Editora Zahar

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Peter Pan – J. M. Barrie

As boas histórias nascem a partir das experiências de vida. O autor passa por algo, ou escuta algum relato de um amigo, ficcionaliza e temos uma excelente narrativa, e quem sabe até um clássico. A primeira inspiração para criar Peter Pan veio da morte, ainda quando criança, do irmão do escritor James Barrie. Esse fato marcou a vida de James para sempre e na sua cabeça, o irmão David ficou memorizado como o menino que nunca cresceu.

Já adulto, Barrie conheceu o casal Sylvia e Arthur Llewelyn Davies em um jantar e logo descobriu que também conhecia os filhos deles. Em um verão, o escritor decide viajar com essa família e a convivência com as crianças o inspirou a escrever Os meninos náufragos do Lago Negro, considerado o primeiro esboço de Peter Pan.

Um estudo em vermelho – Sir Arthur Conan Doyle

O meu amor por Sherlock Holmes nasceu por causa do Sherlock do Robert Downey Jr (e isso porque eu amo o Robert). Mas, certo dia, um amigo me indicou a série “Sherlock” e eu me apaixonei pelo Holmes do Benedict Cumberbatch. De início, confesso, o amor foi todo por conta do Benedict, mas eu sabia que esses dois Sherlocks foram inspirados no detetive criado pelo médico Sir Arthur Conan Doyle. Toda a genialidade do detetive tinha nascido da mente de Doyle e eu queria saber se ia me apaixonar por ele também.

O Mágico de Oz – L. Frank Baum

Existem narrativas que são impossíveis de ler sem que um filme passe na cabeça ou sem aquela voz de tia que conta história para as crianças dormirem. O mágico de OZ do L. Frank Baum é uma delas.

Dorothy vivia no Kansas com sua tia Em e o tio Henry quando um ciclone atingiu a região levando a menina e a casa para um lugar distante, diferente, encantador e cheio de surpresas, a Terra de OZ – onde reinava um poderoso mágico que ninguém jamais vira, mas todos respeitavam e admiravam.

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