A dúvida dói mais que o fracasso?

Entre 2016 e 2017, eu li alguns livros que reacenderam o desejo de sair um pouco da concha, de tirar a armadura, de me mostrar mais ao mundo e ter coragem para viver alguns sonhos.

Eu li o Grande Magia – Vida criativa sem medo, de Elizabeth Gilbert, O ano em que disse sim, de Shonda Rhimes, e O que eu sei de verdade, de Oprah Winfrey. Ler todos esses livros me motivaram a fazer mudanças significativas em minha vida. Continue lendo

[DIÁRIO DE LEITURA] O QUE O SOL FAZ COM AS FLORES

Tem um tempo que escolho um livro para fazer a leitura no início ou fim do dia. Geralmente são livros de poesias, crônicas, cartas ou desenvolvimento pessoal. Considero uma dose de arte com inspiração para iniciar ou finalizar bem o dia.

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Clube do Livro Alagoinhas discute o livro e filme “A cor Púrpura”

Vencedor do  Prêmio Pulitzer, em 1983, “A Cor Púrpura”, da escritora estadunidense Alice Walker, é um romance epistolar sobre racismo e opressão de gênero que foi adaptado para os cinemas pelo diretor  Steven Spielberg. O filme recebeu 11 nomeações ao Oscar e tem no elenco nomes como Whoopi Goldberg, Danny Glover e Oprah Winfrey.Continue lendo

[Diário de leitura] Mulheres na luta

A HQ Mulheres na Luta me fez lembrar de bell hooks quando ela diz, em seu livro O feminismo é para todo mundo, que a literatura feminista precisa chegar até várias pessoas e para isso deve ser escrita em vários estilos e formatos. bell fala também que “precisamos de trabalhos principalmente direcionados à cultura jovem”.Continue lendo

“Agendar a vida”

Gosto sempre de ler algum livro de desenvolvimento pessoal. Muita gente deixa esse tipo de conteúdo de lado porque considera autoajuda e tem preconceito com a categoria. Mas, por experiência própria, sei que no meio de algumas receitas milagrosas há sempre aqueles livros que se destacam e trazem mensagens e dicas interessantes.Continue lendo

autocrítica feminista e bell hooks

Gloria Jean Watkins, mais conhecida como bell hooks, é uma importante teórica feminista e autora afro-americana. O pseudônimo é uma homenagem à avó materna e para justificar a grafia em minúsculo a escritora diz que o mais importante em meus livros é a substância e não quem sou eu”.Continue lendo

Me Indica Aí #1 – livro e filme do nordeste

Resolvi tirar da gaveta de ideias mais uma seção de conteúdo para meus canais, principalmente o Youtube e o Podcast.

“Me indica aí” é um quadro com indicações curtinhas mas bem boas de livros, filmes, séries, música, revistas e o que rolar.

Lembrando que tudo que eu indicar aqui, eu já vi, ouvi, ou li. E que meu olhar, minha análise, minha leitura, está mais relacionado com a mensagem que cada produção tem para nos passar do que com os detalhes técnicos.

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Mulheres no Cangaço

Quem era Maria, sem ser a Bonita, sem ser a personagem do imaginário popular?

Maria Bonita era/é um produto da indústria do entretenimento. Maria de Déa era uma mulher comum, nos anos 1920, que não seguiu o destino esperado por sua família e a sociedade do interior da Bahia. Ainda casada, se apaixonou por Virgulino Pereira, o Lampião, e foi viver com ele pelo sertão nordestino. Foi a primeira e única mulher que escolheu viver entre os cangaceiros. Todas as outras não tiveram a opção de escolha.

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