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	<title>Arquivo para #SetembroPolicial - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para #SetembroPolicial - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Livros de setembro/2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2017 14:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As leituras e os livros novos de setembro/2017. 7 curiosidades sobre romance policial  Mr. Mercedes Suicidas Conto “O Cobrador” de Rubem Fonseca: a violência como resposta à desigualdade social  Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As leituras e os livros novos de setembro/2017.</p>
<ul>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/7-curiosidades-sobre-romance-policial/" target="_blank" rel="noopener">7 curiosidades sobre romance policial </a></li>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/mr-mercedes-stephen-king/" target="_blank" rel="noopener">Mr. Mercedes</a></li>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/suicidas-raphael-montes/" target="_blank" rel="noopener">Suicidas</a></li>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/conto-o-cobrador-de-rubem-fonseca-violencia-como-resposta-desigualdade-social/" target="_blank" rel="noopener">Conto “O Cobrador” de Rubem Fonseca: a violência como resposta à desigualdade social </a></li>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/os-primeiros-livros-publicados-por-agatha-christie/" rel="bookmark">Os primeiros livros publicados por Agatha Christie</a></li>
</ul>
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		<title>Suicidas &#8211; Raphael Montes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[Benvirá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suicidas é o primeiro romance do escritor carioca Raphael Montes. O livro foi finalista de muitos prêmios literários, em 2012 foi publicado pela Benvirá, selo da Editora Saraiva, e agora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Suicidas</strong> é o primeiro romance do escritor carioca <strong>Raphael Montes</strong>. O livro foi finalista de muitos prêmios literários, em 2012 foi publicado pela <a href="http://www.benvira.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Benvirá</a>, selo da Editora Saraiva, e agora em 2017 ganhou uma reedição pela <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/index.php" target="_blank" rel="noopener">Companhia das Letras</a>.<span id="more-5817"></span></p>
<p>Foi estranho ler esse livro durante o <a href="http://www.setembroamarelo.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Setembro Amarelo</strong></a>, campanha de prevenção ao suicídio. E quando fui publicar uma foto no <a href="http://instagram.com/jeniffergeraldine" target="_blank" rel="noopener">Instagram </a>e utilizei a <em>hashtag</em> #suicidas recebi um alerta da plataforma sobre a questão que me fez remover a palavra-chave do meu <em>post</em>.</p>
<p>Na época que o Raphael lançou o livro não existia a campanha (ela só teve início no Brasil em 2014). Então esse livro, como muitos do <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/literatura-policial/" target="_blank" rel="noopener">gênero policial</a>, não é para qualquer leitor. Ele não é um alerta sobre as causas do suicídio. É um livro policial que tem como base para trama a roleta-russa, que de acordo com o dicionário é uma &#8220;operação que consiste em deixar uma só bala no tambor de um revólver, fazê-lo girar, apontar o cano da arma para si próprio ou para outrem, sem conhecer a posição exata da bala, e apertar o gatilho, isso por bravata e/ou desejo de experimentar emoções violentas&#8221;.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/14206_gg.jpg"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-5823 size-medium" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/14206_gg-200x300.jpg?resize=200%2C300" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/14206_gg.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/14206_gg.jpg?w=434&amp;ssl=1 434w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Dito isso, posso falar sobre o livro. No porão de uma casa, nove jovens da elite carioca participam de uma roleta-russa. Todos morrem. E um ano depois da tragédia, a delegada Diana Guimarães reúne as mães dos jovens para tentar entender o que realmente aconteceu naquele dia e os possíveis motivos do suicídio coletivo.</p>
<p>A delegada, as mães e os leitores só vão poder ter a chance de saber um pouco do que aconteceu naquele dia por conta do diário do Alessandro Parentoni, jovem aspirante a escritor, que além de manter esse diário sobre sua vida também estava escrevendo um livro no momento em que acontecia a roleta-russa. Sim. Enquanto todo mundo estava entre a sorte e a morte, o Alê registrava cada ação e diálogo no que seria seu futuro livro de grande sucesso. Isso me incomodou bastante na narrativa. Fiquei imaginando o controle que esse rapaz deveria ter para escrever enquanto via seus amigos morrerem.</p>
<blockquote>
<div class="noteText">Nem mesmo eu sei se estou certo. Não sei se vale a pena estar aqui, vivendo esta loucura, narrando cada instante, obcecado, vendo seres humanos definharem diante da morte, rendendo-se ao instinto. Tudo isso para quê? Para ser lido num país onde metade da população é analfabeta. Para realizar um sonho que desde cedo me disseram ser utópico, irreal, coisa de louco. Pois eu sou louco.</div>
</blockquote>
<div></div>
<blockquote>
<div class="noteText">Cada um, dentro de si, tem um motivo para estar aqui. Eu não posso querer que eles me entendam&#8230; Também não me interessa sabê-los. Ninguém perguntou os meus&#8230; E eu ficaria puto por ter que explicá-los a quem quer que fosse. Estou aqui porque estou. Por algo interno que me motiva. Foda-se o resto. Não precisa fazer sentido.</div>
</blockquote>
<div></div>
<p>Os noves jovens são personagens bastante clichês. Como exemplos temos o Zak, amigo de infância do Alê, como o playboy malhado e riquinho e o Alê como o nerd que não tem sorte com as mulheres. Mas confesso que esqueci dos clichês porque a narrativa é bem envolvente e ágil. A leitura fluiu que nem percebi. Fiquei intrigada para saber os motivos que levaram aqueles jovens a estarem ali participando de um jogo de morte. Quis, assim como a delegada Diana e as mães, ler o próximo capítulo escrito pelo Alessandro. Fui sofrendo aos poucos. Fiquei chocada em alguns momentos. E comecei a achar tudo uma loucura.</p>
<p>O final surpreende pela ousadia do autor e reforça a ideia de que quando alguém nos conta uma história é sempre apenas uma versão dela.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/M72le_BwXLk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<ul>
<li>Adquira o livro na Amazon e colabore com o blog: <a href="http://amzn.to/2vWeIiL" target="_blank" rel="noopener">Suicidas</a></li>
<li><strong>Pista #SetembroPolicial:</strong> Lucas subiu o monte com Cris e Isa que não largavam do seu pé desde o encontro</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;Suicidas &#8211; Raphael Montes&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
