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	<title>Arquivo para livros - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para livros - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Notas da Vida: março de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:31:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de março: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais. 1. LIVRO: Os urubus não esquecem (Pedro Cesarino; Todavia, 2025) O Clube do Livro Alagoinhas lançou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de março: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. LIVRO: Os urubus não esquecem (Pedro Cesarino; Todavia, 2025)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19984" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_osurubusnaoesquecem_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p>O <a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube do Livro Alagoinhas</a> lançou um novo projeto neste ano<strong>, </strong>o <strong>Uma Volta Literária nas Regiões do Brasil</strong>, com o objetivo de explorar a diversidade literária brasileira através da leitura de obras representativas de cada região do país, promovendo descobertas culturais e ampliando horizontes literários do clube. Começamos com a região norte e eu escolhi o livro <strong>Os urubus não esquecem</strong>, de <strong>Pedro Cesarino</strong>, publicado em 2025, pela Editora Todavia. Cesarino é professor e antropólogo brasileiro e tem um trabalho voltado aos povos indígenas, principalmente os povos Marubo, que ficam na região da Amazônia.</p>



<p>No livro, <strong>Os urubus não esquecem</strong>, tudo começa quando o filho de Maya desaparece. Ela sai a procura do rapaz na fictícia cidade do Jambeiro, principalmente, porque haviam sido encontrados restos mortais de outros jovens indígenas na região. Durante o romance, encontramos 5 perspectivas sobre a situação: Maya, Filho de Maya, Noma (pajé), Glauber (filho do prefeito) e Picanha.</p>



<p>Todo o conflito é resolvido com a ajuda da personagem Noma, uma pajé intersexo, que também representa a força da cosmopercepção indígena, a valorização da corporeidade, oralidade, convivência com todos os seres e mundos. Noma tem a habilidade do xamanismo e atua como uma ponte entre mundos humanos, não-humanos e ancestrais.</p>



<p>Em <strong>Os urubus não esquecem</strong>, Cesarino utiliza a sua base teórica e etnográfica para criar um romance com características de <em>thriller</em> e, assim, denunciar temas como desmatamento, narcotráfico, madeireiros ilegais e violência contra povos indígenas.</p>



<p>>> <a href="https://amzn.to/47BV7Wz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os urubus não esquecem na Amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2.FILME: O último azul (Gabriel Mascaro, 2025; Netflix)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19985" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul_2025.webp?w=1840&amp;ssl=1 1840w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="770" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?resize=1024%2C770&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19986" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?resize=1024%2C770&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?resize=768%2C578&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?resize=1536%2C1155&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/filme_oultimoazul.webp?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p>Em março, dei play na distopia brasileira, <strong>O último azul</strong>, que teve um forte apelo marketeiro por ter o <strong>Rodrigo Santoro</strong>. Mas quem é Rodrigo Santoro perto da exuberância da Amazônia e a ousadia de criar uma distopia para abordar dois temas importantes: etarismo e autoritarismo.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Gente velha não é mercadoria”.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Com 75 anos, os idosos são enviados para uma colônia com aquela ideia de que não são mais úteis ao sistema e vão se tornar um trabalho extra para os jovens. Tudo é tão bem arquitetado que os filhos passam a tutelar os pais e ganham um auxílio financeiro para isso. E a gente sabe que quando tem dinheiro na jogada a coisa fica mais difícil de dizer não.</p>



<p>A personagem principal é <strong>Teresa (Denise Weinberg)</strong> que prefere não ir para colônia porque ainda tem muita coisa para viver, fazer, realizar, como voar de avião. Por conta desse sonho, ela vai embarcar em uma aventura que envolve encontros clandestinos, fugas, delírios místicos e a descoberta da liberdade após os 70 anos. Recomendo o play!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3.LIVRO: Um hino à vida – A vergonha precisa mudar de lado (Gisèle Pelicot)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19987" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_umhinoavida_blog_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>



<p>No dia 21 de março de 2026, finalizei o livro <strong>Um hino à vida – A vergonha precisa mudar de lado</strong>, de <strong>Gisèle Pelicot </strong>com Judith Perrignon (trad. Julia Rosa Simões; Companhia das Letras*, 2026).</p>



<p>Um livro corajoso sobre um caso de violência sexual e abuso conjugal que marcou a França e todo o mundo. Uma obra sobre a história de vida que ampliou a discussão sobre a cultura do estupro.</p>



<p>Em vários momentos precisei pausar, respirar, me afastar da leitura. Mas me arrepiei e me emocionei quando Gisèle decidiu abrir o julgamento para o grande público porque “a vergonha precisa mudar de lado”. Também me emocionei quando ela comentou que virou símbolo de luta e resistência para o feminismo, mesmo sem ser uma mulher jovem. Ela é de outra geração e foi ensinada a valorizar o casamento e a família. E encontrou nesse ensinamento um rumo para vida quando se sentiu perdida na juventude.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“[&#8230;] A vergonha precisava mudar de lado [&#8230;]. Todos precisavam ver os 51 estupradores. Eles é que deveriam se curvar. Não eu”.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>*Ebook recebido pelo Clube do Livro Alagoinhas em parceria com grupo Companhia das Letras.</p>



<p>>> <a href="https://amzn.to/47yqUYt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um hino à vida na Amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. LIVRO: Deixa pra lá (Mel Robbins)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19988" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/livro_deixaprala_blog_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>



<p>No final de março, terminei a leitura de <strong>Deixa pra lá</strong>, da <strong>Mel Robbins</strong>, publicado pela BestSeller, em 2025, com tradução da Alessandra Bonrruquer e Ivanir Callado.</p>



<p>A autora tem a proposta de uma teoria para nos guiar no processo difícil de querer controlar o que não é do nosso controle, principalmente, pessoas e o comportamento delas.</p>



<p>O livro é bem abrangente passando por várias dimensões da vida, o que o torna um pouco repetitivo. Mas é excelente para nos encorajar a deixar as pessoas serem quem são e aceitar que elas só mudam se quiserem e quando quiserem. É melhor escolher nossa paz, inspirar por exemplo – fazendo nossas coisinhas – e assumir o controle do que podemos: nossa vida, nossas ações e reações.</p>



<p>A teoria tem dois passos: 1) Deixa pra lá; 2) Deixa comigo.</p>



<p>Não é passividade. O segundo passo nos coloca justamente em movimento, mas no movimento de fazer o que podemos na nossa própria vida. Também tem uma forte relação com liberdade – “[&#8230;] libertá-lo do fardo de tentar controlar outras pessoas” (p. 25).</p>



<p>Recomendo a leitura, de forma bem tranquila. Um capítulo por vez, nos intervalos, nos respiros, ou como fiz, uma <a href="https://jeniffergeraldine.com/leitura-anti-scrolling/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leitura anti-scrolling</a>. Por sinal, a teoria da Mel e várias recomendações do livro estão espalhadas em publicações nas redes sociais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Quando parar de pensar obsessivamente no que elas pensam, dizem ou fazem, você finalmente terá a energia necessária para focar na sua própria vida. Deixará de reagir e começará a viver” (p. 25).</td></tr></tbody></table></figure>



<p>>> <a href="https://amzn.to/4tqNI54" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deixa pra lá na Amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5.Registros do cotidiano</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19989" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/suculenta_foto_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Cada uma no seu tempo</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19990" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/poema_crislisboa_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Poesia da <a href="https://amzn.to/4dGnqHp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cris Lisbôa</a></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19991" style="width:731px;height:auto" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau3_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"> Grupo Teatral Djambalau (<a href="https://www.instagram.com/djambalau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@djambalau</a>) no SESC Alagoinhas, em 14 de março de 2026, com o espetáculo &#8220;O Dia em que Explodiu o Mabata-bata&#8221;, baseado no conto do autor Mia Couto.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19992" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"> Grupo Teatral Djambalau (<a href="https://www.instagram.com/djambalau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@djambalau</a>) no SESC Alagoinhas, em 14 de março de 2026, com o espetáculo &#8220;O Dia em que Explodiu o Mabata-bata&#8221;, baseado no conto do autor Mia Couto.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19999" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/Djambalau2_GrupoTeatral_sescalagoinhas_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"> Grupo Teatral Djambalau (<a href="https://www.instagram.com/djambalau/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@djambalau</a>) no SESC Alagoinhas, em 14 de março de 2026, com o espetáculo &#8220;O Dia em que Explodiu o Mabata-bata&#8221;, baseado no conto do autor Mia Couto.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19994" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/04/clubedolivroalagoinhas_mar_26_blog_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Clube do Livro Alagoinhas deu uma volta literária na região norte do Brasil | Registro do encontro em 28 de março de 2026</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p>Bom abril para nós! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f33b.png" alt="🌻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



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		<title>Leituras &#038; Descobertas dos últimos tempos: Eliana Alves Cruz e Valérie Perrin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproveitando a temática de março do projeto Cadernos Compartilhados, eu quero indicar novamente autoras que descobri nos últimos meses e que ainda estão no meu radar literário. Não perco uma oportunidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aproveitando a temática de março do projeto <a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-cadernos-compartilhados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cadernos Compartilhados</a>, eu quero indicar novamente autoras que descobri nos últimos meses e que ainda estão no meu radar literário. Não perco uma oportunidade de fortalecer o movimento<a href="https://jeniffergeraldine.com/tag/leia-mulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> #LeiaMulheres</a>.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>1. Eliana Alves Cruz</strong> </h1>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Eliana-Alves-Cruz-cred-Ana-Alexandrino-681x1024.jpg.avif"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" src="https://jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Eliana-Alves-Cruz-cred-Ana-Alexandrino-681x1024.jpg.avif" alt="" class="wp-image-19976"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ana Alexandrino/Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p>Já faz um tempo que vejo bons comentários sobre a literatura de&nbsp;<strong>Eliana Alves Cruz</strong>. E como não sou imune ao marketing&nbsp;editorial&nbsp;e ao algoritmo, acabei&nbsp;pegando&nbsp;<strong>Meridiana</strong>&nbsp;(Companhia das Letras, 2025) para ler.&nbsp;</p>



