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Leituras da quarentena #1

Quando o mês de abril chegou, eu já tinha aproximadamente 15 dias cumprindo o distanciamento social. Naquele tempo, que parece tão longe, mas foi praticamente ontem, eu nem chamava esse estado de distanciamento social, mas sim de quarentena. E, na verdade, ainda chamo de quarentena, como bem uso no título da crônica. Leia mais

5 propostas do Pequeno manual antirracista (Djamila Ribeiro)

Em 2019, a filósofa brasileira Djamila Ribeiro lançou o Pequeno Manual Antirracista, pela editora Companhia das Letras. 

Em dez capítulos, o livro apresenta propostas de enfrentamento ao racismo estrutural na sociedade brasileira. É um convite para refletirmos sobre nossas atitudes, a história do Brasil, e descolonizar as subjetividades, a mente, a teoria e o cotidiano. Leia mais

Compartilhando #1 – Parasita, Talvez precisemos de um nome para isso e mais

Teve uma época no YouTube que eu estava meio perdida com a linha editorial do meu projeto de conteúdo e criei muitos quadros/séries de conteúdo. Um deles foi o CAFEZINHO, um quadro de curadoria de conteúdo em que compartilhava algum link bacana, falava das séries ou filmes que tinha visto nos últimos dias, e também comentava sobre as leituras. Algo bem dinâmico com um mistura de dicas legais. Em 2020, quero retomar essa série de conteúdo, mas como o nome COMPARTILHANDO. Vamos nessa?! Leia mais

Má Feminista

O meu desafio pessoal desde quando comecei o mestrado é tentar encaixar na semana um momento para ler ou ver algo que não esteja na lista de tarefas obrigatórias. Pensando nisso, em novembro, assumi um compromisso comigo mesma: ler todo dia no café da manhã. Comecei por Má Feminista – ensaios provocativos de uma ativista desastrosa, da escritora Roxane Gay. Leia mais

Eu, Tituba, bruxa negra de Salem

“Eu, Tituba, bruxa negra de Salem” foi escrito pela escritora caribenha Maryse Condé em 1986. Chegou ao Brasil em 2019 através da Editora Rosa dos Tempos, do Grupo Editorial Record, com tradução de Natália Borges Polesso e prefácio de Conceição Evaristo. Leia mais

[artigo] LEIA MULHERES: LEITURA LITERÁRIA E RESSIGNIFICAÇÃO DA SUBJETIVIDADE FEMININA

Resumo: As subjetividades fabricadas pela cultura patriarcal e pelo capitalismo sobre o ser mulher refletem na construção que a mulher faz de si mesma. Essas subjetividades demarcam papéis sociais que devem ser exercidos pela mulher como mãe, esposa e dona de casa. Neste artigo proponho mostrar a contribuição das leituras literárias realizadas no Leia Mulheres – Salvador no processo de desconstrução dessas subjetividades fabricadas. Para tanto me basearei nos estudos de Lajolo e Zilberman (2011), Guattari e Rolnik (1986), Agamben (2009), Petit (2013) entre outros. Além de entrevistas com duas participantes do projeto. Nota-se que o Leia Mulheres pode ser um desmonte da leitura como dispositivo do poder capitalista patriarcal e também um início para a ressignificação do ser mulher.  Leia mais