Notas de abril/2021

Momento de compartilhar os destaques e os favoritos do mês de abril.

O conteúdo original foi publicado no formato vídeo, mas você ouvir nas plataformas de podcast e também ler o roteiro base logo abaixo. 😉

LIVROS

Durante abril, consegui finalizar duas leituras e estou ainda prestes a finalizar mais uma. Eu li A Rede de Alice. Foi um livro que levou um tempo porque é bem grossinho. Mas foi uma leitura bem gostosa porque foi exatamente o que eu precisava. É um livro que fala sobre uma rede de espiãs na Primeira Guerra, sendo assim é um romance histórico. As personagens são mulheres que querem confrontar a expectativa da sociedade assumindo o papel de espiãs. Quando finalizei a leitura, corri para o Google e fui pesquisar um pouco mais sobre as espiãs. O romance teve inspiração em fatos reais. Quem curte suspense, investigação, história sobre guerras, com certeza vai gostar de ler A Rede de Alice.

Outra leitura de abril foi O conflito – A mulher e a mãe, da Elizabeth Badinter. A autora é bem conhecida por questionar o mito do amor materno e a maternidade romantizada que a sociedade prega. No livro ela aborda sobre maternidade compulsória, movimentos que envolvem a mulher e a maternidade – movimento de amamentação, movimento mulheres sem filhos, todas as implicações da maternidade na vida de uma mulher. E também da não maternidade, afinal aquelas mulheres que escolhem não ser mãe também são questionadas e criticadas pela sociedade.
Outra leitura foi Homens sem mulheres, do Murakami. Um livro de contos e que eu li 5 contos. As histórias têm como personagens principais homens e tratam sobre relacionamento, desilusões amorosas, solidão, homens que escolheram viver sozinhos, que quebraram um pouco a expectativa de constituir uma família, de casar. Foi meu primeiro contato com o autor e eu fiquei curiosa para ler mais.

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SÉRIES

A série viciante foi Dinastia. Uma produção que é entretenimento puro. Não é para levar muito a sério. É para ver e se divertir. A série conta a história das famílias Carringtons e os Colbys. São famílias ricas, donas de várias empresas que vão passando de geração para geração. E são pessoas que acreditam que o dinheiro pode comprar tudo, do material até a felicidade. É uma série que eu considero do conceito “é ruim mas é bom”. Tem looks incríveis, personagens cativantes e situações surreais.

VIDA

Eu voltei para a ferramenta Evernote. Considero a Evernote minha ferramenta conforto. Consigo estabelecer um fluxo de trabalho muito bom nela. Então eu parei de inventar moda e voltei. Logo mais compartilho como estou utilizando.
Voltei para o meu apartamento em Salvador. Depois de mais de um ano longe da minha casa, voltei. Estou bem feliz de voltar e empolgada com a nova fase. Voltei primeiro por conta de uma necessidade médica, mas resolvi aproveitar e voltar sem data de retorno para o interior.

Bom maio para você!

Espalhe por aí:
Escrito por Jeniffer Geraldine
Baiana, escritora, jornalista e professora. Apaixonada por livros, fotografia, séries, filmes, pôr do sol, olhar pela janela, música e viajar.