<p>Após finalizar a leitura, só&nbsp;pensei que&nbsp;<strong>Meridiana</strong>&nbsp;é um livro “muito Brasil”. Nosso Brasil é um país da classe trabalhadora.&nbsp;A grande maioria da população vive do/para trabalho, principalmente, para sobreviver. Temos&nbsp;muitos trabalhadores informais, precarizados, que continuam nessa situação porque precisam ter&nbsp;algum&nbsp;dinheiro no final da semana ou no final do mês para comer. Também somos o país em que a mudança de melhoria de vida acontece por meio da educação&nbsp;–&nbsp;ingressar em um curso técnico,&nbsp;fazer&nbsp;graduação, passar em um concurso público muda/ mudou o status social de muita gente.&nbsp;<strong>Meridiana&nbsp;</strong>é um retrato justamente de uma família que ascende socialmente porque Ernesto,&nbsp;homem negro que nasceu e cresceu na favela,&nbsp;o pai&nbsp;de Meridiana,&nbsp;passa em um concurso e se torna&nbsp;funcionário público.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;partir desse contexto, pensamos em questões sociais e econômicas, levando em consideração a interseccionalidade. Apesar de uma família pobre passar a ser o que chamamos de classe média e ir morar em um condomínio,&nbsp;isso não apaga outras marcações sociais como raça, gênero e sexualidade. Eliana criou seis personagens&nbsp;– Ernesto, Aurora, Zuleica, César, Augusto e Meridiana&nbsp;–&nbsp;para&nbsp;nos lembrar que mesmo tentando silenciar o passado, a sociedade brasileira ainda impõe valores do passado no contemporâneo. Por isso é emblemática a frase de Meridiana para Nandi: “[…] a única maneira que tenho de responder quem você é… é te contar de onde você veio” (p. 168).&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Não importa aonde você chegou, a sociedade vai querer saber de quem você é filho, de onde você saiu, qual o seu sobrenome, principalmente, se você for&nbsp;uma pessoa negra, parda,&nbsp;indígena. A leitura&nbsp;de&nbsp;<strong>Meridiana&nbsp;</strong>me recordou o livro&nbsp;<strong>De onde eles vêm</strong>, do&nbsp;<strong>Jeferson Tenório</strong>, que ao tratar sobre cotas raciais em universidades públicas, também denuncia a falta de políticas de permanência dos estudantes nesses espaços que não foram pensados para pessoas como eles.&nbsp;</p>



<p>Em&nbsp;<strong>Meridiana,</strong>&nbsp;Eliana não fala sobre políticas de permanência, mas retrata episódios cotidianos de resistência, um cotidiano político, que Meridiana, Zuleica e tantas outras pessoas negras precisam&nbsp;criar&nbsp;para viver/usufruir dos ganhos da ascensão&nbsp;econômica.&nbsp;&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1680" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-19925" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/02/livro_solitaria_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>
</div>


<p>Gostei tanto da leitura&nbsp;de&nbsp;<strong>Meridiana</strong><em>&nbsp;</em>que comecei a ler, logo em seguida,&nbsp;<strong>Solitária</strong><em>&nbsp;</em>(Companhia das Letras, 2022). O tema principal é&nbsp;o&nbsp;descaso com as trabalhadoras domésticas. É um livro muito forte! E podemos discutir sobre segregação socioespacial –&nbsp;o “quartinho de empregada”, “o elevador de serviço”, “a porta de serviço”; educação como forma de (auto)conhecimento crítico;&nbsp;invisibilidade de algumas classes de trabalhadores e de pessoas negras;&nbsp;trabalho em situação análoga à escravidão.&nbsp;</p>



<p>“Hoje fico com pena do sacrifício que era se tornar invisível. Além dos espaços apertados que ocupávamos, o silêncio era um companheiro. Uma boa serviçal é silenciosa, e a criança que é filha dessa mulher também deve ser. Ela não podia rir como uma criança, não pode&nbsp;pular ou fazer travessuras como uma criança. Ela não é uma criança. É um incômodo, alguém apenas tolerado” (p. 97).&nbsp;</p>



<p>Quis continuar a&nbsp;<strong>imersão literária Eliana Alves Cruz</strong>, mas algumas outras leituras precisavam de atenção. Só que sigo aqui&nbsp;paquerando&nbsp;<strong>Nada&nbsp;digo de ti, que em ti não veja</strong><em>&nbsp;</em>(Pallas Editora, 2020)&nbsp;e&nbsp;<strong>Água de Barrela</strong>&nbsp;(Editora Malê, 2020).&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Um vídeo para ver e ouvir Eliana</strong>:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="ELIANA ALVES CRUZ APRESENTA &quot;MERIDIANA&quot;, SEU NOVO ROMANCE" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/UiuZYaoNhbI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Valérie Perrin</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Valerie-Perrin.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="600" height="360" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Valerie-Perrin.jpg?resize=600%2C360&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19977" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Valerie-Perrin.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/03/Valerie-Perrin.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Valentin Lauvergne</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>Valérie Perrin</strong>, é uma escritora francesa publicada no Brasil pela Intrínseca. Comecei por <strong>Água fresca para as flores</strong> (tradução de Carolina Selvatici) que foi um livro que devorei. Não conseguia parar de ler. Uma obra sobre lutos e perdas, mas sobre vida além do luto e da perda. Boa escrita, envolvente, com personagens complexas e bem construídas. Vale cada página! E fiquei com muita vontade de ver tudo na televisão ou no cinema. Acabei fazendo uma imersão literária Valérie Perrin. Pouco tempo depois, comecei<strong> Três </strong>(tradução de Julia Sobral Campos), que não me fisgou tanto e acabei pausando a leitura. Só que não desisti da Valérie e minha última leitura do ano foi <strong>Querida Tia </strong>(tradução de Sofia Soter)<strong>.</strong> E aí sim reencontrei aquele brilho de <strong>Água fresca</strong> com menos intensidade, mas ainda assim com aquela pegada Perrin que me encantou.  </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19876" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>
</div>


<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p><strong>Livros citados na Amazon:</strong></p>



<p><a href="https://amzn.to/4a6afNI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meridiana</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/3NZBiSd" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Solitária</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4sJUP93" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Água fresca para as flores</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/49rEoXj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Três</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/49LRcqB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Querida tia</a>&nbsp;</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Notas da Vida: fevereiro de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 16:08:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas do mês]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de fevereiro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais. 1. Comecei a ler Um defeito de cor O Clube do Livro Alagoinhas escolheu Um defeito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de fevereiro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais.</p>



<h1 class="wp-block-heading">1. Comecei a ler Um defeito de cor</h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21B5wI%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc5a8557f-7868-4aba-a41d-5ec535806582_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21B5wI%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc5a8557f-7868-4aba-a41d-5ec535806582_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>O <strong>Clube do Livro Alagoinhas</strong> escolheu<strong> Um defeito de cor</strong>, da <strong>Ana Maria Gonçalves</strong>, como o <strong>calhamaço de 2026</strong>. Esse livro é muito recomendado por várias pessoas, de especialistas aos leitores-comum, como uma obra-prima da literatura brasileira.</p>



<p>Eu realmente estou empolgada e empenhada com a leitura. Para fins de organização pessoal, marquei cada capítulo com uma <em>flag</em>. A minha ideia é ler um capítulo por final de semana. Não tenho cumprido com tanto rigor. Mas sempre que percebo que terei um tempo mais livre em um final de semana, me jogo na leitura de um capítulo com objetivo de concluí-lo entre o sábado e o domingo. Está funcionando! E a leitura é tão envolvente que mesmo que tome uma certa distância, a história segue viva em minha memória.</p>



<p>» <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/4rtAyTd">Um defeito de cor na Amazon</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">2. LIVRO: Luxúria (Raven Leilani)</h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%219Fep%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F46defc8d-5ccb-46d3-a122-85a5cb70e12a_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%219Fep%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F46defc8d-5ccb-46d3-a122-85a5cb70e12a_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Não sei exatamente o que esperava do livro, mas a curiosidade sobre o final foi me levando. Uma jovem negra e seus conflitos existenciais, sexuais e familiares. Não são tantos livros que lemos com essa perspectiva, principalmente com o recorte dos conflitos afetivo-sexuais. Ao final, temos algo difícil de admitir, mas que a personagem faz do jeitinho dela: endeusar homens medíocres pelo desejo de atenção.</p>



<p><strong>Luxúria</strong> foi publicado no Brasil pelo grupo Companhia das Letras, em 2021, com tradução de Ana Guadalupe.</p>



<p>» <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/4sPm7Kv">Luxúria na Amazon</a></p>



<h1 class="wp-block-heading">3. FILME: Livros restantes (<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/4bySXbA">PrimeVideo)</a></h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Mgse%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6686aee4-dfbb-4776-b53e-303abbb69feb_1280x840.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Mgse%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6686aee4-dfbb-4776-b53e-303abbb69feb_1280x840.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21MW8l%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F43fde046-d459-48d3-b737-7dff7c78f7bd_1200x801.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21MW8l%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F43fde046-d459-48d3-b737-7dff7c78f7bd_1200x801.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>No final de um domingo, dei play em um filme brasileiro motivada apenas pelo título, <strong>Livros Restantes</strong>. E tive uma grata surpresa. A trama acompanha Ana Catarina (Denise Fraga), uma mulher de 50 anos que está prestes a iniciar um novo capítulo em sua vida com uma mudança para Portugal. Antes de partir, porém, ela decide devolver os livros que ganhou de diferentes pessoas ao longo dos anos.</p>



<p>Como todos os exemplares possuíam dedicatórias, essas mensagens tornam-se uma história à parte. Elas marcam momentos, desejos e quem éramos quando as redigimos. O filme foca, principalmente, na devolução de cinco dessas obras.</p>