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		<title>Conto &#8220;O Cobrador&#8221; de Rubem Fonseca: a violência como resposta à desigualdade social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rubem Fonseca é um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Antes de se dedicar à literatura, Rubem foi policial e sua experiência na área estão presentes em suas obras. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rubem Fonseca</strong> é um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Antes de se dedicar à literatura, Rubem foi policial e sua experiência na área estão presentes em suas obras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os livros de Fonseca trazem um texto cru e personagens marginais &#8211; prostitutas, assassinos, policiais. São narrativas densas que foram marcadas por tudo que o escritor viu e ouviu durante seus anos na polícia. O seu primeiro livro foi a coletânea de contos <strong>Os Prisioneiros</strong> publicada em 1963. Suas obras já o premiaram com o <strong>Jabuti </strong>e <strong>Camões</strong>, dois dos grandes <strong>prêmios literários de língua portuguesa</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/36091820_PV-Rio-de-Janeiro-RJ-30-10-2009-Rubem-FonsecaFoto-Zeca-Fonseca.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="445" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/36091820_PV-Rio-de-Janeiro-RJ-30-10-2009-Rubem-FonsecaFoto-Zeca-Fonseca-1024x445.jpg?resize=1024%2C445" alt="" class="wp-image-5864" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/36091820_PV-Rio-de-Janeiro-RJ-30-10-2009-Rubem-FonsecaFoto-Zeca-Fonseca.jpg?resize=1024%2C445&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/36091820_PV-Rio-de-Janeiro-RJ-30-10-2009-Rubem-FonsecaFoto-Zeca-Fonseca.jpg?resize=300%2C130&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/36091820_PV-Rio-de-Janeiro-RJ-30-10-2009-Rubem-FonsecaFoto-Zeca-Fonseca.jpg?w=1265&amp;ssl=1 1265w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption>Foto: Zeca Fonseca</figcaption></figure>
</div>


<span id="more-5863"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1979, Fonseca publicou o livro <strong>O Cobrador</strong>, uma reunião de dez contos com temáticas sobre crime e violência urbana no Rio de Janeiro da década de 1970. O conto que dá nome ao livro é o objeto de análise deste ensaio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Cobrador</strong> é um conto narrador em primeira pessoa por um homem que se autodenomina Cobrador. Não sabemos seu nome, mas conhecemos suas angústias e sua missão de vida. O narrador-personagem é um assassino em série. Não há um padrão em seus crimes, mas seu alvo são pessoas de classe social alta, os ricos. E sua motivação para matá-los é a dívida que a sociedade tem com ele, um homem pobre de dinheiro, família e dignidade. Como o próprio diz no texto estão devendo &#8220;comida, buceta, cobertor, sapato, casa, automóvel, relógio, dentes&#8230;&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/ocobrador_rubem_fonseca.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="327" height="496" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/ocobrador_rubem_fonseca.jpg?resize=327%2C496" alt="" class="wp-image-5865" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/ocobrador_rubem_fonseca.jpg?w=327&amp;ssl=1 327w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/ocobrador_rubem_fonseca.jpg?resize=198%2C300&amp;ssl=1 198w" sizes="auto, (max-width: 327px) 100vw, 327px" /></a></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O texto de Rubem Fonseca tem características do que chamamos de literatura moderna ao permitir que o leitor compreenda, através de algumas pistas, elementos essenciais sobre a narrativa e a personagem. No caso do conto </span><strong>O Cobrador</strong><span style="font-weight: 400;">, temos poucas informações sobre nosso personagem, principalmente sobre o seu passado. Afinal o que teria feito aquele homem a travar essa luta pessoal contra os ricos da cidade? O que poderia ter feito ele se rebelar tanto a ponto de fazer justiça com as próprias mãos? Quer dizer, afinal, o que o Cobrador faz é justiça? São possíveis questionamentos levados por Rubem Fonseca no texto.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Sobre o passado do Cobrador, podemos perceber, através de algumas passagens da narrativa, que é bem provável que ele era o chamado &#8220;cidadão de bem&#8221;, um homem que paga suas contas e cumpre com suas obrigações conforme a lei. E o próprio personagem diz &#8220;não pago mais nada, cansei de pagar!, gritei para ele, agora eu só cobro!”. Ele havia cansado e agora ia cobrar o que o tiraram.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">É necessário também olhar para o período em que o conto foi escrito. Em 1970, o Brasil passava pelo milagre econômico, na época do regime militar, e esse fato, conforme analisaram especialistas depois, aumentou o abismo entre ricos e pobres. Para o economista Flávio Tavares de Lyra, em <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/economia/noticia/2014/03/mesmo-com-milagre-economico-na-decada-de-1970-governo-militar-devolveu-um-pais-quebrado-ao-deixar-o-poder-4453471.html" target="_blank" rel="noopener">reportagem ao Jornal Zero</a></span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">o foco era a proteção à expansão do patrimônio das classes empresariais. E o milagre econômico foi um modelo elitista. Olhando para o espaço da narrativa, percebemos o motivo pelo qual os ricos eram os alvos do Cobrador. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Não é nada agradável acompanhar os relatos dos crimes cometidos pelo Cobrador. Rubem Fonseca não economiza em palavrões e em cenas de violência para mostrar ao leitor do que o Cobrador era capaz de fazer para levar adiante sua vingança pessoal. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Geralmente podemos ler casos semelhantes nas páginas dos jornais e tecemos julgamentos condenatórios ao autor dos crimes. Ter a possibilidade de ler e acompanhar a narração desses crimes, nos mostra o outro lado. O que não está nas páginas dos jornais. É a hora do &#8220;lugar de fala&#8221;. Ninguém está mediando um fato ou um discurso.&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">O Cobrador fala sobre suas angústias e narra os seus crimes. A todo momento ele tenta explicar seus atos, reforçar o seu lugar de minoria e o motivo da sua cobrança à sociedade.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Muitas pessoas que vivem à margem da sociedade utilizam a violência para sobreviver. Mas no caso do nosso personagem a violência não é modo de sobrevivência. Ele a utiliza como resposta à desigualdade social, porém </span><span style="font-weight: 400;">pautada em um discurso de ódio e egocentrista. Os crimes são cruéis, inspirados em cenas de filmes, e é uma jornada baseada no seu desespero e angústia e não no bem de todos seus semelhantes. Há também um sentimento de inveja na hora da escolha de suas vítimas. Como se, na verdade, ele quisesse ter tudo aquilo que aquelas pessoas representavam. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Esse sentimento de inveja e cobiça fica provado quando ele se apaixona por Ana, uma garota que representa tudo aquilo que ele cobra à sociedade. Em um momento parece que o Cobrador passa a ter algo que sempre desejou através da figura dela. </span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O conto </span><strong>O Cobrador </strong><span style="font-weight: 400;">permite que através da literatura uma minoria ocupe o seu lugar de fala e, assim, mostra pra sociedade o outro lado da moeda, aquilo que nem sempre estamos dispostos a ver.</span></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Foto de capa:&nbsp;Lázaro Ramos no <a href="https://ornitorrinco.net.br/hist%C3%B3rias-curtas-adaptadas-para-o-cinema-4af140a2852c" target="_blank" rel="noopener">filme &#8220;O Cobrador&#8221;, de Paul Leduc</a>. A produção é baseada em quatro contos do Rubem Fonseca.</li><li>Adquira o livro na Amazon: <a href="http://amzn.to/2fPokDn" target="_blank" rel="noopener">O Cobrador</a></li></ul>
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		<title>Mr. Mercedes &#8211; Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura policial]]></category>
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		<category><![CDATA[Suma de Letras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Stephen King é considerado o mestre do terror. O autor possui mais de quarenta livros publicados e várias de suas obras foram adaptadas para o cinema e TV. Em 2014, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://jeniffergeraldine.com/mr-mercedes-stephen-king/">Mr. Mercedes &#8211; Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://jeniffergeraldine.com">Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/stephen-king/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Stephen King</strong></a> é considerado o <strong>mestre do terror</strong>. O autor possui mais de quarenta livros publicados e várias de suas obras foram adaptadas para o cinema e TV. Em 2014, King começou a publicar a <strong>trilogia do detetive Bill Hodges</strong>.<span id="more-5801"></span></p>
