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Me Indica Aí #1 – livro e filme do nordeste

Resolvi tirar da gaveta de ideias mais uma seção de conteúdo para meus canais, principalmente o Youtube e o Podcast.

“Me indica aí” é um quadro com indicações curtinhas mas bem boas de livros, filmes, séries, música, revistas e o que rolar.

Lembrando que tudo que eu indicar aqui, eu já vi, ouvi, ou li. E que meu olhar, minha análise, minha leitura, está mais relacionado com a mensagem que cada produção tem para nos passar do que com os detalhes técnicos.

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Mulheres no Cangaço

Quem era Maria, sem ser a Bonita, sem ser a personagem do imaginário popular?

Maria Bonita era/é um produto da indústria do entretenimento. Maria de Déa era uma mulher comum, nos anos 1920, que não seguiu o destino esperado por sua família e a sociedade do interior da Bahia. Ainda casada, se apaixonou por Virgulino Pereira, o Lampião, e foi viver com ele pelo sertão nordestino. Foi a primeira e única mulher que escolheu viver entre os cangaceiros. Todas as outras não tiveram a opção de escolha.

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Um diálogo com o prólogo de Úrsula

Meio da tarde. Calor de +30°. O vento que sai do ventilador é um sopro morno. Internet caiu pela milésima vez na semana. Resolvi recorrer aos livros para passar esse tempo de +30°.

Na lista infinita de livros para ler tem um que é prioridade por ser a leitura de novembro do clube do livro. A obra é “Úrsula”, da escritora maranhense Maria Firmina dos Reis. Leia mais

Clube do Livro Alagoinhas comemora um ano com obra de Maria Firmina dos Reis

A leitura do mês de novembro do Clube do Livro Alagoinhas será Úrsula, da escritora Maria Firmina dos Reis, obra inaugural da literatura afro-brasileira e o primeiro romance de autoria feminina do país.

Úrsula foi publicado em 1859, em São Luís, no Maranhão, e é também considerado o primeiro livro com temática abolicionista. Maria Firmina escreveu sobre escravidão a partir do ponto de vista dos escravos. Aos 22 anos de idade se tornou a primeira professora concursada do seu Estado e, após se aposentar, fundou uma escola mista gratuita. Leia mais

É tempo de ouvir outras histórias

Um dia minha Avó me contou uma história:

Um negro, escravo fugido, se apaixonou por uma cigana e a roubou do seu povo. Eles fugiram andando pelo sertão do interior da Bahia. Tiveram uma filha (minha bisavó). 

A partir desse momento fiquei sabendo de onde eu vinha, qual era a minha ancestralidade. Leia mais