>Adquira o livro na Amazon e colabore com o blog: <a href="http://amzn.to/2wvBaRg" target="_blank" rel="noopener">Mr Mercedes</a></li>
<li><strong>Pista #SetembroPolicial: </strong>Cris desceu o monte em um carrinho de rolimã chateada</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;Mr. Mercedes &#8211; Stephen King&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
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		<title>Doctor Who &#8211; Mortalha da Lamentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado JG]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 02:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Suma de Letras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada contra Peter Capaldi, mas eu gostava mesmo era do Matt Smith no papel do Doctor. Aquele magricela estranho do queixo proeminente continua fazendo falta, e foi na tentativa de sanar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nada contra Peter Capaldi, mas eu gostava mesmo era do Matt Smith no papel do <em>Doctor</em>. Aquele magricela estranho do queixo proeminente continua fazendo falta, e foi na tentativa de sanar essa falta que comecei a ler “Mortalha da Lamentação”, escrito por Tommy Donbavand, um <em>whovian</em> como a gente, publicado no Brasil pela Suma de Letras. Seu texto cheio de bom humor é bem fluido e, como o livro é pequeno, muito provavelmente você vai ler num só final de semana.</p>
<p>A história de Dombavand reúne o 11º Doctor e Clara Oswald numa aventura contra a Mortalha. O inimigo da vez começou a tomar conta do planeta depois que o presidente norte-americano Kennedy foi assassinado em Dallas, no Texas (EUA), o que despertou um sentimento de tristeza em escala mundial. Dado que a Mortalha se alimentava exatamente de tristeza, então o planeta seria um prato cheio.<span id="more-683"></span></p>
<p>Na tentativa de salvar o planeta mais uma vez, o Doctor e Clara vão até Dallas e lá encontram Mae Callon, uma jornalista que havia sido designada para cobrir a morte trágica do presidente e também a primeira pessoa a notar a presença da Mortalha ao ver o rosto da avó recém-falecida numa mancha de café na redação do jornal. Em seguida, Warren Skeet, um agente do FBI que passou a ver o rosto de seu antigo parceiro, também se junta ao Doctor. Logo depois, os quatro seguem o plano do <em>Doctor</em> em busca de uma solução para impedir que a Mortalha se espalhe pelo mundo inteiro.</p>
<p>Só pelo fato de misturar um fato real, como a morte do presidente, a todo o universo ficcional de Doctor Who o livro já havia ganhado vários pontos comigo antes mesmo de iniciar a leitura. E, como eu disse, é possível “ouvir” o Matt novamente, o que já garantiu mais uns pontos extras aí. Mas ele realmente me ganhou mesmo quando começou a fazer a onomatopéia da TARDIS: “VUOR-VUO-VUO-VUO-UO-UO-UO-UO-U-U-U-U-U-U!”</p>
<p>Sim, sou desses que adora uma onomatopéia! <img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-smiley" src="https://i0.wp.com/livroecafe.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt=":D" /></p>
<p>Mas enfim, é importante ressaltar que a história é bem redondinha e muito bem contada. Tem começo, meio e fim bem definidos sem deixar nenhuma ponta solta. Nesse quesito eu diria até que é impecável. O único ponto em que a história perdeu o embalo já foi bem perto do final, pois o autor exagera um pouco e a narrativa se torna um tanto quanto mirabolante, e olhe que estamos tratando do universo ficcional de Doctor Who, em que (quase) tudo é possível.</p>
<p>Apesar dessa “patinada” no final, o livro é muito bom e é essencial pra quem ainda sente falta de Matt Smith na TV.</p>
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