<p>O primeiro livro chegou ao Brasil em 2016, através da <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/titulos.php?selo=Suma" target="_blank" rel="noopener">Suma de Letras</a>, com o título <strong>Mr Mercedes</strong>. A trama começa com um assassinato em massa de vários desempregados numa madrugada fria de uma cidade do Centro-Oeste. Eles estavam na fila de uma feira de empregos quando foram atropelados por um motorista dirigindo um Mercedes cinza. Oito pessoas morrem e quinze ficam feridas. O assassino? Ninguém tem notícias. O Mercedes foi abandonado próximo ao local do crime.</p>
<p>Quando li o relato da tragédia, fui buscar na memória se já tinha ouvido algum caso real semelhante ao narrado no livro. Não parece um fato tirado dos noticiários policiais? A partir daí, King já tinha conseguido atrair minha atenção.</p>
<p>Na época do assassinato em massa, um dos detetives responsáveis por investigar o caso foi Bill Hodges. Um ano depois, já aposentado, entrando quase em depressão por se sentir inútil longe da polícia e com pensamentos suicidas, Bill recebe uma carta de alguém assumindo a autoria do caso Mercedes e ainda zombando do detetive que não havia solucionado o crime. Era o tipo de incentivo que o detetive aposentado estava precisando na vida: um desafio, um mistério e a chance de solucionar um caso perdido por ele.</p>
<p>Os capítulos do livro são intercalados entre o detetive aposentado e o assassino do Mercedes, então logo depois que conhecemos Bill, somos apresentados ao Brady Hartfield, um jovem aparentemente normal, que tem dois empregos, e uma mãe alcoólatra. Acontece que Brady é o assassino do Mercedes. Então o suspense não gira em torno de descobrirmos quem é o <em>serial killer </em>mas sim na caçada que vai começar atrás do assassino e de como Bill pode impedir outro possível assassinato em massa.</p>
<p>O ritmo do livro é alucinante. Queremos virar as páginas e acelerar ainda mais a corrida contra o tempo de Bill para impedir outra tragédia, mas o que mais me instigou no livro foram os personagens. O detetive aposentado é um cara normal, um homem que cumpriu seu dever na polícia e agora deveria aproveitar sua aposentadoria vivendo sua vida como desejar. Mas qual vida se tudo sempre foi trabalho?</p>
<p>Brady Hartfield é um jovem que não teve uma infância fácil e sua ligação com a mãe nos faz lembrar do Norman Bates, de <a href="http://jeniffergeraldine.com/psicose-livro-e-serie/" target="_blank" rel="noopener">Psicose.</a>  Brady é um sociopata. Ele tem desprezo pelas outras pessoas. A sua maldade é real. É fruto do que ele acha que é injusto na sociedade, do seu preconceito e da sua inveja.</p>
<p>E ainda há dois personagens que vão surgir ao longo da narrativa para desempenhar os papéis de assistente do Hodges: Jerome e Holly. Jerome é um jovem negro muito inteligente e que entende bastante de tecnologia. Holly é uma mulher de mais de quarenta anos que é julgada incapaz pela família e sociedade, mas se mostra também muito perspicaz. Eles junto com Bill vão atrás do Assassino do Mercedes dispostos a salvar vidas e impedir uma nova tragédia.</p>
<p>O mestre do terror Stephen King deixou um pouco de lado o horror fantástico para mergulhar em um <em>thriller</em> <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/literatura-policial/" target="_blank" rel="noopener">policial</a> em que o mal pode ser real e é fruto de uma mente obsessiva e psicótica. A trilogia continua com <a href="http://amzn.to/2xuBvmS" target="_blank" rel="noopener">Achados e Perdidos</a>, e <a href="http://amzn.to/2wFz64P" target="_blank" rel="noopener">O Último Turno</a>. E você, assim como eu, vai querer ler os próximos livros.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Zkof-BNbWgk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<ul>
<li>Adquira o livro na Amazon e colabore com o blog: <a href="http://amzn.to/2wvBaRg" target="_blank" rel="noopener">Mr Mercedes</a></li>
<li><strong>Pista #SetembroPolicial: </strong>Cris desceu o monte em um carrinho de rolimã chateada</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;Mr. Mercedes &#8211; Stephen King&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
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		<title>Os primeiros livros publicados por Agatha Christie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
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		<category><![CDATA[Globo Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agatha Christie é sinônimo de diversidade e quantidade no gênero policial. Ela nos presenteou com mais de 60 romances, além de contos e textos para teatro. E sua obra tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agatha Christie</strong> é sinônimo de diversidade e quantidade no <strong>gênero policial</strong>. Ela nos presenteou com mais de 60 romances, além de contos e textos para teatro. E sua obra tem vários detetives em ação, como Poirot, Miss Jane Marple, e o casal Tommy e Tuppence.</p>
<p>Em junho de 2017, comecei um projeto pessoal para ler em ordem cronológica a obra completa da <strong>Rainha do Crime</strong>.  Os dois primeiros livros publicados por Agatha foram <strong>O Misterioso Caso de Style</strong> e <strong>O Adversário Secreto</strong>.<span id="more-5792"></span></p>
<h4><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/O-Misterioso-Caso-de-Style-.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5794 alignleft" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/O-Misterioso-Caso-de-Style-.jpg?resize=230%2C346" alt="" width="230" height="346" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/O-Misterioso-Caso-de-Style-.jpg?w=230&amp;ssl=1 230w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/O-Misterioso-Caso-de-Style-.jpg?resize=199%2C300&amp;ssl=1 199w" sizes="auto, (max-width: 230px) 100vw, 230px" /></a>O Misterioso Caso de Style (1920)</h4>
<p>O primeiro livro publicado por Agatha Christie surgiu a partir de um desafio da sua irmã. Madge apostou que Agatha não era capaz de escrever uma boa história de detetive. Nesse tempo, a futura Rainha do Crime trabalhava em uma farmácia e entendia muito de veneno. Esse livro também é o primeiro em que aparece o famoso detetive Hercule Poirot e Arthur Hastings.</p>
<p>Tudo começa quando Hastings encontra um antigo amigo, John Cavendish, e aceita passar uns dias na casa de campo Styles. A casa foi herdada por Emily Inglethorp, madrastra dos irmãos Cavendish. Na verdade, Emily controla toda o dinheiro da família, fato que não deixa os irmãos muito à vontade, ainda mais que ela casou novamente com um sujeito estranho e vinte anos mais novo, o Alfred Inglethorp. A tranquilidade da casa de campo e os dias calmos de Hastings acabam quando Emily é encontrada morta em seu quarto trancado.</p>
<p>O que teria acontecido? Há especulações de que Emily morreu envenenada mas como e por quem? Hastings entra em ação, já que sempre quis ser detetive, mas pede a família para chamar um outro velho amigo seu, o excêntrico detetive belga, Hercule Poirot.</p>
<p>A investigação começa e a gente já sabe que quando Agatha coloca todo mundo numa casa, todos são suspeitos, ainda mais quando há uma herança em jogo. É uma leitura interessante, principalmente para conhecermos um pouco do detetive que será um dos principais da obra da autora, mas há uma enrolação para se chegar ao final do livro e assim desvendar o mistério. Apesar de que essa enrolação me fez duvidar do meu suspeito algumas vezes. Vale a pena ler, se você quiser acompanhar a linha do tempo de Poirot e Hastings do início.</p>