<p>Nessa jornada, Ana Catarina reencontra não apenas pessoas do passado, mas também a versão de si mesma que existia em cada um daqueles momentos. Ao longo do caminho, ela faz um acerto de contas com os outros e consigo mesma, vivenciando acolhimentos, enfrentamentos e encerramentos necessários para, de fato, construir uma vida nova após os 50 anos.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-very-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Fechar essa porta para tentar encontrar a chave para abrir a próxima”.</td></tr></tbody></table></figure>



<h1 class="wp-block-heading">4. LIVRO: Viciado em ansiedade (Owen O’Kane)</h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21uciR%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0af037ae-a81a-4261-8fa8-aeade9667d90_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21uciR%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0af037ae-a81a-4261-8fa8-aeade9667d90_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Gosto bastante de leituras voltadas à psicologia e à psicanálise. E esses temas estão sempre na minha lista de <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://jeniffergeraldine.com/leitura-anti-scrolling/">leitura anti-scrolling.</a> Por isso, não resisti quando recebi, em parceria com o grupo Companhia das Letras e o selo Fontanar (2026), o e-book <strong>Viciado em ansiedade</strong>, de <strong>Owen O’Kane</strong>, com tradução de Lígia Azevedo.</p>



<p>Convivo com a ansiedade há alguns bons anos, desde que tive um <em>burnout</em> entre 2015 e 2016. Hoje, consigo reconhecer quando estou saindo do que podemos chamar de uma “ansiedade normal” para um estado desestabilizador — algo que, graças a Deus, tem acontecido bem pouco, fruto de muito autocuidado, autoconhecimento, terapia e de uma boa rede de apoio. Ainda assim, sigo lendo sobre o assunto, pois ele me interessa não apenas no nível pessoal, mas também no âmbito social.</p>



<p>Para estas notas da vida, quero compartilhar os quatro passos do desapego que o autor descreve no capítulo 6, intitulado “Desapegando dos pensamentos ansiosos”:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Reconhecer: Reconheça o pensamento sem precisar interpretá-lo.</li>



<li>Atentar-se aos velhos hábitos: Qual é a sua “postura padrão automática”? Reconheça, atente-se e não volte ao velho hábito.</li>



<li>Testemunhar: O famoso “olhar de fora”. Acho que falar em voz alta é uma boa forma.</li>



<li>Abrir mão: “Envolve saber que você não precisa se agarrar ao pensamento. Que não precisa complicá-lo pensando demais”.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-very-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Comece observando seus pensamentos ansiosos como ‘pensamentos ansiosos’. Não procure por propósito, valor, sentido ou orientação neles. Perceba como sua mente se tranquiliza quando você não se envolve”.</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-very-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Os pensamentos ansiosos têm quatro características principais que intensificam a experiência: drama, detalhes, distração e ganho”.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>» <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/4sfwHum">Viciado em ansiedade na Amazon</a></p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>5. Registros do cotidiano</strong></h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21EqF1%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6538ea58-a1fd-41ce-9dff-9927985acf44_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21EqF1%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6538ea58-a1fd-41ce-9dff-9927985acf44_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Enquanto caminhava e corria em um dia de fevereiro de 2026</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21PMeM%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6f2509db-fa4c-4bea-ba71-fac188fd463d_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21PMeM%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F6f2509db-fa4c-4bea-ba71-fac188fd463d_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Praia do Diogo (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%2107Ft%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F772a0535-a0a7-4697-ad4d-98cd46d59a28_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%2107Ft%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F772a0535-a0a7-4697-ad4d-98cd46d59a28_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Praia do Diogo (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Qrv-%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Feeb25098-a593-4e15-b488-160e5de9eb53_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Qrv-%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Feeb25098-a593-4e15-b488-160e5de9eb53_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Praia do Diogo (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21mCGy%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Faa325ec0-fb39-4a89-9a6e-14a2f43bf4d3_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21mCGy%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Faa325ec0-fb39-4a89-9a6e-14a2f43bf4d3_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Praia do Diogo (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21fGjS%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe6d26e76-138f-4492-a296-dee3bcdc01aa_1200x1680.png?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21fGjS%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fe6d26e76-138f-4492-a296-dee3bcdc01aa_1200x1680.png?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Praia do Diogo (BA)</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Esta publicação também foi publicada na minha&nbsp;<a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/p/notas-da-vida-fevereiro-de-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Newsletter Notas da Vida</a>.<br /></p>



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		<title>O ano de 2025 em leituras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[EntreBlogs]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que ainda acho estranho não considerar a quantidade de livros lidos como o primeiro critério para fazer uma recapitulação das leituras do ano de 2025. Venho tentando mudar&#160;a&#160;ideia de [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/leituras_2025_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="762" height="658" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/leituras_2025_jeniffergeraldine.png?resize=762%2C658&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19875" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/leituras_2025_jeniffergeraldine.png?w=762&amp;ssl=1 762w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/leituras_2025_jeniffergeraldine.png?resize=300%2C259&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 762px) 100vw, 762px" /></a></figure>



<p>Confesso que ainda acho estranho não considerar a quantidade de livros lidos como o primeiro critério para fazer uma recapitulação das leituras do ano de 2025. Venho tentando mudar&nbsp;a&nbsp;ideia de que um bom ano literário é sobre quantidade.&nbsp;Assim como&nbsp;fugir da pergunta padrão de quantos livros leu no mês ou no ano. E,&nbsp;consequentemente, fugir de&nbsp;exibir o quantitativo como um&nbsp;troféu&nbsp;se for um número acima de X (não sei, 12?) e esconder se for abaixo de X – seja lá que X for esse.&nbsp;</p>



<p>Exibir o número é sintoma da nossa sociedade do desempenho que gosta de medir tudo. Temos que saber o quantitativo e criar uma tabela de acompanhamento.&nbsp;Por aqui&nbsp;estou&nbsp;tentando fazer diferente. É estranho, já disse. Mas tem sido uma boa tentativa porque, nisso tudo, eu só sei que estou e continuo lendo.&nbsp;</p>



<p>Meu 2025 literário foi guiado por dois projetos, o&nbsp;<a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube do Livro Alagoinhas</a>&nbsp;(CLA) e&nbsp;<a href="https://jeniffergeraldine.com/leitura-anti-scrolling/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leitura anti-scrolling</a>. O CLA é o projeto de incentivo à leitura que organizo, desde 2017, na minha cidade natal, Alagoinhas (BA), na modalidade presencial. São 8 anos de muitas leituras, risadas,&nbsp;conversas e afetos mediados pela literatura.&nbsp;Já, o&nbsp;Leitura&nbsp;anti-scrolling&nbsp;é um&nbsp;projeto pessoal que faço desde 2024 para diminuir o tempo em redes sociais digitais, principalmente o Instagram&nbsp;(RIP 2011-2025)&nbsp;e TikTok.&nbsp;A proposta é ler livros de temas e autores/autoras que estão em alta na internet. Vou direto na fonte em vez de ficar rolando os feeds e consumindo conteúdo fragmentado de livros ou até mesmo lendo trechos sem a autoria devida.&nbsp;</p>



<p>Com esses guias, o 2025 foi marcado por releituras, descobertas de novas autoras, leituras de puro entretenimento e&nbsp;imersão literária em algumas autoras e autores.&nbsp;</p>



<p>Comecei o ano com a releitura de&nbsp;<strong>Fim</strong>, da&nbsp;Fernanda Torres&nbsp;(Companhia das Letras, 2013). E&nbsp;<strong>Fim</strong>&nbsp;é uma grande &#8220;casa dos homens&#8221;, como descreve Valeska&nbsp;Zanello&nbsp;no livro&nbsp;<strong>A Prateleira do Amor: Sobre Mulheres, Homens e Relações</strong>&nbsp;(Appris&nbsp;Editora, 2022), que foi uma leitura que fiz como&nbsp;anti-scrolling&nbsp;e conectou perfeitamente com a obra da Torres.&nbsp;Temas como cultura patriarcal, machismo, sexismo&nbsp;e suas reverberações nas relações amorosas, casamentos, escolhas profissionais, amizades e expectativas de vida estão presentes na ficção de&nbsp;Torres&nbsp;e na teoria de Valeska.&nbsp;</p>



<p>Outra releitura&nbsp;(também para o CLA)&nbsp;foi o divertido&nbsp;<strong>A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água</strong>, do meu&nbsp;amado&nbsp;Jorge (Companhia das Letras, 2008). Escolhi ter uma experiência diferente e ouvi o&nbsp;audiobook.&nbsp;Só&nbsp;veio a confirmação de que não sou uma leitora de&nbsp;audiobook. Eu preciso ter algo físico para materializar um pouco a história e me ajudar com atenção. Do contrário, eu faço viagens imaginativas para além da ficção do momento.&nbsp;Sorte que já conhecia a história&nbsp;pelo livro e pelo filme. Então foi um pouco tranquilo chegar ao final.&nbsp;&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19876" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_aguafrescaparaflores_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>
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<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19877" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/livro_alinebei_jeniffergeraldine.png?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>
</div>


<p>Descobri duas autoras que adorei. A primeira foi&nbsp;a brasileira&nbsp;<strong>Verônica Botelho</strong>&nbsp;com a sua série&nbsp;<strong>Estações</strong>&nbsp;de que li&nbsp;<strong>Verão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Inverno</strong>, ambos publicados pela&nbsp;Galáxia. A série&nbsp;<strong>Estações&nbsp;</strong>aborda a complexidade das relações interraciais no Brasil. A partir de&nbsp;<strong>Verão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Inverno</strong>, podemos discutir questões interseccionais que são fundamentais em uma sociedade plural como a nossa. Por aqui, Verônica e seus livros foram excelentes achados literários. Aguardo empolgada pelo próximo volume!&nbsp;</p>



<p>&gt;&gt; <a href="https://jeniffergeraldine.com/serie-estacoes-de-veronica-botelho-livro-1-verao-e-livro-2-inverno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia também: Série Estações, de Verônica Botelho</a>&nbsp;</p>



