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Compartilhando #1 – Parasita, Talvez precisemos de um nome para isso e mais

Teve uma época no YouTube que eu estava meio perdida com a linha editorial do meu projeto de conteúdo e criei muitos quadros/séries de conteúdo. Um deles foi o CAFEZINHO, um quadro de curadoria de conteúdo em que compartilhava algum link bacana, falava das séries ou filmes que tinha visto nos últimos dias, e também comentava sobre as leituras. Algo bem dinâmico com um mistura de dicas legais. Em 2020, quero retomar essa série de conteúdo, mas como o nome COMPARTILHANDO. Vamos nessa?! Leia mais

Mulheres no Cangaço

Quem era Maria, sem ser a Bonita, sem ser a personagem do imaginário popular?

Maria Bonita era/é um produto da indústria do entretenimento. Maria de Déa era uma mulher comum, nos anos 1920, que não seguiu o destino esperado por sua família e a sociedade do interior da Bahia. Ainda casada, se apaixonou por Virgulino Pereira, o Lampião, e foi viver com ele pelo sertão nordestino. Foi a primeira e única mulher que escolheu viver entre os cangaceiros. Todas as outras não tiveram a opção de escolha.

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“Não existe isso no Brasil”

Em plena segunda-feira, após quatro horas de chá de espera, chamaram meu nome e entrei no consultório do cardiologista. Já estava meio tensa e curiosa para saber como andava o meu coração, que não é tão velho de guerra assim, mas já está um pouco cansado.

– Está tudo bem, dona Jeniffer. Não vejo nada demais aqui. Vamos cuidar da alimentação, tomar sol, tentar relaxar mais. Vou passar algumas vitaminas.
– Ah, que bom!
– E, como vai a crítica cultural? O que é mesmo que está pesquisando?

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Um diálogo com o prólogo de Úrsula

Meio da tarde. Calor de +30°. O vento que sai do ventilador é um sopro morno. Internet caiu pela milésima vez na semana. Resolvi recorrer aos livros para passar esse tempo de +30°.

Na lista infinita de livros para ler tem um que é prioridade por ser a leitura de novembro do clube do livro. A obra é “Úrsula”, da escritora maranhense Maria Firmina dos Reis. Leia mais

Clube do Livro Alagoinhas comemora um ano com obra de Maria Firmina dos Reis

A leitura do mês de novembro do Clube do Livro Alagoinhas será Úrsula, da escritora Maria Firmina dos Reis, obra inaugural da literatura afro-brasileira e o primeiro romance de autoria feminina do país.

Úrsula foi publicado em 1859, em São Luís, no Maranhão, e é também considerado o primeiro livro com temática abolicionista. Maria Firmina escreveu sobre escravidão a partir do ponto de vista dos escravos. Aos 22 anos de idade se tornou a primeira professora concursada do seu Estado e, após se aposentar, fundou uma escola mista gratuita. Leia mais

Sobrevivendo ao caos

Você já deve ter visto em várias redes sociais algumas tirinhas em que uma pessoa pergunta para outra se ela está bem. A gente sempre costuma responder que está bem. Mas, ultimamente, estamos sendo obrigados a deixar as aparências de lado e dizer que não, não está tudo bem.

O Brasil está passando por uma crise política intensa e qualquer pessoa que se preocupe com o futuro democrático do país não está bem. Os verbos atuais são resistir e lutar.

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