<h4><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/o-adversario-secreto.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5795 alignleft" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/o-adversario-secreto.jpg?resize=250%2C375" alt="" width="250" height="375" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/o-adversario-secreto.jpg?w=250&amp;ssl=1 250w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/o-adversario-secreto.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a>O adversário secreto (1922)</h4>
<p>O segundo livro publicado foi <strong>O adversário secreto</strong> e nos apresenta o casal de detetives <strong>Tommy e Tuppence</strong>. Fiquei bastante empolgada com essa leitura porque não vemos tantos casais detetives por aí. Há sempre uma assistente ajudando o detetive, mas Tuppence não é uma simples assistente, ela é detetive e protagonista que parte pra ação e investigação.</p>
<p>Tommy e Tuppence já se conheciam antes, se reencontram, estão sem grana e buscando meios de sobreviver. Então, eles entram, em primeiro lugar, no ramo da investigação porque estão sem dinheiro e precisam pagar os boletos.</p>
<p>A trama começa com o naufrágio do navio <em>Lusitania</em> durante a primeira guerra mundial &#8211; esse fato histórico é verdadeiro e serviu de inspiração para o livro. Após essa tragédia, a jovem Jane Finn que é uma das sobreviventes desaparece e é trabalho de Tommy e Tuppence encontrá-la. Há suspeita de que Jane está com documentos importantes que podem comprometer a Inglaterra e seus países aliados na guerra. E claro que a jovem está sendo procurada pelo bem e pelo mal e isso vai levar nosso casal a viver dias tensos com sequestros, assassinatos e perseguições. E como eles são inexperientes vão passar por poucas e boas, mas a coragem e o desejo de aventura vão sempre superar o medo.</p>
<p>É uma leitura leve e me peguei rindo em algumas partes. Tudo isso se dá por conta das personalidades dos nossos jovens detetives. Você começa a rir só de ouvir o nome &#8220;Jovens Aventureiros ltda.&#8221;.</p>
<blockquote><p>Dois jovens aventureiros oferecem seus serviços. Dispostos a fazer qualquer coisa, prontos para ir de bom grado a qualquer lugar. A remuneração deve ser boa. Nenhuma proposta insensata será recusada.</p></blockquote>
<p>Além de encontrar Jane Finn, Tommy e Tuppence precisa lidar com o chamado adversário secreto, alguém muito poderoso que está por trás disso tudo e que ninguém conhece, nem mesmo os seus aliados. E isso deixa a história com duas investigações tanto para os jovens aventureiros quanto para os leitores. Vamos especular bastante e nos divertir com a inocência, disposição, e senso de humor de Tommy e Tuppence.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/sTtaquY_jVI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<ul>
<li>Adquira os livros na Amazon e colabore com o blog: <span style="font-weight: 400;"><a href="http://amzn.to/2xPQuZQ" target="_blank" rel="noopener">O misterioso caso de Styles</a> | <a href="http://amzn.to/2xfNind" target="_blank" rel="noopener">O adversário secreto</a></span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;Os primeiros livros publicados por Agatha Christie&#8221; por aí!</strong> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Setembro Policial &#8211; Gincana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2017 19:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É hora de brincar de detetive! Nossa última ação pro #SetembroPolicial é uma gincana em que você é convidado a solucionar um mistério. Leia a história escrita por Paulo, do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/gincana-ok.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5786" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/gincana-ok.jpg?resize=591%2C582" alt="" width="591" height="582" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/gincana-ok.jpg?w=591&amp;ssl=1 591w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/gincana-ok.jpg?resize=300%2C295&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 591px) 100vw, 591px" /></a>É hora de brincar de detetive! Nossa última ação pro <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/setembropolicial/" target="_blank" rel="noopener">#SetembroPolicial </a>é uma gincana em que você é convidado a solucionar um mistério. Leia a história escrita por Paulo, do blog <a href="http://www.pontoparaler.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Ponto para Ler</a>, desvende o mistérios encontrando as pistas nos blogs organizadores e no dia 29 responda o <a href="https://docs.google.com/forms/d/1DTOfsqLxk8EH2M3Qn7KNwXKM1zPRGPKGbXEU-pgXSlM/closedform" target="_blank" rel="noopener">formulário</a> &#8211; quem responder primeiro e corretamente ganha o prêmio e em caso de empate faremos um sorteio.<span id="more-5785"></span></p>
<p><em><strong>Caso: Desaparecimentos na Trilha de Niterói</strong></em><strong><em><br />
Por Paulo Souza</em></strong></p>
<p><em>Quando um grupo de amigos feitos pela internet resolver se encontrar pessoalmente, lembre-se de um fator muito importante: não façam uma trilha no primeiro dia. Não estou falando isso por conta de uma trilha poder ser cansativa, mas de como uma trilha pode despertar o lado mais improvável das pessoas. A probabilidade de uma pessoa que você acabou de conhecer pessoalmente surtar no meio do mato é a mesma de um garçom conseguir fechar a conta de uma mesa de primeira. Ou seja, as pessoas irão surtar.</em></p>
<p><em>Antes de começar a contar sobre as desventuras do dia do grande encontro do Pacto Literário, preciso dizer quem são as pessoas, para que você tente descobrir o que realmente aconteceu. O Pacto Literário é um grupo de blogueiros que foi criado pela “chefa” Thamiris, que conseguiu reunir as pessoas que mais parecem o resultado de uma alucinação superior. Temos a Isa que podemos resumir como a louca das facas, resumo autoexplicativo. A Jeniffer a nossa rainha da Bahia, nós a elegemos a este posto, porém as vezes esse posto lhe sobe a cabeça. Lucas, nosso garoto paulista viciado em um café e dono da maior capacidade de fazer montagens em fotos, nem sempre usada para o bem. Eu e Ana, o casal do grupo que sempre é o alvo das montagens do Lucas. Cris, que é aquela pessoa que some, pois vive seus dias descendo a ladeira num carrinho de rolimã e se refrescando com açaí, e no futuro será aquela tia que dá bom dia no grupo da família e ajuda os sobrinhos a montarem carrinhos de rolimã. Mércia, essa sim é a sumida do grupo, quando menos esperamos ela da um oi, fala que está viva e volta para o seu planeta, afinal ela é mãe e já tem responsabilidades suficientes para se preocupar para ficar de olho nas crianças loucas do Pacto Literário.</em></p>
<p><em>Agora com as devidas apresentações vamos ao fato que ocorreu durante a trilha, nos reunimos em Niterói, onde a chefa Thamiris mora, e já no primeiro dia resolvemos fazer uma trilha. Eu já disse que isso não é uma boa ideia? Pasmem, com apenas quinze minutos de subida, Mércia sumiu, nada de estranho já que ela é dessas, mas o problema veio logo a seguir quando ouvimos um grito no meio da mata e encontramos uma faca presa em uma árvore. Quando percebemos, Isa, Lucas e Cris sumiram também. Mércia já havia sumido de início. Thamiris estava comigo e Ana tentando entender o que estava acontecendo enquanto Jeniffer estava com um olhar já bugado. Não sabíamos o que estava acontecendo, mas já tínhamos a certeza de que a ideia da trilha foi uma furada.</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Mistérios: Onde está a Mércia? Onde está o Lucas? Onde está a Isa? Onde está a Cris? O que deixou Jeniffer com o olhar bugado?</strong></p>