<p>A segunda foi<strong>&nbsp;Valérie Perrin</strong>, escritora francesa publicada no Brasil pela Intrínseca.&nbsp;Comecei por&nbsp;<strong>Água fresca para as flores</strong>&nbsp;(tradução de Carolina&nbsp;Selvatici) que foi um livro que devorei. Não conseguia parar de ler. Uma obra sobre lutos e perdas, mas sobre vida além do luto e da perda. Boa&nbsp;escrita, envolvente, com personagens complexas e bem&nbsp;construídas. Vale cada página! E fiquei com muita vontade de ver tudo na televisão ou no cinema.&nbsp;Acabei&nbsp;fazendo uma imersão literária Valérie Perrin.&nbsp;Pouco&nbsp;tempo depois, comecei<strong>&nbsp;Três&nbsp;</strong>(tradução de Julia Sobral Campos),&nbsp;que não me fisgou tanto e acabei pausando a leitura.&nbsp;Só que&nbsp;não desisti da Valérie e&nbsp;minha última leitura do ano foi&nbsp;<strong>Querida Tia&nbsp;</strong>(tradução de Sofia Soter)<strong>.</strong>&nbsp;E aí sim reencontrei&nbsp;aquele brilho de&nbsp;<strong>Água fresca</strong>&nbsp;com menos intensidade, mas ainda assim com aquela pegada Perrin que me encantou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>E já que comentei da imersão literária Valérie Perrin, vou puxar logo as outras imersões que fiz:&nbsp;<strong>Marcelo Rubens Paiva&nbsp;</strong>e<strong>&nbsp;Aline Bei</strong>. Comecei a imersão Marcelo com&nbsp;<strong>Ainda estou aqui&nbsp;</strong>(Companhia das Letras,&nbsp;2015). O livro é excelente. Através da vida dos pais, Marcelo utiliza a literatura para seguir denunciando e rememorando o terror que foi a ditadura militar no Brasil &#8211; &#8220;um crime contra a humanidade!&#8221;.&nbsp;Em seguida, li&nbsp;<strong>Feliz ano velho&nbsp;</strong>(Companhia das Letras, 2015) e gostei bastante. Encontrei muita acidez, ironia e crítica&nbsp;à&nbsp;sociedade, ao mundo e até&nbsp;a&nbsp;Deus (por que ele?). Foi interessante acompanhar as descobertas, redescobertas, e de lembrar com&nbsp;Marcelo&nbsp;da vida até os 20 anos de um rapaz que soube aproveitar muito da liberdade de ser homem. Para mim, o ponto alto é ele descobrir que existia outro mundo, o mundo das pessoas com deficiência e que agora ele fazia parte desse&nbsp;mundo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A outra imersão literária foi com Aline Bei.&nbsp;Gosto da&nbsp;habilidade que Aline tem de abordar temas complexos e espinhosos com prosa poética. Em 2025, li&nbsp;<strong>Uma delicada coleção de ausências&nbsp;</strong>e<strong>&nbsp;Pequena&nbsp;coreografia do adeus</strong>, todos publicados pela Companhia das Letras.&nbsp;Gostei mais&nbsp;de&nbsp;<strong>Uma&nbsp;delicada coleção&nbsp;de ausências</strong>. Um livro&nbsp;sobre silêncios, ausências e sobrevivência. Abuso infantil em contexto familiar. Uma denúncia breve sobre a cultura patriarcal que culpabiliza as mulheres.&nbsp;</p>



<p>Para finalizar&nbsp;não posso deixar de&nbsp;comentar&nbsp;que:&nbsp;adorei ter ranço de&nbsp;Chiamaka&nbsp;em&nbsp;<strong>A contagem dos sonhos</strong>, da&nbsp;<strong>Chimamanda&nbsp;Ngozi&nbsp;Adichie&nbsp;</strong>(tradução de&nbsp;Julia Romeu,&nbsp;Companhia das Letras, 2025);&nbsp;amei imaginar a vida no povoado de&nbsp;<strong>Mata Doce</strong>&nbsp;(Luciany&nbsp;Aparecida,&nbsp;Alfaguara, 2023); e a conversa que Alexandre Coimbra fez com Milton Nascimento,&nbsp;Paulo Freire e Ailton&nbsp;Krenak&nbsp;em&nbsp;<strong>A esperança a gente planta&nbsp;</strong>(Editora&nbsp;Paidós,&nbsp;2025) também me fez esperançar por aqui.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para 2026? Sem metas.&nbsp;Apenas sigo&nbsp;com meus projetos guias e aquele desejo de&nbsp;passar&nbsp;mais tempo entre páginas&nbsp;que misturam um pouco de fantasia e um pouco realidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Livros na&nbsp;Amazon:</strong>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/45WfsVy" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fim</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4aZaPO1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A prateleira do amor</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4jLKzsQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A morte e a morte de Quincas Berro D&#8217;água</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/3NzbYlz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verão</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4sGZetv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inverno</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4sJUP93" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Água fresca para as flores</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/49rEoXj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Três</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/49LRcqB" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Querida tia</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4qnZNqj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ainda estou aqui</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/49Gcrdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Feliz ano velho</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/3LNfU1E" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma delicada coleção de ausências</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4qm4EIF" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pequena coreografia do adeus</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/4r4c6Z1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A contagem dos sonhos</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/45hQbVE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mata Doce</a>&nbsp;</p>



<p><a href="https://amzn.to/3YIvw9E" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A esperança a gente planta</a>&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p>Esta publicação faz parte do projeto <a href="https://www.bamoretti.com/p/entreblogs.html">EntreBlogs</a>.<br></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p><br>Originalmente publicado na<strong> Notas da Vida</strong> (newsletter Substack). Se prefere receber primeiro na newsletter, <a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">se inscreva aqui</a>.</p>



<p></p>
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		<title>CLUBE DO LIVRO ALAGOINHAS DIVULGA LEITURAS DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 12:16:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de facilitar a organização das leituras e garantir acesso aos livros com antecedência, o Clube do Livro Alagoinhas (CLA) divulga sua programação de leitura para o primeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19883" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_novembro2025_bibliotecapublica-scaled.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Encontro de novembro/2026 na Sala Colaborar, da Biblioteca Pública Municipal Maria Feijó</figcaption></figure>
</div>


<p>Com o objetivo de facilitar a organização das leituras e garantir acesso aos livros com antecedência, o Clube do Livro Alagoinhas (CLA) divulga sua programação de leitura para o primeiro semestre de 2026. Uma programação que reflete nosso compromisso com a diversidade literária e com a leitura como prática de encontro e resistência.</p>



<p><strong>Confira abaixo a lista de livros:</strong></p>



<p><strong>JANEIRO</strong> — A terra dá, a terra quer (Nêgo Bispo) <a href="https://amzn.to/4hKW8iW" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/4hKW8iW</a></p>



<p><strong>FEVEREIRO</strong> — O sol na cabeça (Geovani Martins) <a href="https://amzn.to/4ozsEqV" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/4ozsEqV</a></p>



<p><strong>MARÇO</strong> — Edição Livro Livre<br>Projeto “Uma Volta Literária nas Regiões do Brasil &#8211; Região Norte”</p>



<p><strong>ABRIL</strong> — Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena (Trudruá Dorrico) <a href="https://amzn.to/48aEnpV" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/48aEnpV</a></p>



<p><strong>MAIO</strong> — A sociedade do cansaço (Byung-Chul Han) <a href="https://amzn.to/4hHitxT" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/4hHitxT</a></p>



<p><strong>JUNHO</strong> — A máquina de fazer espanhóis (Valter Hugo Mãe) <a href="https://amzn.to/3LGRRRv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/3LGRRRv</a></p>



<p><br><strong>DESAFIO CLÁSSICO CALHAMAÇO 2026:</strong> Um defeito de cor (Ana Maria Gonçalves) <a href="https://amzn.to/43aGAPq" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/43aGAPq</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PROJETOS ESPECIAIS PARA 2026</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo.jpg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19884" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_agosto_2025_colegiomodelo-scaled.jpg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Encontro especial com o Clube de Leitura do Colégio Modelo de Alagoinhas em agosto/2026</figcaption></figure>
</div>


<p>O Clube do Livro Alagoinhas organiza, em 2026, dois projetos especiais que complementam a programação mensal: o <strong>Projeto Uma Volta Literária nas Regiões do Brasil,</strong> que promove a exploração da diversidade literária nacional, e o <strong>Projeto Desafio Clássico Calhamaço</strong>, que convida ao aprofundamento em uma obra clássica ao longo de todo o ano.</p>



<p><strong>Projeto Uma Volta Literária nas Regiões do Brasil</strong></p>



<p><strong>Objetivo:</strong> Explorar a diversidade literária brasileira através da leitura de obras representativas de cada região do país, promovendo descobertas culturais e ampliando horizontes literários do clube.</p>



<p><strong>Dinâmica:</strong> O projeto seguirá a ordem geográfica das regiões, começando pelo Norte, seguida do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e finalizando no Sul.</p>



<p>Os/as participantes do clube têm total liberdade para escolher qual livro representará a região em destaque, podendo optar por obras de autores/as nascidos/as naquela área, livros ambientados em algum estado da região ou obras que dialoguem de modo relevante com a identidade cultural local.</p>



<p><strong>Projeto Desafio Clássico Calhamaço: Um Defeito de Cor&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Objetivo:</strong> Promover a leitura de uma obra clássica de grande extensão, permitindo que os/as participantes se aprofundem em uma narrativa significativa da literatura brasileira, explorando temas de identidade, história e resistência.</p>



<p><strong>Como vai funcionar:&nbsp;</strong></p>



<p>•⁠  ⁠O livro escolhido para 2026 é <em>Um Defeito de Cor</em>, de Ana Maria Gonçalves &#8211;<a href="https://amzn.to/43aGAPq" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://amzn.to/43aGAPq</a></p>



