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	<title>Arquivo para Sebastião Salgado - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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		<title>O sal da terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2017 11:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Documentários]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Me apaixonei pela obra do fotojornalista&nbsp;<strong>Sebastião Salgado</strong> na época da faculdade de Comunicação. Fiquei encantada pela fotografia em preto e branco e, principalmente, pela mensagem social passada em cada retrato produzido&nbsp;por ele. Eram sempre fotos expressivas, algumas até chocantes, mas tinham uma beleza sem igual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então a minha alegria foi grande em saber da produção do <strong>documentário O sal da terra </strong>(2014), que nos conta sobre a vida e obra desse importante fotógrafo brasileiro. E ao mesmo tempo é um presente para os admiradores da fotografia.</p>



<span id="more-4284"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (filho de Sebastião), <strong>O sal da terra</strong> mostra como Sebastião Salgado passou de economista a&nbsp;fotógrafo; fala sobre a infância em Minas Gerais; a relação com a família; o apoio da esposa Lélia, que o presenteou com a primeira câmera; seus grandes projetos fotográficos, os quais ele considerava como missões; e ao mesmo tempo mostra&nbsp;as histórias dos povos do mundo, inclusive do Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/o_sal_daterra.jpg"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/o_sal_daterra-1024x576.jpg?resize=1024%2C576" alt="" class="wp-image-4286" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/o_sal_daterra.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/o_sal_daterra.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/o_sal_daterra.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/sebastiao-salgado-documentario-o-sal-da-terra.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="956" height="500" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/sebastiao-salgado-documentario-o-sal-da-terra.jpg?resize=956%2C500" alt="" class="wp-image-4287" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/sebastiao-salgado-documentario-o-sal-da-terra.jpg?w=956&amp;ssl=1 956w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/sebastiao-salgado-documentario-o-sal-da-terra.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 956px) 100vw, 956px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="528" height="352" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?resize=528%2C352" alt="" class="wp-image-4289" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?w=528&amp;ssl=1 528w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?resize=270%2C180&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?resize=369%2C246&amp;ssl=1 369w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/01/Salgado_InstitutoTerra.jpg?resize=99%2C66&amp;ssl=1 99w" sizes="(max-width: 528px) 100vw, 528px" /></a></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao assistir o documentário percebemos que não é apenas trabalho, mas sim uma missão de vida. Sebastião teve o privilégio de viajar o mundo, conhecer seus povos, suas riquezas, alegrias, mas também suas fraquezas e misérias. Mais ainda suas fraquezas e misérias.&nbsp;Através de relatos do próprio fotógrafo descobrimos que não era fácil ver e registrar tão de perto a miséria do mundo. E&nbsp;Sebastião se importava, ele tem uma forte empatia pela condição humana. Ver tanto do mundo fez o grande fotógrafo se encolher, se entristecer, deixar de acreditar na humanidade. E ele precisou se reencontrar através da sua arte e suas origens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Sal da terra</strong> é uma viagem na linha do tempo da vida e obra de <strong>Sebastião</strong>. A gente se emociona com os relatos das missões e com as imagens, que mesclam colorido com preto e branco. E percebe que a arte de Sebastião não é apenas humana e social por retratar povos e suas fraquezas, mas porque atrás daquelas lentes há alguém que se importa com as pessoas, que são o sal da terra, e só alguém com esse sentimento consegue captar fotos tão expressivas e comoventes.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O documentário está disponível na <a href="https://www.netflix.com/title/80013549" target="_blank" rel="noopener">Netflix</a></li>



<li>Dica de livro: <a href="http://amzn.to/2jdzFPT" target="_blank" rel="noopener">Da minha terra à terra</a>, de Sebastião Salgado</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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