<p>A <strong>Thamiris</strong> do blog <a href="https://euliouvouler.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener">Eu Li ou Vou Ler</a>, fez um vídeo explicando tudo direitinho e você pode conferir <a href="https://www.youtube.com/watch?v=u7xDJWODDIk&amp;t=208s" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui </a>, você também pode conferir o regulamento completo <a href="https://euliouvouler.wordpress.com/2017/09/18/gincana-setembropolicial/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</p>
<p>As pistas já começaram a serem espalhadas em posts dos blogs<a href="https://euliouvouler.wordpress.com/" target="_blank" rel="noopener"> Eu Li ou Vou Ler</a>, <a href="http://jeniffergeraldine.com/" target="_blank" rel="noopener">Jeniffer Geraldine</a>, <a href="http://amantedoslivrosmercia.blogspot.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Amante dos Livros</a>, <a href="http://conversadelivro.blogspot.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Conversa de Livro</a>, <a href="http://isacereser.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Dicas da Isa</a>, <a href="http://plataformatresquartos.blogspot.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Plataforma 9 3/4</a>, <a href="http://www.pontoparaler.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Ponto Para Ler</a> e<a href="https://umcafecomluke.wordpress.com" target="_blank" rel="noopener"> Um café com Luke</a>.</p>
<p>Boa investigação!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Setembro Policial &#8211; 3º sorteio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Sep 2017 21:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um super sorteio do Setembro Policial. Dessa vez é exclusivamente para usuários do Instagram. Regras: 1- Curtir a foto oficial no @umcafecomluke no instagram 2 &#8211; Marcar 3 amigos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sorteio-3-insta-todos-ok.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5768" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sorteio-3-insta-todos-ok.jpg?resize=720%2C709" alt="" width="720" height="709" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sorteio-3-insta-todos-ok.jpg?w=720&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sorteio-3-insta-todos-ok.jpg?resize=300%2C295&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></a></p>
<p>Mais um super sorteio do Setembro Policial. Dessa vez é exclusivamente para usuários do Instagram.<span id="more-5767"></span></p>
<h2>Regras:</h2>
<p>1- Curtir a foto oficial no <a href="https://www.instagram.com/umcafecomluke/" target="_blank" rel="noopener">@umcafecomluke</a> no instagram<br />
2 &#8211; Marcar 3 amigos nos comentários uma única vez da mesma foto<br />
3 &#8211; Seguir os perfis no instagram: <a href="https://www.instagram.com/umcafecomluke/" target="_blank" rel="noopener">@umcafecomluke</a>, <a href="https://www.instagram.com/euliouvouler/" target="_blank" rel="noopener">@euliouvouler</a>, <a href="https://www.instagram.com/dicaasdaisa/" target="_blank" rel="noopener">@dicaasdaisa</a>, <a href="https://www.instagram.com/jeniffergeraldine/" target="_blank" rel="noopener">@<wbr />jeniffergeraldine</a>, <a href="https://www.instagram.com/literaturapolicial/" target="_blank" rel="noopener">@literaturapolicial</a>, <a href="https://www.instagram.com/amante.dos.livros/" target="_blank" rel="noopener">@amante.dos.livros</a>, <a href="https://www.instagram.com/conversadelivro/" target="_blank" rel="noopener">@conversadelivro</a>, <a href="https://www.instagram.com/plataformanove/" target="_blank" rel="noopener">@plataformanove</a> e <a href="https://www.instagram.com/pontoparaler/" target="_blank" rel="noopener">@pontoparaler</a></p>
<h2><strong>Regulamento completo:</strong></h2>
<ol>
<li>Serão sorteados um exemplar dos seguintes livros: <strong>Polícia de Jo Nesbo, O sorriso da hiena de Gustavo Ávila,  Nas vísceras de um suicida de Marcelo Lemes, Menino de Deus de Lindoberto Ribeiro e Cela sem portas do Daniel Barros.</strong> <strong>E mais uma caneca lindona do Setembro Policial e dois marcadores!</strong></li>
</ol>
<ol start="2">
<li><strong>O sorteio será feito em 30/09/2017, através da ordem dos comentários na foto oficial no instagram <a href="https://www.instagram.com/umcafecomluke/" target="_blank" rel="noopener">@umcafecomluke</a> que poderão ser feitos até o dia 29/09/2017.</strong></li>
<li>Poderá participar deste sorteio qualquer pessoa física, portadora de CPF regularizado, residente e domiciliada no território nacional.</li>
<li>Só estarão qualificadas para concorrer ao sorteio as pessoas que cumprirem as regras acima.</li>
<li>O prêmio é individual e intransferível. Em hipótese alguma poderá ser trocado por outro produto/prêmio ou convertido em dinheiro.</li>
<li>O vencedor será contatado pelo instagram @umcafecomluke por direct para enviar seus dados completos (nome, endereço, e-mail e outros dados que venham a ser solicitados), para assim poder receber o prêmio em casa. Caso não responda o contato até o dia 05/10, um novo sorteio será realizado.</li>
<li>Se não for constatado o cumprimento de todas as regras no momento da conferência e/ou o(s) contemplado(s) tenha(m) um perfil considerado falso, será realizado um novo sorteio.</li>
<li>O prêmio será enviado ao vencedor (a) dentro do prazo de 60 (sessenta e cinco) dias úteis contados a partir da data em que entrar em contato com o blog Eu li ou vou ler  e enviar seus dados de entrega. As despesas do envio são de responsabilidade dos autores, já que esse sorteio está sendo feito em conjunto com os mesmos. O blog Eu li ou vou ler se responsabiliza pelo envio do livro Nas vísceras de um suicida de Marcelo Lemes, dos 2 marcadores e da caneca.</li>
<li>O prêmio será enviado apenas para endereços dentro do território brasileiro.</li>
<li>Os participantes isentam o blog Eu li ou vou ler e os outros participantes por falhas na transmissão eletrônica de seus dados e/ou das respostas e/ou por falhas de qualquer natureza verificadas durante o período do sorteio, nos meios de comunicação, de rede ou dos computadores, hardware ou software, bem como por quaisquer danos verificados ou por aqueles fatos decorrentes de caso fortuito ou força maior.</li>
<li>O blog Eu li ou vou ler reserva-se o direito, a seu critério exclusivo, de cancelar, encerrar, modificar ou suspender o sorteio a qualquer hora, caso haja motivo de irregularidade ou fraude que afete qualquer etapa do sorteio, com relação ao cadastramento, indevida obtenção ou envio de respostas relacionadas ao sorteio por parte de qualquer participante.</li>
<li>Casos omissos não previstos neste regulamento serão analisados e decididos pelos organizadores da promoção, que terão direito à decisão soberana e irrevogável.</li>
<li>O participante inscrito na promoção aceitou integralmente os termos do regulamento desta promoção.</li>
</ol>
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		<title>A hipótese humana &#8211; livro policial histórico brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2017 11:00:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Record]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alberto Mussa é um escritor carioca e mestre em linguística com a dissertação O papel das línguas africanas na história do português do Brasil. Seu grande destaque literário é o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/busto_alberto_site_oficialdoautor.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5744 alignleft" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/busto_alberto_site_oficialdoautor.jpg?resize=319%2C300" alt="" width="319" height="300" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/busto_alberto_site_oficialdoautor.jpg?w=319&amp;ssl=1 319w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/busto_alberto_site_oficialdoautor.jpg?resize=300%2C282&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 319px) 100vw, 319px" /></a><a href="http://www.albertomussa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Alberto Mussa </a>é um escritor carioca e mestre em linguística com a dissertação <strong>O papel das línguas africanas na história do português do Brasil. </strong>Seu grande destaque literário é o<strong> Compêndio Mítico do Rio de Janeiro</strong>, série de cincos novelas policiais, uma para cada século de história do estado: O trono da rainha Jinga, O senhor do lado esquerdo, A primeira história do mundo, A hipótese humana e A biblioteca elementar (a ser escrita).</p>