<p>•⁠&nbsp; ⁠Não há cronograma de páginas ou prazos intermediários. Cada participante lê conforme seu tempo e disponibilidade ao longo do ano.</p>



<p>•⁠&nbsp; ⁠Em todo encontro mensal do clube será reservado um momento específico para que os/as participantes compartilhem o andamento de suas leituras, impressões e descobertas sobre a obra de Ana Maria Gonçalves.&nbsp;</p>



<p>•⁠&nbsp; ⁠Em dezembro de 2026, vamos realizar o encontro com o balanço de leituras do ano e as reflexões finais sobre <em>Um Defeito de Cor</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ENCONTRO DE JANEIRO/2026: LIVRO </strong><strong><em>A TERRA DÁ, A TERRA QUER</em></strong><strong> (NÊGO BISPO) NO RESTAURANTE FLOR DE FEIJÃO</strong></h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19885" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2026/01/clubedolivroalagoinhas_janeiro_2026.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>
</div>


<p>No dia 31 de janeiro, o Clube do Livro Alagoinhas chega à sua 90ª edição com o lançamento oficial desta programação semestral. O encontro será dedicado à leitura e discussão de <em>A terra dá, a terra quer</em>, de Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo), obra que convida à reflexão sobre conhecimentos tradicionais, resistência e território. A mediação será conduzida por Júlia Costa e Antonny Paixão, que nos guiarão por uma conversa sobre as provocações e saberes que o livro nos oferece.&nbsp;</p>



<p><strong>Livro:</strong> A terra dá, a terra quer, de Antônio Bispo dos Santos &#8211; Nêgo Bispo (Ubu Editora, 2023)</p>



<p><strong>Data:</strong> 31 de janeiro, sábado, 16h</p>



<p><strong>Local:</strong> Restaurante Flor de Feijão&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SOBRE O CLUBE DO LIVRO ALAGOINHAS</strong></h2>



<p>Projeto cultural de incentivo à leitura em Alagoinhas e região com atuação desde 2017. Reunião de pessoas apaixonadas por leitura em um encontro mensal para conversar e compartilhar experiências. Como funciona? Leitura de um livro por mês.&nbsp;</p>



<p>Atualmente os encontros acontecem em espaços culturais e de entretenimento da cidade, como a Sala Colaborar, da Biblioteca Pública Municipal Maria Feijó, Restaurante Flor de Feijão e a For Love Cafeteria, no último sábado do mês, às 16h (pode ocorrer alteração de data e horário a depender de feriados).&nbsp;</p>



<p>Em 2024, o Clube do Livro Alagoinhas foi reconhecido como agente cultural de relevância no edital <em>Premiação para Agentes Culturais com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei Nº 14.339/2022)</em>, chamamento público realizado pela Prefeitura de Alagoinhas (BA), reconhecimento que reafirma nosso compromisso com a promoção da leitura e a formação de comunidades literárias engajadas. O projeto é organizado e mediado por Jeniffer Geraldine, Marcello Alves, Julianna Santos, Ana Gleise Souza, Dayana Cardoso, Nilton Júnior, Izabela Simões, Zuleide Reis e Wilton Cardoso, que trabalham continuamente para manter viva essa experiência coletiva de encontro, aprendizado e resistência através da leitura.</p>



<p>A principal forma de acompanhar as novidades do clube é através do perfil oficial no Instagram &#8211; <a href="https://instagram.com/clubedolivro_alagoinhasba?igshid=MWI4MTIyMDE=" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@clubedolivro_alagoinhasba</a>. Há também um grupo fechado no WhatsApp, para participar a pessoa deve entrar em contato pelo Instagram ou e-mail (<a href="mailto:clubedolivroalagoinhas@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clubedolivroalagoinhas@gmail.com</a>) e informar o interesse . Para parcerias e outras informações, o e-mail oficial é <a href="mailto:clubedolivroalagoinhas@gmail.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clubedolivroalagoinhas@gmail.com</a>. </p>



<p>>> <a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira o histórico de edições</a> </p>
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		<title>Notas da Vida: novembro de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 15:28:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[filmes brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de novembro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais. 1. A contagem dos sonhos&#160;(Chimamanda Ngozi Adichie; trad. Julia Romeu; Companhia das Letras, 2025) A história [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Oie! Hoje compartilho minhas notas de novembro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais.<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">1. A contagem dos sonhos<strong>&nbsp;</strong>(Chimamanda Ngozi Adichie; trad. Julia Romeu; Companhia das Letras, 2025)</h2>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21SArg%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F56286557-056a-4115-b07b-43a98ac86b85_2880x4032.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21SArg%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F56286557-056a-4115-b07b-43a98ac86b85_2880x4032.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>A história de 4 mulheres negras, ou a história dos seus sonhos. Um livro que foi um mergulho em perspectivas diversas sobre ser mulher e como a tradição, a cultura e o patriarcado atravessam seus cotidianos, sonhos e desejos. Além disso, considero também uma leitura sobre a complexidade que é a amizade entre mulheres. Recomendo para ler com calma.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Como as moralidades são escorregadias, como elas giram, escasseiam e mudam conforme as circunstâncias” (p.88).</td></tr></tbody></table></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>A contagem dos sonhos&nbsp;<a href="https://amzn.to/3Mfhppj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na Amazon</a></li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">2. Filme &#8211; Frankenstein (Guillermo del Toro, 2025)</h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21d4D8%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd70c63e1-5be9-4334-b138-fe9eeffe6593_7200x4800.webp?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21d4D8%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd70c63e1-5be9-4334-b138-fe9eeffe6593_7200x4800.webp?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21hc0Z%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fdc88b6ff-0cc5-4220-bbc9-7214a0234244_1024x576.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21hc0Z%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fdc88b6ff-0cc5-4220-bbc9-7214a0234244_1024x576.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21bAFb%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcc7c13b5-2ee6-455d-a71a-1ea81f73be22_1920x1008.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21bAFb%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcc7c13b5-2ee6-455d-a71a-1ea81f73be22_1920x1008.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Torito fez de novo! Que filme ESPETACULAR! Que sensível a perspectiva da criatura. Uma obra sobre pertencimento, amor, paternidade e família. Atuações incríveis de Jacob Elordi, Oscar Isaac e Mia Goth.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Perdoar. Esquecer. A verdadeira medida da sabedoria. Saber que você foi ferido, saber por quem foi ferido e escolher deixar tudo se apagar”.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Disponível na Netflix.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>3. “Analog Bag”</strong></h1>



<p>Li na&nbsp;<em><a href="https://www.businessinsider.com/analog-bags-tiktok-trend-replacing-screen-time-2025-11?utm_source=New+Plan+Journal&amp;utm_campaign=5c9dc63918-amor+ou+consist%C3%AAncia%3F_COPY_01&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_1c938f7dc1-5c9dc63918-585714445&amp;ct=t(EMAIL_CAMPAIGN_8_9_2022_14_23_COPY_01)&amp;mc_cid=5c9dc63918&amp;mc_eid=5401e420f3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Business Insider</a></em>&nbsp;a ideia de ter uma “analog bag”, uma nova tendência no TikTok. Começou com a&nbsp;<em>creator</em>&nbsp;Sierra Campbell. E a proposta é sair de casa com uma bolsa que tenha itens para ajudar a utilizar menos o celular e, consequentemente, as redes sociais digitais: palavras-cruzadas, câmera fotográfica, livros de colorir e outros tipos de livro. Tudo para evitar o&nbsp;<em>doomscrolling</em>&nbsp;(rolagem de perdição &#8211; ficar passeando excessivamente pela internet e, inclusive, consumindo conteúdo e notícias ruins), o&nbsp;<em>brainrot&nbsp;</em>(apodrecimento mental – consumo excessivo de conteúdo superficial na internet) e o&nbsp;<em>technostress&nbsp;</em>(estresse gerado pelo consumo excessivo de tecnologia).</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21ragT%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Ff929ed9b-0185-43f2-8af9-c1b359d0c7d6_2268x3175.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21ragT%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Ff929ed9b-0185-43f2-8af9-c1b359d0c7d6_2268x3175.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Olhei para minha bolsa e pensei: já estou na tendência &#8211; meu caderno criativo A5 da Cícero e o Kindle. 😀</figcaption></figure>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>4. Não saiu do play</strong></h1>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />&nbsp;<a href="https://open.spotify.com/intl-pt/album/0T6NLOJMmjD6xyvzNswmnn?si=d9uvIWh1RhyN8dHEkL4daw" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HASOS, do Baco Exu do Blues</a></p>



<p>Novo álbum do Diogo. Aqui ele foi corajoso e ficou bonito demais. Um homem negro falando de emoções, medos, dores, saúde mental e espiritualidade é algo que precisamos ver/ouvir mais e mais!</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>5. Filme – O filho de mil homens (Daniel Rezende, 2025)</strong></h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21btla%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F19ec1790-a449-44ff-84cc-72dfbcc1daaa_1920x1080.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21btla%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F19ec1790-a449-44ff-84cc-72dfbcc1daaa_1920x1080.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21I45w%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F170e2348-09a3-459f-81f2-ecba25170687_1200x800.webp?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21I45w%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F170e2348-09a3-459f-81f2-ecba25170687_1200x800.webp?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>QUE FILME LINDO!</p>



<p>Eu amei o simbolismo da concha – mar, mergulho, silêncio, conforto, sonhos. Amei os gritos – catarse, libertação.</p>



<p>Apesar da sinopse sinalizar que é um filme sobre o “desejo de ser pai”, acredito que Crisóstomo (brilhantemente interpretado por Rodrigo Santoro) tinha vontade de família.</p>



<p>Outro ponto que gostei bastante: o Camilo ser um contraponto ao Crisóstomo. Camilo cheio de preconceitos e padrões normativos, ainda criança, por conta da criação que teve. E o Crisóstomo com uma abertura inocente e bonita para um “vir a ser”, para as possibilidades.</p>



