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	<title>Arquivo para Anne with an E - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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	<description>Crônicas, fotografias e reflexões sobre vida e cultura.</description>
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	<title>Arquivo para Anne with an E - Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</title>
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		<title>Ser empático com a diversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2018 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas e Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Anne with an E]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Finalizei a segunda temporada de Anne with an E, série original da Netflix, que retrata a vida de Anne, uma menina ruiva e órfã, em meados de 1890, na Ilha [&#8230;]</p>
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<p>Finalizei a segunda temporada de <em>Anne with an E</em>, série original da <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/netflix/" target="_blank" rel="noopener">Netflix</a>, que retrata a vida de Anne, uma menina ruiva e órfã, em meados de 1890, na Ilha do Rei Eduardo, no Canadá.</p>



<p>É uma série que já havia me cativado na primeira temporada devido a <a href="http://jeniffergeraldine.com/a-sabedoria-e-sensibilidade-de-anne-with-an-e/" target="_blank" rel="noopener">sabedoria e sensibilidade de Anne</a>.&nbsp;A garota encontrou refúgio nos livros e na imaginação para seguir em frente e não se deixar entristecer por ser órfã. Absorveu aprendizados dos momentos ruins que precisou suportar enquanto trabalhava desde muito novinha em casas de família.</p>



<p>Apesar de retratar a vida de uma garota falante e sonhadora, a série traz temas relevantes que nos tocam e nos emocionam a cada episódio. Há, por exemplo, uma maneira delicada e sutil de tratar questões de gênero. Anne questiona o tempo inteiro o papel que as mulheres ocupam na sociedade. Não esqueço de que ela disse que prefere ter um companheiro de vida do que um marido. O desejo é de não ser propriedade do homem, mas sim viverem juntos, lado a lado, e como a própria garota poetizou, que cada um possa seguir os desejos do coração.</p>



<p>Mas essa forma sutil e delicada de falar sobre questões de gênero já havia sido trabalhada na primeira temporada. E então eu fiquei pensando o que havia me marcado mais nesses novos episódios e duas palavras surgiram na minha cabeça instantaneamente: diversidade e empatia.</p>



<p>A série ganhou três novos personagens: Cole, um menino que desde cedo sofre por conta da sua orientação sexual, que não é aquela considerada a correta; Sebastian, jovem negro, que sonha com uma vida digna, longe do trabalho escravo dos navios a vapor, e que vai enfrentar o racismo da comunidade da Ilha;&nbsp;Miss Muriel Stacy, a nova professora, que vai sofrer preconceito por ser uma mulher solteira, que se veste de forma considerada não apropriada para as mulheres da época, e possui um método de ensino não conservador, o que deixa de lado a memorização e coloca em foco o pensamento crítico.</p>



<p>Três personagens que representam parte da diversidade que existe no mundo. E através deles vamos pensar sobre como a sociedade encara o que foge do padrão homem branco heterossexual. Esse padrão considerado universal e detentor do poder e da verdade que construiu sociedades machistas, racistas, homofóbicas e classicistas.</p>



<p>Nós sempre fomos diferentes uns dos outros, nós nascemos diferentes uns dos outros, mas ser diferente não supõe inferioridade. Diversidade é bom. Não existimos para sermos como uma produção em série, todos iguais, pensando e agindo de maneira única. Existimos para sermos diferentes mesmo, cada um a sua maneira, seguindo os seus desejos mais íntimos e únicos do coração. Trazendo cada um algo a acrescentar pro mundo, pra tentar fazê-lo diferente do que é, longe desse padrão universal que aprisiona nossa liberdade de ser.</p>



<p>Lidar com tanta diversidade talvez seja difícil, já que nossa sociedade foi construída com base nesse padrão universal, mas é aí que entra a empatia, a outra palavra que define para mim a segunda temporada de <em>Anne with an E</em>. O <a href="https://www.instagram.com/akapoeta" target="_blank" rel="noopener">akapoeta</a>,&nbsp;João Doederlein, tem uma definição bonita do que é empatia:</p>



<p>&#8220;não é sentir pelo outro, mas sentir com o outro. quando a gente lê o roteiro de outra vida. é ser ator em outro palco. é compreender. é não dizer &#8220;eu sei como você se sente&#8221;. é quando a gente não diminui a dor do outro. é descer até ao fundo do poço e fazer companhia pra quem precisa. não é ser herói, é ser amigo.</p>



<p>é saber abraçar a alma.&#8221;</p>



<p>Não tem como a gente se colocar no lugar do outro, tentar imaginar como é viver as mesmas experiências. Já diz outro poeta e músico, Caetano Veloso, cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Quando Cole disse para Anne que era como a tia Josephine, a reação dela foi dizer: obrigada por compartilhar comigo.</p>