<p>Meu primeiro contato com a literatura do Mussa foi através do <strong>A hipótese humana</strong>, livro que recebi em parceria com a <a href="http://www.record.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Editora Record</a>. Me interessei principalmente por ser um escritor brasileiro contemporâneo que eu ainda não conhecia. Me surpreendi muito com a proposta do livro, do Compêndio Mítico como um todo, e com a escrita do autor.<span id="more-5741"></span></p>
<p>Antes de partir para narrativa do livro, Alberto comenta de onde vieram as <strong>motivações e inspirações para escrever a história</strong>. É interessante saber disso porque passamos a dar mais valor ao que ele construiu através da ficção. Alberto estuda a história da cidade do Rio de Janeiro através dos seus crimes, ao mesmo tempo que valoriza a cultura brasileira com seus regionalismo e misticismo, e faz uma investigação sobre os problemas mitológicos. E a base para sua ficção vem da lenda familiar, aquelas histórias que a gente escuta quando é criança e não sabe se é realidade ou invenção, ou um pouco dos dois. Alberto ouviu, pesquisou, e recriou à sua maneira, sem perder a essência.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/HbfSa4fyt0k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/albertomussa.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5751" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/albertomussa.png?resize=1000%2C592" alt="" width="1000" height="592" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/albertomussa.png?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/albertomussa.png?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>Em <strong>A hipótese humana</strong>, no ano de 1854, a jovem Domitila morre dentro do seu quarto, na chácara do pai no bairro do Catumbi. O corpo é encontrado por seu pai que diz ter visto um sujeito correndo para fora do quarto da moça e sai disparando tiros pelo quintal, além de ordenar que seus criados saiam em busca do tal homem e possível assassino. Mas ninguém encontra o sujeito e Tito Gualberto, primo de Domitila, agente da polícia secreta e capoeirista, é chamado para investigar o caso.</p>
<p>A investigação é cheia de hipóteses, suspeitos e motivações. Além de passar pelas senzalas, ruas do Rio de Janeiro, e caminhos assombrados. Tudo isso dá o toque regionalista e místico à história. Nós vamos passar por causos místicos e religiosos da época, por histórias de capoeiras, de paixão e adultério.</p>
<p>O narrador é onisciente e segue conversando o tempo inteiro com o leitor. Além disso temos muito o uso do flashback para entender determinadas situações e conhecer o passado das nossas personagens. Os passados de Domitila e Tito Gualberto se entrelaçam por serem primos e apaixonados. Aliás, Domitila tem um papel importante na história. A personagem é casada e sempre gostou de fazer saraus em casa. Mas ela acabava se envolvendo amorosamente com alguns jovens que iam até lá. O pai descobriu e proibiu os saraus e também moça de sair de casa.</p>
<p>A figura de Domitila nos faz pensar em um dos problemas mitológicos da sociedade: a sexualidade feminina, que sempre foi vista como algo que desmoraliza a vida da família e a própria mulher. O pai é aquele coronel, opressor, que controla a filha e sua sexualidade, em nome da moral e imagem da família. Apesar de Domitila cometer adultério, nada justifica o fato dela se tornar prisioneira na própria casa. E vamos ver, ao longo da narrativa, que ela não é a única a cometer um crime contra a moral e os tais bons costumes.</p>
<p>Fiquei bastante envolvida com a investigação, levantei várias hipóteses, acreditei em algumas até o final, e fui surpreendida pelo Alberto Mussa. É um livro que vale a pena ser lido. Não é apenas um enigma a ser desvendado, é uma parte da história do Brasil e suas problematizações vindo à tona a partir de um crime. E isso é o melhor da literatura explorando, analisando e recriando o real.</p>
<ul>
<li>Adquira o livro pela Amazon e colabore com o blog sem pagar mais nada por isso: <a href="http://amzn.to/2wY3Qjh" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a></li>
<li>Leia: <a href="http://www.blogdaeditorarecord.com.br/2017/05/02/a-hipotese-humana-de-alberto-mussa/" target="_blank" rel="noopener">Entrevista com o autor no blog da Editora</a> | <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/06/1890201-alberto-mussa-constroi-romance-policial-carioca-regado-a-capoeira.shtml" target="_blank" rel="noopener">Matéria no jornal Folha de São Paulo sobre o romance</a></li>
<li>Visite o <a href="http://www.albertomussa.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site do autor Alberto Mussa</a> (a ilustração no post é de lá)</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;A hipótese humana &#8211; romance policial histórico brasileiro&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </strong></p>
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		<title>7 curiosidades sobre romance policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 11:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
		<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1983, a pesquisadora Sandra Reimão publicou, através da Coleção Primeiros Passos (Editora Brasiliense), o livro O que é romance policial. A obra apresenta as características do romance policial, seus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 1983, a pesquisadora <strong>Sandra Reimão</strong> publicou, através da <strong>Coleção Primeiros Passos (Editora Brasiliense)</strong>, o livro <strong>O que é romance policial</strong>. A obra apresenta as características do romance policial, seus principais autores, e traça também a trajetória do gênero literário desde <a href="http://jeniffergeraldine.com/o-detetive-de-edgar-allan-poe/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edgar Allan</strong> Poe e seu detetive Dupin</a> até o <strong>Raymond Chandler</strong> e o seu Philip Marlowe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um guia inicial interessante para os fãs. Encontramos dicas de leitura e curiosidades a respeito do gênero e dos seus primeiros autores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19663" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/215-anos-de-edgar-allan-poe.webp?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading">1. <strong>Inspiração para as histórias policiais </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O pai do gênero policial é o Edgar Allan Poe (1809-1849). Mas de onde surgiu a inspiração para criar as narrativas policiais de detetive ou os romances de enigma (outras denominações comuns do romance policial)? Dos jornais europeus do século XIX. Havia uma seção chamada de &#8220;fato diverso&#8221; que trazia dramas banais e crimes raros sem uma explicação aparente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. <strong>A origem da polícia e sua ligação com os detetives </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No início do século XIX, a polícia francesa era formada por ex-condenados. Mas obviamente que a sociedade da época começa a ficar desconfiada e acredita que o limite entre um contraventor e um ex-contraventor era tênue demais. Isso tudo por conta do Positivismo, movimento filosófico da época. Aqui temos a ideia de que todos os fenômenos são regidos por leis. Assim o criminoso passa a ser visto como inimigo da sociedade. Logo teremos nas primeiras histórias de detetives, homens que não possuem nenhuma ligação com a polícia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. <strong>O memorialista | Narrador das aventuras do detetive</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril de 1841, inspirado pelos jornais, pelas ideias positivistas e trazendo um detetive que não faz parte da polícia, surge o <a href="http://jeniffergeraldine.com/o-detetive-de-edgar-allan-poe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Assassinatos na Rua Morgue</a>, de Edgar Allan Poe, publicado na <em>Graham&#8217;s Magazine</em>. Para o detetive Dupin investigar era um hobby. Foi também com Dupin que conhecemos a figura de um narrador amigo, um espécie de memorialista das aventuras vivida pelo narrador. Não sabemos quem ele é, mas ele sabe de quase tudo que o detetive fez e nos conta sobre suas aventuras. Essa figura de memorialista vai aparecer em outros romances clássicos, como temos Dr. Watson em Sherlock, do Conan Doyle. E o Capitão Hastings narrando as histórias do Hercule Poirot, da Agatha Christie.