<p>Fotografia poética impecável! Um filme sobre solidão, pertencimento e rede de afetos. Sobre o encontro dos solitários, da escória.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Quem te ensinou o certo e o errado?” &#8211; Camilo</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Existe um assim?” &#8211; Crisóstomo</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Quem tem menos medo de sofrer, tem mais possibilidades de ser feliz”.</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“Somos o resultado de tanta gente, tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa que nunca estaremos sós”.</td></tr></tbody></table></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Disponível na Netflix.</li>



<li>Baseado no&nbsp;<a href="https://amzn.to/4pOFt0L" target="_blank" rel="noreferrer noopener">romance de Valter Hugo Mãe</a>.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">6. Registros do cotidiano</h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%212Uog%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F39262152-b27e-459a-bd8d-4af24276b47e_2877x4028.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%212Uog%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F39262152-b27e-459a-bd8d-4af24276b47e_2877x4028.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%218nN0%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F2e7209fe-fccf-4547-b630-09e8c96ea7e8_2618x3665.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%218nN0%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F2e7209fe-fccf-4547-b630-09e8c96ea7e8_2618x3665.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21JL1d%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fa7a5b3b4-8a32-4183-84b6-7d239be12dd9_2740x3836.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21JL1d%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fa7a5b3b4-8a32-4183-84b6-7d239be12dd9_2740x3836.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21NdQ7%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F83625d02-868a-47fe-ad92-7dd1a8897516_2776x3886.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21NdQ7%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F83625d02-868a-47fe-ad92-7dd1a8897516_2776x3886.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Caboto (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21jqqa%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd52217ae-e2b4-4ed5-8dfd-3cc2b36d244c_1474x2064.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21jqqa%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd52217ae-e2b4-4ed5-8dfd-3cc2b36d244c_1474x2064.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Caboto (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21-Q5p%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcea92592-3350-4f36-8576-d07e1ae11e6b_2079x2910.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21-Q5p%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcea92592-3350-4f36-8576-d07e1ae11e6b_2079x2910.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Grupo de Capoeira | Mestre Nildo Morgado (Alagoinhas/BA)</figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p><em>Publicado originalmente na <a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/p/notas-da-vida-novembro-de-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">newsletter <strong>Notas da Vida</strong></a> de Jeniffer Geraldine.</em><br><br></p>
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		<title>Notas da Vida: setembro e outubro de 2025</title>
		<link>https://jeniffergeraldine.com/notas-da-vida-setembro-e-outubro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá! Hoje compartilho minhas notas de setembro e outubro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais. 1. Uma delicada coleção de ausências (Aline Bei) Silêncios, ausências e sobrevivência. Abuso infantil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Olá! Hoje compartilho minhas notas de setembro e outubro: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>1. Uma delicada coleção de ausências (Aline Bei)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21CCAM%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F07fa1436-cbed-406a-98ab-d05e7369960b_2268x3175.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21CCAM%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F07fa1436-cbed-406a-98ab-d05e7369960b_2268x3175.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Silêncios, ausências e sobrevivência. Abuso infantil em contexto familiar. Uma denúncia breve sobre a cultura patriarcal que culpabiliza as mulheres.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“[&#8230;] atravessada por vazios e impermanências. Algumas saudades. Muitos arrependimentos” (p. 11).</td></tr></tbody></table></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma delicada coleção de ausências <a href="https://amzn.to/3LEFYvm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na Amazon</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Como ser um educador antirracista (Bárbara Carine)</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21rC_T%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fdd58a1af-44a4-4a0a-9593-a69e6251fe89_2391x3347.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21rC_T%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fdd58a1af-44a4-4a0a-9593-a69e6251fe89_2391x3347.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Um projeto político de outra possibilidade de educação em formato de livro. É para professores, mas vale para todos que se interessam por um mundo inclusivo. Gosto principalmente quando Bárbara reforça que “educação é um ato social”. Ou seja, não está apenas em sala de aula, mas em qualquer lugar, em qualquer pessoa. Outro ponto forte do livro é a linguagem objetiva. Bárbara aborda, de forma assertiva, diversos conceitos amplamente discutidos na academia, mas muitas vezes esvaziados na comunicação instantânea das plataformas digitais – como colonialidade, branquitude, lugar de fala, raça e o mito da democracia racial. Além de citar leis importantes para ilustrar os resultados das lutas do movimento negro. Por fim, me interessa quando a autora aborda a perspectiva de uma educação positiva. É para ensinar sobre o que as crianças podem ser. É para potencializar sua estética, beleza, cultura, arte.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>“[&#8230;] crianças que estão sendo formadas precisam se nutrir do que elas efetivamente são e não do que não são” (p. 40).</td></tr></tbody></table></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como ser um educador antirracista <a href="https://amzn.to/4nCe6pg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na Amazon</a></li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>3. Dengo como política de sobrevivência</strong></h1>



<p>Em tempos de vida acelerada, nós estamos também apressando/encurtando/adensando relacionamentos. E onde fica o afeto nisso tudo? Pensei sobre isso e muito mais ao ler a ideia do <strong><a href="https://www.instagram.com/p/DP3o2xmDhzx/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dengo como Política de sobrevivência</a></strong>, um texto de Aleef Santana, que encontrei no perfil de Zá Oliveira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/11/zaoliveira_dengo.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="591" height="729" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/11/zaoliveira_dengo.png?resize=591%2C729&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19740" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/11/zaoliveira_dengo.png?w=591&amp;ssl=1 591w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/11/zaoliveira_dengo.png?resize=243%2C300&amp;ssl=1 243w" sizes="auto, (max-width: 591px) 100vw, 591px" /></a></figure>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>4. Não saiu do play</strong></h1>



<p><strong><a href="https://open.spotify.com/playlist/37i9dQZF1DZ06evO3hmP8H?si=9ba815b07ab04c74" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Barão Vermelho e Cazuza</a></strong></p>



<h1 class="wp-block-heading">5. Uma citação</h1>



<p>Quando estou tentando viver além do Lattes, mas lembro de uma citação de um dos filósofos que estudo. Não tem jeito. É sempre vida-pesquisa, pesquisa-vida.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Mj1d%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0da5dd41-24c5-4cd5-826c-fae4324b4592_2504x3506.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21Mj1d%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0da5dd41-24c5-4cd5-826c-fae4324b4592_2504x3506.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Essa é uma citação que me lembra de viver no presente. Aproveitar o momento, o instante. Sem reverberações do passado. Sem ansiar pelo futuro.</p>



<p>[citação do livro <a href="https://amzn.to/43Ojyho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Favor fechar os olhos</a>, do Byung-Chul Han)</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>6. Filme – Malu (GloboPlay)</strong></h1>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21QBi-%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcca6bd17-c82e-4c4d-95f8-59da9ddd60bd_800x598.webp?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21QBi-%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fcca6bd17-c82e-4c4d-95f8-59da9ddd60bd_800x598.webp?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<p>Malu vive no passado. Não sabe lidar com a decadência. E ainda precisa olhar para um espelho, a filha que resolveu estudar/fazer teatro também.</p>



<p>Relação complexa entre três mulheres &#8211; avó, mãe, filha. Um ótimo filme para discutir conflito geracional, patriarcado, machismo, moralismo, saúde mental. História marcante e excelentes atuações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Registros do cotidiano</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21wxr4%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F55f48dd2-dc98-48c7-857f-7d1a5d71ae73_2153x3014.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21wxr4%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F55f48dd2-dc98-48c7-857f-7d1a5d71ae73_2153x3014.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%2163FU%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0c9b02fb-6fa7-43be-aaf0-58451977780b_1999x2799.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%2163FU%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F0c9b02fb-6fa7-43be-aaf0-58451977780b_1999x2799.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21p_kV%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F165a35d1-d9cf-4c06-9c6d-89b3808c0dea_2191x3067.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21p_kV%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F165a35d1-d9cf-4c06-9c6d-89b3808c0dea_2191x3067.jpeg?ssl=1" alt=""/></a></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21IjkV%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F263e8d8b-7c27-4f73-b56d-50b57815f78e_2880x4032.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21IjkV%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F263e8d8b-7c27-4f73-b56d-50b57815f78e_2880x4032.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Caboto (Candeias &#8211; BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21uPhZ%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd5a69838-d364-455a-b9f4-5c322decc3a3_1842x2579.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21uPhZ%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fd5a69838-d364-455a-b9f4-5c322decc3a3_1842x2579.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Caboto (Candeias &#8211; BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21yu8Y%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F4d59eeb2-4d00-42f9-93b9-7e7d82c82198_3150x4410.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21yu8Y%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F4d59eeb2-4d00-42f9-93b9-7e7d82c82198_3150x4410.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Xilogravuras na FLICA 2025</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21IfXr%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F3cea0ca6-6429-4b89-9003-6b6745536d84_2657x3720.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21IfXr%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F3cea0ca6-6429-4b89-9003-6b6745536d84_2657x3720.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Cachoeira (BA)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img" href="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21OuYD%21%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc9179af1-a968-4c2d-a5ea-6ffd614e7847_2621x3670.jpeg?ssl=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/substackcdn.com/image/fetch/%24s_%21OuYD%21%2Cw_1456%2Cc_limit%2Cf_auto%2Cq_auto%3Agood%2Cfl_progressive%3Asteep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fc9179af1-a968-4c2d-a5ea-6ffd614e7847_2621x3670.jpeg?ssl=1" alt=""/></a><figcaption class="wp-element-caption">Cachoeira (BA)</figcaption></figure>



