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Tag: Intrínseca

A Filha Perdida – Elena Ferrante

A Filha Perdida é o terceiro romance da escritora italiana Elena Ferrante. Publicado em 2006, o livro chegou ao Brasil este ano através da editora Intrínseca. Ferrante ficou conhecida por causa da sua série Napolitana – A Amiga Genial, História do Novo Sobrenome, História de quem foge e de quem fica e Storia della bambina perduta (ainda sem título no Brasil)

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Como eu era antes de você – Jojo Moyes

Ganhei o livro Como eu era antes de você (Intrínseca, 2013) tem uns dois anos e confesso, antes de explicar a minha indicação e falar um pouco da história, que a capa é bem feinha e não me instigou a leitura. Mas aí fui dar uma chance para Louisa Clarck, a personagem principal, de 26 anos, que tem uma vida bem normal: garçonete, um namorado, não ganha muito e ainda tem que ajudar nas despesas da família… Até que um dia o café, no qual ela trabalha, fecha as portas e Louisa se vê obrigada a procurar outro emprego e é aí minha gente, nesse ponto chave de uma boa história, que o romance se desenvolve.

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Perdão, Leonard Peacock – Matthew Quick

Quando comprei esse livro, preciso confessar que foram por dois motivos: O título, que achei instigante. E pelo filme, O lado bom da Vida, baseado no livro de mesmo título. Adoro histórias com personagens centrais problemáticos e aí com esse título, Perdão, Leonard Peacok, tinha tudo para ser uma ótima leitura.

Devorei o livro em um dia. Em apenas algumas horinhas, eu mergulhei sem volta na história de Leornad Peacock que, no dia do seu aniversário, nos conta que irá assassinar o seu ex-melhor amigo e depois se matar. Louco, não?! Bem mórbido e muito, mas muito interessante. Matthew Quick tem o dom de te prender nesse livro que é uma coisa de louco e ao te dar, já no primeiro capítulo essa espécie de tiro que é Leornad contando que irá matar uma pessoa e se matar, você fica tipo: Que zorra é essa?! Que livro é esse? O que irá acontecer com essa história?!

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Lugares Escuros – Gillian Flynn

Em 3 de janeiro de 1985, aos 7 anos, Libby Day sobreviveu à tragédia que matou suas duas irmãs e sua mãe. O testemunho de Libby levou para prisão o seu irmão mais velho, Ben. Na época, o crime foi apontado pelos habitantes de Kinnakee (Kansas) como o “sacrifício satânico da fazenda”. É nesse clima macabro e dramático que a escritora Gillian Flynn nos apresenta Lugares Escuros (Intrínseca, 2015), mais um bom thriller psicológico.

A história da Família Day nos é contada a partir de três perspectivas: no presente, os relatos de Libby; no passado, os relatos da véspera e do dia do crime narrados pela mãe Patty Day e por Ben.

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Precisamos falar sobre o Kevin – Lionel Shriver

Lionel Shriver é escritora e colunista do jornal britânico The Guardian. Seus livros são publicados no Brasil  pela editora Intrínseca, dentre eles “Precisamos falar sobre o Kevin” (2003), seu sétimo romance, vencedor do Prêmio Orange de 2005, considerado um best-seller mundial e adaptado para o cinema em 2011.

Em “Precisamos fala sobre o Kevin” lemos as cartas que Eva Khatchadourian escreveu para seu marido, Franklin, após o filho do casal, Kevin, assassinar sete colegas, uma professora e um funcionário no ginásio do colégio em que estudava em Nova York.

As cartas são cheias de lembranças do início da vida do casal, dos sonhos planejados, das dúvidas de uma mulher e empresária bem-sucedida sobre que rumo dar para sua vida: ser mãe, mulher, dona de uma empresa de guias de turismo ou ser tudo isso?

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O Oceano no fim do caminho – Neil Gaiman

É fato todo mundo tem seus monstros de infância. Às vezes são ilusões, sombras ou um adulto. Eu lembro que o meu era uma sombra e um sapo-boi. No quintal da minha Vó, as sombras das roupas no varal formavam na parede o rosto de um homem narigudo. Eu juro! Era tenso e eu morria de medo. E um dia, no muro do quintal, apareceu um sapo enorme e disseram que era um sapo-boi, daqueles que correm atrás da gente. Tenso! Esses eram meus monstros, me mantinham longe do quintal nas horas impróprias e me faziam ir para cama cedo. Até hoje odeio sapo e tenho pavor de sombras.

Essas lembranças da infância voltaram por conta da leitura de “O oceano no fim do caminho” do Neil Gaiman (Intrínseca, 2013). Muito do que vivemos quando criança é esquecido, mas se surgir algo ou alguém daquele tempo, as lembranças vão voltando e o que parecia esquecido, enche o coração e os pensamentos de saudosismo.

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Garota Exemplar – Gillian Flynn

Quando me deparei com o título Garota Exemplar, de Gillian Flynn,  até cogitei a hipótese de ser um romance cheio de amores ideais ou a história de uma garota certinha. Mas, fui pesquisar um pouco e logo encontrei a frase “O casamento mata”. Bem, aí eu já comecei a me interessar. E vi que era um suspense/drama daqueles que podiam me tirar o fôlego.

Confesso que as primeiras páginas foram bem maçantes, mas alguma coisa me dizia que aquela lentidão logo iria se transformar em algo mais animador ou assustador, como queiram.

Garota Exemplar conta a história de Nick e Amy, duas pessoas aparentemente normais, um casal feliz. Mas até que no aniversário de cinco anos de casados, Amy desaparece.

No início, Nick acreditou ser apenas mais um dos “caça ao tesouro” que a Amy preparava para comemorar o aniversário de casamento, mas não foi. E o que parecia uma suposta brincadeira, virou o pesadelo da vida de Nick, afinal ele foi apontado como principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. E virou, também, o pesadelo da vida de Amy.

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A visita cruel do tempo – Jennifer Egan

Quando o tempo bate na sua porta. Não tem escapatória. Basta olhar-se no espelho, tentar lembrar-se de um acontecimento do passado, dançar mais de duas horas seguidas. Que lá estarão as marcas dessa visita.

Ele chega e detalhe, ele avisa. Os segundos, minutos, os dias, meses, anos vão passando. E vamos percebendo. E somente nós podemos fazer com que essa visita não seja muito cruel.

Em A visita cruel do tempo, livro vencedor do Prêmio Pulitzer em 2011, Jennifer Egan trata da passagem do tempo em nossas vidas sobre a perspectiva de quatro personagens: Bennie, produtor musical; Jules Jones, jornalista e cunhado de Bennie; Stephanie, esposa de Bennie; e Sasha, assistente cleptomaníaca de Bennie.

A partir da vida desses personagens vemos como sonhos e desejos começam, acabam e se renovam com o passar do tempo. E isso tudo baseado nas escolhas que fazemos e com a ajuda das pessoas que convivemos.

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