&nbsp;A presença desses personagens traz para narrativa mais mistério e admiração aos detetives.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="713" height="472" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png?resize=713%2C472" alt="" class="wp-image-5719" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png?w=713&amp;ssl=1 713w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png?resize=270%2C180&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/hastings-y-poirot.png?resize=99%2C66&amp;ssl=1 99w" sizes="auto, (max-width: 713px) 100vw, 713px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Hercule Poirot e capitão Hastings na série de TV</figcaption></figure>
</div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sherlock.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="900" height="506" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sherlock.jpg?resize=900%2C506" alt="" class="wp-image-5720" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sherlock.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/sherlock.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Dr. Watson e Sherlock (série da BBC)</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">4. <b>O romance policial de enigma é composto por duas histórias: a do crime e a do inquérito</b></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Temos sempre um crime que já ocorreu e a investigação. E em relação ao crime, a história é contada de trás para frente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Benedict-Cumberbatch-como-Sherlock-Holmes.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="804" height="517" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Benedict-Cumberbatch-como-Sherlock-Holmes.jpg?resize=804%2C517" alt="" class="wp-image-5715" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Benedict-Cumberbatch-como-Sherlock-Holmes.jpg?w=804&amp;ssl=1 804w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Benedict-Cumberbatch-como-Sherlock-Holmes.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 804px) 100vw, 804px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Ator Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes na série Sherlock, da BBC. Fotografia: Hartswood Films</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">5. <strong>Depois de Dupin, veio Sherlock Holmes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conan Doyle</strong> criou o detetive mais famoso, <strong>Sherlock Holmes</strong>, que é para mim uma versão mais elaborada de Dupin. Aqui temos um detetive que não foi policial e também tem um amigo narrador das aventuras dele, Dr Watson. Muitas pessoas acreditam que Sherlock existiu além da ficção. Até hoje o famoso endereço 221B Baker Street recebe cartas e as pessoas vão até lá tirar fotos. O sucesso de Sherlock se dá principalmente por conta da sua personalidade. Ao contrário de Dupin que só existiu como detetive, uma máquina de raciocínio, Sherlock existiu também como homem. Ao longo das suas aventuras, nós vamos conhecendo seus segredos, seus hábitos, seus vícios. Ou seja, há uma humanização do detetive. Outra característica também é que Holmes parte pra prática, ele vai para as ruas investigar.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/agatha-christie.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5716" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/agatha-christie.jpg?resize=990%2C557" alt="" width="990" height="557" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/agatha-christie.jpg?w=990&amp;ssl=1 990w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/agatha-christie.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 990px) 100vw, 990px" /></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading">6. <strong>A Rainha do Crime, Agatha Christie </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Agatha é sinônimo de diversidade e quantidade no gênero policial. Ela nos presenteou com mais de 60 romances, além de contos e textos para teatro. E também tem vários detetives em ação, como Poirot, Miss Jane Marple, o casal Tommy e Tuppence. Essa diversidade toda fez com que Agatha rompesse com as regras do romance policial clássico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. <strong>Os romances noir  </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dashiell Hammett </strong>(1894 &#8211; 1961) criou o romance da <strong>Série Negra</strong> ou romance americano. Seu maior seguidor foi Raymond Chandler (1888-1959). São histórias que fogem da características do romance clássico de detetive. São narrativas com mais violência, angústia, ódio. Não há otimismo e nem moralidade. E nem sempre o detetive resolve os mistérios. Como diz a Sandra &#8220;exploram-se e aprofundam-se as situações angustiantes, em que o homem pode-se envolver&#8221;. E também através das tramas podemos perceber o &#8220;quanto o mundo do crime participa e é solicitado pela sociedade capitalista&#8221;. Um grande exemplo desse tipo de romance policial é <strong>O Falcão Maltês</strong>, de <strong>Dashiell Hammett</strong>, com seu detetive <strong>Sam Spade</strong>.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>&#8220;Utilizando o mundo do crime como metáfora da sociedade em geral, Hammett vai denunciando a falência das instituições burguesas, a corrupção, o egoísmo, a falsa moralidade etc. E faz com que nós, leitores, passemos a enxergar com outros olhos não a própria narrativa policial, mas o mundo em que vivemos cotidianamente&#8221;- Sandra Reimão.</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/chandler_raymond_WD-1.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="830" height="589" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/chandler_raymond_WD-1.jpg?resize=830%2C589&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19664" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/chandler_raymond_WD-1.jpg?w=830&amp;ssl=1 830w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/chandler_raymond_WD-1.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/chandler_raymond_WD-1.jpg?resize=768%2C545&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 830px) 100vw, 830px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Raymond Chandler</strong> (1896 &#8211; 1959) criou o detetive Philip Marlowe que é o narrador da sua própria história, o que quebra um característica do romance policial clássico. E nesses romances, o detetive é colocado com um ser humano e não uma máquina de raciocínio. Ele convive com a violência, pode errar, e se envolver com pessoas envolvidas no caso.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>&#8220;Enfim, um detetive plenamente humano, ou talvez pudéssemos afirmar tratar-se não mais de um detetive, mas de um homem que casualmente investiga&#8221; &#8211; Sandra Reimão.</td></tr></tbody></table></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para saber mais, leia o livro completo <strong>O que é romance policial</strong>. A obra foi disponibilizada pela própria autora no site Academia. <a href="https://www.academia.edu/26905359/O_que_%C3%A9_Romance_Policial_livro_.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conferir!</a></li>