<p><a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/p/notas-da-vida-setembro-e-outubro/comments"></a><a></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<p><em>Publicado originalmente na <a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/p/notas-da-vida-setembro-e-outubro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">newsletter <strong>Notas da Vida</strong> </a>de Jeniffer Geraldine.</em><br></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>
<p>O post <a href="https://jeniffergeraldine.com/notas-da-vida-setembro-e-outubro-de-2025/">Notas da Vida: setembro e outubro de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://jeniffergeraldine.com">Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</a>.</p>
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		<title>Notas da Vida: agosto de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Olá! Hoje compartilho minhas notas de agosto: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais que marcaram o mês. 1. Imersão [Marcelo Rubens] Paiva Em agosto, li Ainda estou aqui, de [&#8230;]</p>
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<p>Olá! Hoje compartilho minhas notas de agosto: fragmentos dos cadernos, fotografias e descobertas culturais que marcaram o mês.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Imersão [Marcelo Rubens] Paiva</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19674" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1463%2C2048&amp;ssl=1 1463w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_aindaestouaqui_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1828&amp;ssl=1 1828w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>



<p>Em agosto, li <strong>Ainda estou aqui</strong>, de Marcelo Rubens Paiva, para o <a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube do Livro Alagoinhas</a>. Realizamos um <a href="https://www.instagram.com/p/DNbI6zbtEq_/?img_index=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">encontro especial com o Clube de Leitura do Colégio Modelo</a>. Foi um momento maravilhoso para conversar com os jovens estudantes sobre memória individual e coletiva, história não-hegemônica do Brasil e a importância de escutar/ler/conhecer outras narrativas para confrontar o discurso tradicional e ampliar nossa perspectiva de mundo.</p>



<p><strong>Ainda estou aqui </strong>é excelente. Através da vida dos pais, Marcelo utiliza a literatura para seguir denunciando e rememorando o terror que foi a ditadura militar no Brasil &#8211; &#8220;um crime contra a humanidade&#8221;. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="731" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=731%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19675" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=731%2C1024&amp;ssl=1 731w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=214%2C300&amp;ssl=1 214w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1075&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1097%2C1536&amp;ssl=1 1097w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1463%2C2048&amp;ssl=1 1463w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/livro_felizanovelho_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1828&amp;ssl=1 1828w" sizes="auto, (max-width: 731px) 100vw, 731px" /></a></figure>



<p>No embalo, li <strong>Feliz ano velho</strong>. Gostei demais do livro. A escrita de Marcelo é ágil e fluída. Essa é a obra em que ele narra os acontecimentos antes, durante e depois do acidente que o deixou tetraplégico. Mas, para além disso, há muita ironia, acidez e crítica à sociedade, ao mundo e até a Deus. Foi muito interessante acompanhar todas as descobertas, redescobertas e lembrar com o autor sobre a vida até os 20 anos de um rapaz que aproveitou muito da liberdade de ser homem.</p>



<p>O ponto alto de <strong>Feliz ano velho </strong>é Marcelo descobrindo que existia um outro mundo &#8211; o das pessoas com deficiência e que agora ele fazia parte desse mundo. Também gostei de ver/perceber que o menino/homem que gostava de liberdade permaneceu. Marcelo continuou curioso e ousado.</p>



<p>Depois das leituras, continuei minha imersão família Paiva com a reportagem <a href="https://youtu.be/knXlVgklVCM?si=Bd9-PDGpFjdwVGd9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Uma história inacabada: Rubens Paiva</strong>,</a> de Miriam Leitão, que ganhou o Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo, em 2012. E assisti ao <strong><a href="https://www.youtube.com/live/CSRTLbcmgjs?si=i2Hm0TYkvhxVxLWZ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Roda Viva de 23/12/24 com Marcelo Rubens Paiva</a></strong>. E, sim, eu já tinha assistido ao maravilhoso <strong>Ainda estou aqui</strong>, filme de Walter Salles, com Fernanda Torres e Selton Mello.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia.jpeg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19676" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/clubes_leitura_alagoinhas_bahia-scaled.jpeg?resize=2048%2C1536&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Clube do Livro Alagoinhas e Clube de Leitura do Colégio Modelo &#8211; 18 de agosto de 2025</figcaption></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://amzn.to/46ldX2P" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Feliz ano velho</a> na Amazon</li>



<li><a href="https://amzn.to/4mXUCMj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ainda estou aqui</a> na Amazon</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Michael B. Jordan em dose dupla e uma crítica social sobrenatural</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_sinners_pecadores_hbo.jpeg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="667" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_sinners_pecadores_hbo.jpeg?resize=1000%2C667&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19680" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_sinners_pecadores_hbo.jpeg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_sinners_pecadores_hbo.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_sinners_pecadores_hbo.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p>Filme <strong>Sinners (Pecadores) </strong>&#8211; Vampiros para representar o racismo, a opressão e a violência da branquitude.  A música, o blues, misturado com espiritualidade. Tudo conectado com fatos históricos relevantes da história afro-americana. As casas de música, dança e jogos exclusivamente para pessoas negras existiram e chamavam-se &#8220;juke-point&#8221; &#8211; espaços de música, resistência e celebração. A cena de todos cantando e dançando com a mistura de elementos de diversos povos e tempos é transcendental! Vale muito o play! Nunca mais tinha assistido algo assim!</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O filme está disponível na <a href="https://amzn.to/41NqVVx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HBO MAX</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Mais uma série sobre crimes arquivados que eu amei</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19682" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/serie_ballard_primevideo.jpg?resize=2048%2C1152&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p><strong>Ballard: Crimes sem resposta</strong> foi uma boa surpresa no catálogo da <strong><a href="https://amzn.to/3JVuAKS" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prime Video</a></strong>. A série mostra o cotidiano de uma unidade especial da polícia que investiga crimes arquivados. De modo geral, não tem nada novo, mas eu curto a dinâmica &#8211; uma equipe heterogênea complementar, uma líder detetive com problemas no passado, um caso por episódio, mas um caso mestre que é concluído apenas no final da temporada.</p>



<p>Alguns pontos interessantes: se tem uma detetive no comando, temos também questões de machismo e misoginia; a Ballard tem um lado solar &#8211; avó Tutu, a cadela Lola, o surf e o mar; é um spin-off da série Bosch. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Somos o 3º país que mais utiliza o chatGPT</strong></h2>



<p>Nós adoramos uma novidade mesmo, né? Saiu uma<a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2025/08/12/brasil-esta-entre-os-3-paises-que-mais-usam-o-chatgpt-diz-openai.ghtml?utm_source=meio&amp;utm_medium=email" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> pesquisa da OpenAI</a>, em agosto, sobre o uso do chatGT e estamos bem bonitos no pódio. Os principais usos são para redação e comunicação, aprendizado e capacitação, programação, ciência de dados e matemática. Eu uso bastante a IA por aqui com a ferramenta <a href="https://perplexity.ai/pro?referral_code=JSVUL5G1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Perplexity,</a> que eu chamo carinhosamente de Peps. Escolhi essa porque tenho a versão PRO através do programa Vivo Valoriza. Mas também porque a Peps sempre me apresenta as fontes do conteúdo gerado &#8211; algo essencial para meu perfil profissional (jornalista, professora e pesquisadora). Uso muito para pesquisas profundas de tópicos de estudo e interesse. Eu sempre tive o hábito de realizar pesquisas profundas e as ferramentas do Google eram minhas companheiras. Agora tenho tudo na Peps. Críticas e polêmicas à parte, virou uma ferramenta essencial na minha rotina de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Da lista de possíveis representantes do Brasil no Oscar 2026</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19685" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/filme_manas.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p>O filme <strong>Manas </strong>nos apresenta Marcielle, uma menina de 13 anos que mora com a família em uma comunidade ribeirinha na Ilha do Marajó, no Pará.  Por causa dos relatos da mãe, a garota mantém uma imagem idealizada da irmã mais velha, Claudinha, que teria deixado a região após &#8220;encontrar  um homem bom&#8221;.  Essa narrativa se torna o principal referencial de Marcielle sobre as possibilidades de transformação de vida.</p>



<p>O filme tem um começo lento e é cheio de &#8220;silêncios&#8221; e não-ditos. Com o tempo descobrimos que tanto silêncio esconde muitos segredos e dores relacionados à violência de gênero, abuso infantil e violência doméstica. A balsa é sinônimo de prostituição. Os abusos são justificados com fé e normalidade. A hipersexualizacão infantil é abordada de forma sutil &#8211; um batom, um esmalte. É um filme bem cru. Temos poucos momentos de respiro aliviado. São mais respirações ofegantes de medo e raiva.  Vale demais o play no Telecine!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>6. Um exemplo do pacto da branquitude brasileira em A mulher da casa abandonada</strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/doc_amulherdacasaabandonada_primevideo.png?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/doc_amulherdacasaabandonada_primevideo.png?resize=1000%2C600&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19686" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/doc_amulherdacasaabandonada_primevideo.png?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/doc_amulherdacasaabandonada_primevideo.png?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/doc_amulherdacasaabandonada_primevideo.png?resize=768%2C461&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p>O podcast famoso de Chico Felitti sobre um caso real de escravidão contemporânea ganhou uma excelente adaptação audiovisual com a série documental <strong>A Mulher da Casa Abandonada</strong>. Desta vez, podemos ouvir o relato da sobrevivente, Hilda, e acompanhar como foi o processo de construção da denúncia, a investigação do FBI e a repercussão do caso nos EUA. É uma produção que nos mostra o quanto ainda existe uma herança escravocrata no imaginário e nas práticas da sociedade. Foi chocante ouvir Margarida dizer que Hilda foi um presente dos pais e também ouvir pessoas defendendo o comportamento dela, o que torna o documentário um bom exemplo do pacto da branquitude brasileira.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>7. Registros do cotidiano</strong></h2>



<p>Alguns dos registros fotográficos que mais gostei de fazer em agosto de 2025</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19687" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1366&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1151%2C2048&amp;ssl=1 1151w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1439&amp;ssl=1 1439w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19688" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto6_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19689" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto4_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19690" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto2_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19691" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/alagoinhas_arte_grafite_cidadehostil_foto_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19692" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/foto5_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-576x1024.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19693" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG_0576-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>



