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Tag: Relacionamentos

Coragem

Hoje eu quero falar sobre coragem.
Esse substantivo feminino que se torna verbo quando precisamos colocá-lo em prática. Porque pra ter coragem ou ser corajoso é preciso dar um passo, tomar uma atitude. Sair do campo da ideia e partir pra ação.
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Deixa ir…

Uma palavra que entrou recentemente pro meu vocabulário da vida foi “destralhar”, que significa, no geral, se desfazer de coisas (roupas, objetos, etc) que estão acumuladas em casa sem nenhum uso.

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Seja sincero com você

Acredito que todo mundo, alguma vez na vida, teve medo de expor os sentimentos. De mandar aquela mensagem pro crush falando “quero você aqui agora” com medo de fazer papel de trouxa. De dizer “não” pra um grande amigo com medo de decepcioná-lo. Quantas coisas deixamos de fazer/dizer com medo da reação do outro e do mundo todo?

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Um amor extra forte, por favor

Desde o princípio, a vida se transforma conforme a incidência de luz; as pessoas, com a chegada de outras. Uma chegada é um enigma.

A condição indestrutível de ter sido (Helena Terra)

Na literatura temos autores especialistas em romances românticos, nos quais os personagens passam por alguns conflitos, mas no final eles vão viver o “feliz para sempre”, um exemplo é o autor Nicholas Sparks, sucesso de vendas. Entendo até o motivo do sucesso, afinal um pouco de esperança faz bem.

Mas em contrapartida ao amor romântico, alguns autores preferem histórias mais reais, com separações, desilusões, perdas, conflitos. E como disse o professor Schianberg, personagem do livro de Marçal Aquino, alguns amores podem nos levar à ruína, ou seja, nem sempre teremos o final feliz como esperado.

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Você dançaria comigo mais uma vez?

ao som de: Los Hermanos – Mais uma canção

Eu queria te dizer tantas coisas, sabe? Sei que você sabe e eu sei que não deveria fazer perguntas retóricas. Mas é que assim que começo a pensar em você, começo a me perder.

E eu queria dizer que eu sei que fui eu que errei da última vez. Não errar, errar. Mas fui eu que fechei a porta na sua cara e disse: Não precisa mais voltar, estou machucado e não quero mais viver assim. Tolo? Precipitado? Infantil? Talvez uma dose de tudo misturada com o cansaço de como as coisas estavam e uma dose de uma vida atribulada.

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Quarta-feira de cinzas

Nos conhecemos num domingo. Os bloquinhos passavam. As pessoas esbarravam. A rua estava movimentada. Não tinha como voltar sem tropeçar em alguém. Não tinha como ir sem enfrentar de frente as pessoas que vinham atrás da marchinha. E ali parado, esperando aquele tsunami de confetes e alegria passar, a gente se esbarrou. Esbarrou mesmo. Ele estava conversando com uma amiga. Eu estava de costas. Nós viramos ao mesmo tempo e como num filme, cara a cara, quase um beijo roubado acidentalmente pelo acaso.

Naquele curto espaço físico fomos obrigados a conviver com o encontro. Surgiram desculpas pelo esbarrão, sorrisos sem graça. E daquele choque entre nossos corpos algo soltou faísca. Do esbarrão para o beijo não durou muito mais que 30 segundos. Tudo aconteceu rápido, voraz e sedento.

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Forte de Santo Antônio, s/n

– Forte de Santo Antônio, por favor.

– Você quer dizer: Farol da Barra? – O taxista respondeu

– Sim. Isso mesmo!

O final de semana em que estive na sua cidade foi um misto de emoções. Me senti um liquidificador contendo em seu interior ansiedade, estranhamento, curiosidade e encantamento. Me vi reconhecendo aquelas ruas em que andamos juntos num passado próximo. Andando de mãos dadas como fazem os casais? Não. A sociedade ainda não estava preparada para o nosso caso de amor. Talvez nem nós dois estivéssemos… Andávamos lado a lado, esbarrando um no outro, sentindo a pele roçar discretamente.

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Entre a razão e a emoção, nós dois ficamos onde?

Olha, rapaz, eu já nem sei se já não é tarde demais. Tão devagar que eu nem notei. De repente estranho a minha falta de ar, olho para a rua e vejo a chuva cair. Dessa vez espero escurecer. Eu sei que algo está para me acontecer!

Thiago Pethit – Moon

Queria te dizer tantas coisas. Queria brigar com você. Dessas brigas épicas de dedo na cara e raiva efervescente. Queria ser mais explosivo. Queria explodir em você. Queria que você recolhesse meus cacos e visse a merda que fez. Queria me jogar feito um dramalhão mexicano na frente da sua casa e dizer: Conviva com isso!

Queria ter raiva de você, mas não consigo.

Você me deixa triste com suas não atitudes. Sei que tudo gira um pouco em torno das minhas expectativas, do que criei e imaginei que você faria… Mas é que quando gostamos de alguém, esperamos um pouco de atitude dessa pessoa, sabe? Esperamos que ela haja em alguns momentos…

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