<li>Indico também a leitura do e-book <strong>Os maiores detetives do mundo</strong>: <a href="http://jeniffergeraldine.com/os-maiores-detetives-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">leia a resenha</a> | <a href="http://amzn.to/2wkAklY" target="_blank" rel="noopener">adquira o e-book na Amazon</a></li>
</ul>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Espalhe &#8220;7 curiosidades sobre romance policial&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
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		<title>Sessão séries policiais na Netflix #1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 11:00:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#SetembroPolicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma sessão séries policiais na Netflix, mas com um grande diferencial: todas são britânicas!  Marcella (2016) Sinopse: Situada em Londres, a história acompanha os trabalhos de uma detetive investigando assassinatos em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma sessão séries policiais na <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/netflix/" target="_blank" rel="noopener">Netflix</a>, mas com um grande diferencial: todas são britânicas! <span id="more-5691"></span></p>
<h4><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-5697" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1-1024x768.jpg?resize=668%2C501" alt="" width="668" height="501" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1.jpg?resize=339%2C254&amp;ssl=1 339w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/marcella_episode1_04hr1.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a></h4>
<h4>Marcella (2016)</h4>
<p><strong>Sinopse:</strong> Situada em Londres, a história acompanha os trabalhos de uma detetive investigando assassinatos em série. Há doze anos, Marcella Summers largou a carreira para se casar com Jason e iniciar uma família. Agora, com o fim de seu casamento e afastada dos filhos, ela retorna ao trabalho no departamento de polícia. Quando um novo assassinato ocorre em sua área, a polícia percebe que ele pode ter alguma conexão com um caso não resolvido há quase uma década, o qual foi investigado por Marcella, na época grávida de seu segundo filho. Teria o mesmo criminoso voltado a atacar ou alguém estaria copiando seu estilo?</p>
<p><strong>O que eu achei? </strong>Uma grande detetive abandona a carreira para cuidar da família. E depois é abandonada pelo marido e seus filhos vão para o internato. Não dá vontade de abraçar a mulher?</p>
<p>Marcella é uma personagem forte mas está sofrendo uma grande pressão para provar que ainda é uma boa detetive. Ao mesmo tempo que tenta resolver um crime e entender o motivo do abandono do marido. Isso tudo está mexendo com a sua cabeça. E quando está muito estressada, Marcella tem ataques violentos seguidos por apagões. Ela não lembra do que fez. Isso deixa a série muito mais interessante. Afinal o que estaria acontecendo com a detetive?</p>
<p>Foram 8 episódios tentando entender e acolher Marcella. Gostei muito!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5696 size-large" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2-1024x684.jpg?resize=668%2C446" alt="" width="668" height="446" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=270%2C180&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=770%2C515&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=369%2C246&amp;ssl=1 369w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?resize=99%2C66&amp;ssl=1 99w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/river-2.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a></p>
<h4>River (2015)</h4>
<p><strong>Sinopse: </strong>John River, um policial brilhante, cuja genialidade e também sua maior falha é a fragilidade da sua mente. Um homem assombrado pelas vítimas dos casos que investiga e que agora vai precisar enfrentar seu maior desafio: descobrir quem assassinou sua parceira, Stevie.</p>
<p><strong>O que eu achei? </strong>Essa série é um tesouro escondido na Netflix. Vai muito além de um drama policial e nos faz pensar sobre a condição humana. O detetive River é esquizofrênico, ou seja, bem no básico da definição, ele se desconecta da nossa realidade e vive em um mundo paralelo por alguns momentos do dia. Na série, River consegue ver e interagir com pessoas mortas. Esses mortos estão envolvidos nos casos que ele investiga e o principal: ele consegue conversar com sua parceira e amada Stevie.</p>
<p>River convive com a esquizofrenia há muitos anos e nunca procurou um tratamento. Quem o ajudava a controlar a doença era Stevie. Quando ela morre, o detetive se encontra em profunda solidão e luto, sentimentos que fazem com a doença fique fora do &#8220;controle&#8221;.</p>
<p>Com esse viés psicológico, a série traz algumas reflexões sobre relacionamentos, solidão, status, e sobre o próprio transtorno. Há diálogos que até emocionam, um deles é quando River desabafa sobre a omissão da sua esquizofrenia e assim também questiona: por que a sociedade olha diferente para quem aos seus olhos não condiz com a sua ideia de ser normal?</p>
<blockquote><p>Eu sou um bom policial. Nesse mundo isso não é o bastante. Nesse mundo, você tem que&#8230; acenar, sorrir, tomar cerveja e dizer: como foi o seu dia? Nesse mundo, ninguém pode ser&#8230; diferente ou estranho. Ou sofrer. Ou eles te internam.</p></blockquote>
<p>Para River o silêncio tem presença e essa é sua bênção e a sua maldição. São 6 episódios maravilhosos! Vale a pena ver!</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Paranoid.jpg"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-5695" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Paranoid-1024x538.jpg?resize=668%2C351" alt="" width="668" height="351" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Paranoid.jpg?resize=1024%2C538&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Paranoid.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/09/Paranoid.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a></p>
<h4>Paranoid (2016)</h4>
<p><strong>Sinopse:</strong> Escrita por Bill Gallagher (The Paradise, Lark Rise to Candleford), a história inicia quando a Dra. Angela Benton é brutalmente assassinada diante de várias testemunhas enquanto cuidava do filho Luke em um playground de Marshwell, uma comunidade rural. Uma das testemunhas é Lucy Cannonbury (Lesley Sharp), a proprietária do Garden Centre. Os detetives Michael Niles (Neil Stuke), Nina Suresh (Indira Varma), Alec Wayfield (Dino Fetscher) e Bobby Day (Robert Glenister) são encarregados do caso. Mas, ao longo das investigações, o grupo começa a receber recados misteriosos assinados por um ‘detetive fantasma’, que parece conhecer em detalhes o caso.</p>
<p><strong>O que eu achei? </strong>Podia ser melhor mas ainda assim é boa. Complicado, né?! rs Me ganhou por ser uma série britânica. Amo o sotaque, as paisagens, o clima meio cinzento mas ainda assim belo. Me ganhou também por colocar em investigação as empresas farmacêuticas, seus testes ilegais, e seus vários medicamentos para ansiedade, insônia, e depressão. O que também traz para discussão o uso abusivo desses medicamentos e seus efeitos de dependência.</p>
<p>Os detetives são bons, mas no início fiquei bastante irritada com a detetive Nina, que beirava aquele estereotipo de mulher maluca e desequilibrada. Ela é realmente irritante nos primeiros episódios. Mas depois começamos a entender um pouco seus motivos e sua personalidade.</p>
<p>São apenas 8 episódios. Dá pra ir assistindo no intervalo do almoço! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<ul>
<li>Foto da série River: Nick Briggs</li>
<li>Todas as sinopses são do Filmow. <a href="https://filmow.com/usuario/jeniffergeraldine/" target="_blank" rel="noopener">Me segue lá! </a></li>
</ul>
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