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<p><em>Publicado originalmente na <a href="https://jeniffergeraldine.substack.com/p/notas-da-vida-agosto-de-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">newsletter&nbsp;<strong>Notas da Vida</strong></a>&nbsp;de Jeniffer Geraldine.</em></p>



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<p><br></p>
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		<title>Série Estações, de Verônica Botelho: Livro 1 — Verão e Livro 2 — Inverno </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Leia Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março, em busca de uma leitura interessante no Kindle, reencontrei um e-book enviado pela Editora e-Galáxia que sempre me chamou atenção pela capa e pelo título: Verão, da escritora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em março, em busca de uma leitura interessante no Kindle, reencontrei um e-book enviado pela <a href="https://e-galaxia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Editora e-Galáxia</a> que sempre me chamou atenção pela capa e pelo título: <strong>Verão</strong>, da escritora <a href="https://www.instagram.com/verobotelho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verônica Botelho</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Verão</strong>&nbsp;</h2>



<p>Em <strong>Verão</strong>, Rebecca é uma jovem negra que cresceu em uma família branca. Sua trajetória foi marcada por episódios cotidianos de racismo que começaram em casa — sempre foi motivada a esconder o corpo e o cabelo, por exemplo. Há um certo mistério em torno da vida de Rebecca, principalmente relacionado aos seus pais biológicos. Boa parte da infância foi passada com os avós; depois, até os 18 anos, viveu com um tio paterno e sua esposa. </p>



<p>Um dos traços que mais me prendeu foi justamente a estrutura não linear da narrativa. Há oscilações de tempo (passado e presente) e de espaço (Toscana, Nordeste do Brasil, Catalunha, Serra Fluminense). Um dos pontos de apoio de Rebecca é o grupo de amigas formado durante os estudos na Itália, que persiste na vida adulta. <strong>Verão</strong> prendeu minha atenção principalmente porque, assim como a própria personagem, temos muitas perguntas sobre seu passado. Eu queria saber mais sobre os pais de Rebecca. </p>



<p>Não esperei muito e logo continuei a <strong>série Estações</strong>. Gostei da escrita da Verônica: é ágil, fluida e me lembrou um pouco a de Jeferson Tenório. O livro <strong>Verão</strong> também gera expectativa para <strong>Inverno</strong> — o que mais aconteceu com Rebecca, suas amigas e família? </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inverno</strong>&nbsp;</h2>



<p><strong>Inverno</strong> é sobre Isabel, a amiga que Rebecca fez na viagem de ônibus para o Rio de Janeiro. De fato, a história dela apresentada em <strong>Verão </strong>desperta curiosidade — uma menina negra de pele retinta que cresceu em uma família branca, sofrendo também diversas microagressões cotidianas na família. A diferença era que a família era branca e pobre, o que estimula reflexões distintas sobre racismo, já que, mesmo sem poder econômico, seus parentes preservam a ideia de superioridade racial. </p>



<p>Percebi que Isabel é uma personagem mais complexa e bem construída. Também acredito que a autora foi mais ousada ao tratar do racismo por meio das personagens. Há momentos que podemos chamar de literatura engajada/pedagógica, que podem não agradar a todos, mas que têm um motivo narrativo relacionado ao núcleo acadêmico e à busca pela ascensão social por meio da educação. Há ainda dramas familiares intensos, muitos babados, que prefiro não detalhar para não estragar a experiência de quem pretende ler.&nbsp;</p>



<p>A <strong>série Estações</strong> aborda a complexidade das relações interraciais no Brasil. A partir de <strong>Verão</strong> e <strong>Inverno</strong>, podemos discutir questões interseccionais que são fundamentais em uma sociedade plural como a nossa. Por aqui, Verônica e seus livros foram excelentes achados literários. Aguardo empolgada pelo próximo volume! </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine.jpg?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19616" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1229%2C1536&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1638%2C2048&amp;ssl=1 1638w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-verao-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://amzn.to/4lRQYDb" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Livro Verão na Amazon </a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine.jpg?resize=819%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19617" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1229%2C1536&amp;ssl=1 1229w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1638%2C2048&amp;ssl=1 1638w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/07/livro-inverno-veronicabotelho-blogjeniffergeraldine-scaled.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></a></figure>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://amzn.to/4nPnTtr" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Livro Inverno na Amazon </a></p>
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		<title>Diário Cult de janeiro/2025: livros e filmes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 21:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diário Cult é uma publicação mensal em que compartilho as produções culturais que mais gostei durante o último mês. Hoje, vou compartilhar os livros e o filme de janeiro de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Diário Cult</strong> é uma publicação mensal em que compartilho as produções culturais que mais gostei durante o último mês. Hoje, vou compartilhar os livros e o filme de janeiro de 2025.</p>



<h1 class="wp-block-heading">LIVROS</h1>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="702" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=702%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19486" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=702%2C1024&amp;ssl=1 702w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=206%2C300&amp;ssl=1 206w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1120&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1054%2C1536&amp;ssl=1 1054w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1405%2C2048&amp;ssl=1 1405w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/Fim_fernandatorres_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1756&amp;ssl=1 1756w" sizes="auto, (max-width: 702px) 100vw, 702px" /></a></figure>
</div>


<p>Comecei as leituras de 2025 com uma releitura de <strong>Fim</strong>, da <strong>Fernanda Torres</strong> (Companhia das Letras, 2013), para o <a href="https://jeniffergeraldine.com/projeto-clube-do-livro-alagoinhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clube do Livro Alagoinhas</a>. </p>



<p>Através da história de 5 amigos (Álvaro, Silvio, Ribeiro, Neto e Ciro), <strong>Fim</strong> nos possibilita refletir e discutir sobre o envelhecer na perspectiva do masculino em uma sociedade patriarcal, machista e elitista. Tem uma frase que resume, para mim, a proposta do livro: &#8220;Eram homens maduros e desesperados. Viviam o apogeu do macho e o pressentimento da inevitável queda&#8221;. </p>



<p>Em seguida, fiz a leitura da obra de uma das autoras mais comentadas da internet nos últimos anos, <strong>A Prateleira do Amor: Sobre Mulheres, Homens e Relações</strong>, de <strong>Valeska Zanello</strong>, publicado pela Editora Appris, em 2023.</p>



<p>E foi impossível não fazer uma conexão com as duas leituras. <strong>Fim</strong> é uma obra de ficção que exemplifica  a &#8220;casa dos homens&#8221; &#8211; esse espaço-tempo-imaginário de permanência da supremacia masculina em que há superioridade em relação às mulheres, mas também sobre outros homens. Além disso, existe a manutenção do silêncio cúmplice e a necessidade prioritária de aprovação masculina. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=576%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19487" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?resize=1152%2C2048&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/a_prateleira_doamor_blog_jeniffergeraldine-scaled.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>
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<figure class="wp-block-table"><table class="has-light-beige-background-color has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td>&#8220;[&#8230;] em nossa cultura, os homens aprendem a amar muitas coisas e as mulheres aprendem a amar os homens&#8221; (Valeska Zanello).</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A terceira leitura do mês foi <strong>A morte e a morte de Quincas Berro D`Água</strong>, um clássico do <strong>Jorge Amado</strong>, publicado pela Companhia das Letras. Na verdade, também foi uma releitura para o Clube do Livro Alagoinhas. Mas, dessa vez, resolvi experimentar o formato de audiolivro. Gostei da experiência, porém confesso ser um desafio. Não tenho tanta atenção auditiva. Às vezes, eu lembrava que estava &#8220;lendo&#8221; e tentava retomar a atenção para a narrativa. O audiolivro também tinha uma música com letra tocando ao fundo da narração e isso não colaborou muito com o foco. No fim, acabei até achando uma boa ferramenta para treinar atenção em apenas uma atividade.  </p>



<p>Sobre a história de Quincas, eu ainda considero bem divertida e interessante. Quincas que morreu tanto em vida e ao mesmo tempo viveu muito! A primeira morte e que a continua a acontecer foi a morte moral de Joaquim, o homem sério, trabalhador, que há muito tempo foi enterrado por não cumprir as expectativas morais e sociais da família.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/leituras_janeiro2025_blog_jeniffergeraldine.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="828" height="509" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/leituras_janeiro2025_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=828%2C509&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19488" style="width:828px;height:auto" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/leituras_janeiro2025_blog_jeniffergeraldine.jpg?w=828&amp;ssl=1 828w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/leituras_janeiro2025_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/leituras_janeiro2025_blog_jeniffergeraldine.jpg?resize=768%2C472&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></a></figure>
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<ul class="wp-block-list">
<li>Livros na Amazon: <a href="https://amzn.to/4aRZM7m">Fim</a>, <a href="https://amzn.to/3Q8390g" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Prateleira do Amor</a>, <a href="https://amzn.to/3Q53j8L" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A morte e a morte de Quincas Berro D`Água</a></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://youtu.be/ZABrem11rns?si=u0B_20_BOjzkMLoF" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Audiolivro de Quincas Berro no YouTube</a></li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">FILME</h1>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-19485" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2025/02/divertida-mente-2-ganha-data-de-estreia-no-disney.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></figure>



<p>Eu sigo o projeto <strong>Um filme por semana</strong>, mas comecei 2025 bem enrolada. Em janeiro, vi apenas a animação <strong>Divertida Mente 2</strong>, disponível na Disney+. </p>



<p>Gostei bastante do filme. Agora, a personagem Riley entrou na puberdade e assim novas emoções apareceram. Uma delas é a ansiedade. Acredito que o destaque para ansiedade foi bem pertinente para a nossa sociedade contemporânea acelerada e ansiosa. </p>



<p>Para regular a ansiedade e todo o caos criado, Riley vai precisar recuperar o senso de si que é formado pelos princípios, valores, rede de afeto, experiências e aprendizados da vida. Uma mensagem sensível e importante para os dias atuais: Lembrar de quem somos, do que importa de verdade, além da ansiedade, do caos, da produtividade, da correria, da validação social. </p>



<p>Obrigada pela companhia e até +!</p>
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