<p>Sejamos então empáticos com a diversidade. A vida é partilha. E é bom partilhar com outros modos de ver e sentir o mundo.</p>
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		<title>A sabedoria e sensibilidade de Anne with an E</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jeniffer Geraldine]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Anne with an E]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em maio chegou ao catálogo da Netflix a série Anne with an E, baseada no livro Anne of Green Gables (1908), de Lucy Maud Montgomery. A série se passa, em 1890, na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio chegou ao catálogo da <a href="http://jeniffergeraldine.com/tag/netflix/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Netflix</a> a série <strong><em>Anne with an E</em></strong>, baseada no livro <em>Anne of Green Gables</em> (1908), de Lucy Maud Montgomery. A série se passa, em 1890, na Ilha do Rei Eduardo, no Canadá, e é protagonizada por Anne (Amybeth McNulty), órfã de 13 anos, que depois de passar por vários lares adotivos finalmente terá um casa em Green Gables.<span id="more-5262"></span></p>
<p>Anne vai morar na casa dos irmãos Cuthbert, Marilla e Matthew, dois idosos que vivem sozinhos há muitos anos. Mas antes do sonho da garota se realizar, ela leva um grande susto. Os irmãos Cuthbert, na verdade, queriam adotar um menino para ajudar Matthew na fazenda. Uma grande mal-entendido acontece e mandam Anne no lugar do garoto.</p>
<p>Só que a menina ruiva é encantadora, falante e sonhadora. Anne consegue enxergar beleza em tudo e tem o dom de fantasiar a realidade. De início podemos achar um pouco irritante e exagerado o jeito de ser da menina, mas com o tempo percebemos que Anne usa a fantasia para fugir da realidade cruel que viveu até os seus 13 anos. Ela desde cedo precisou trabalhar como criada na casa de grandes famílias e passou por experiências traumáticas para uma criança.</p>
<ul>
<li><a href="http://jeniffergeraldine.com/pollyanna-e-o-jogo-do-contente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Pollyanna e o Jogo do Contente</a></li>
</ul>
<p><figure id="attachment_5264" aria-describedby="caption-attachment-5264" style="width: 590px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-5264" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e-netflix-canceled-renewed-a-590x369.jpg?resize=590%2C369" alt="" width="590" height="369" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e-netflix-canceled-renewed-a-590x369.jpg?resize=590%2C369&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e-netflix-canceled-renewed-a-590x369.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /><figcaption id="caption-attachment-5264" class="wp-caption-text"><em>A amizade entre Daiana e Anne é uma das coisas mais lindas da série.</em></figcaption></figure></p>
<blockquote><p>Daiana: Eu não acho que imaginação seja o meu forte.<br />
Anne: Sério? Eu não sei o que eu faria sem a minha. A vida seria uma agonia. Uma grande agonia.<br />
Daiana: Agonia?<br />
Anne: É&#8230; Eu invento histórias o tempo todo.</p></blockquote>
<p>Anne encontrou refúgio nos livros e na imaginação para seguir em frente e não se deixar entristecer por ser órfã. Assim se transformou em uma menina inteligente e sábia. Absorveu aprendizados dos momentos ruins que precisou suportar enquanto trabalhava. A sabedoria, inteligência e espontaneidade da menina conquistam os irmãos Cuthbert e toda vizinhança.</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-5265" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e-1024x683.jpg?resize=668%2C446" alt="" width="668" height="446" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=270%2C180&amp;ssl=1 270w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=770%2C515&amp;ssl=1 770w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=369%2C246&amp;ssl=1 369w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?resize=99%2C66&amp;ssl=1 99w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/anne-with-an-e.jpg?w=1440&amp;ssl=1 1440w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Às vezes é preciso deixarem amar você, Marilla.</p>
</blockquote>
<p>Mas a série não fica apenas focada na vida de Anne e sua nova família. Através da protagonista, a produção vai tratar de temas como <em>bullying</em>, relações homoafetivas, igualdade de gênero, preconceito, adoção, e até a primeira menstruação de uma mulher, tema que era tabu na época (e que rendeu um dos episódios mais engraçados).</p>
<p><a href="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-5268" src="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe-1024x1024.jpg?resize=668%2C668" alt="" width="668" height="668" srcset="https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg?resize=254%2C254&amp;ssl=1 254w, https://i0.wp.com/jeniffergeraldine.com/wp-content/uploads/2017/06/annewithe.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a></p>
<p>Anne é uma feminista. Diz que quer ser dona do próprio nariz. E através de vários diálogos, ela vai refletir sobre o papel da mulher. A sabedoria e sensibilidade de <em><strong>Anne with an E</strong> </em>me cativaram. É o tipo de série que a gente assiste com um sorriso no canto da boca e os olhos marejados.</p>
<h4>No YouTube:</h4>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Espalhe &#8220;A sabedoria e sensibilidade de Anne with an E&#8221; por aí! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
<p>O post <a href="https://jeniffergeraldine.com/a-sabedoria-e-sensibilidade-de-anne-with-an-e/">A sabedoria e sensibilidade de Anne with an E</a> apareceu primeiro em <a href="https://jeniffergeraldine.com">Jeniffer Geraldine | Vida &amp; Cultura</a>.</p>
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