Um café da manhã para você

A gente sempre fica esperando dos outros alguma demonstração de afeto e gentileza. E buscamos ser gentis porque acreditamos que “gentileza gera gentileza” e “o que vai, volta”, e ainda “não faça com os outros aquilo que não gostaria que fizessem com você”. São tantas expectativas e muitas delas atreladas ao outro.

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Querida Geraldine,

Você lembra dos conselhos que saíram na semana passada no “minuto de sabedoria”?

O primeiro foi: Faça tudo com amor.Continue lendo

Metrô Poesia

Formato Vídeo

Passei alguns anos da minha vida digital no Tumblr. Adorava aquele espaço onde tudo era/é poético, bonito, inspirador. E foi lá que encontrei uma frase do Manoel de Barros que mudou minha vida, sem exagero, e me tornou fã do poeta. O trecho era do poema As lições de R. Q. que diz assim:Continue lendo

Era Uma Vez Na Infância

Lá no reino das formigas…

Numa noite linda, no palácio da rainha,

todo iluminado, cheio de vagalumes.

Minha lista de leitura, até antes de entrar no universo acadêmico, se resumi a não mais que meia dúzia de livros da coleção Vaga-lume (eu sei; quis dar uma pista da minha idade – risos), Meu Pé de Laranja Lima, alguns gibis da Turma da Mônica e do Recruta Zero e Um Burrinho de Sorte. Este eu posso dizer que, de alguma (ou várias) maneira(s), marcou a minha vida. Talvez por ter sido o primeiro, que tenho lembrança. Talvez por ter vindo de muito longe. Talvez por ter sido presente de alguém – que de certa forma é – especial, ainda que nunca tenhamos nos conhecido pessoalmente. Talvez por trazer várias historinhas. Talvez, talvez, talvez…Continue lendo

Conexión… ¡Te quiero Argentina!

Determinar porque se está no lugar onde se encontra e fazendo as coisas que faz só deve ser fácil para aquele que sempre soube o que queria ser, se é que este ser humano existe.

(Manuel Diaz1)

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A finitude e imperfeição do ser humano se configuram na força motriz que o faz estar em constante situação de inquietação, buscas, descobertas… A priori, esse impulso/desejo visa tão somente satisfazer os anelos do nosso ego. Saciar os instintos primários. Enfrentar os medos. Transpor limites e barreiras… Desafiar o desafio… Transgredir!

É querer ir para aonde não nos é permitido ou simplesmente fazer o que é proibido – tal qual, quando por volta de pouco mais de um ano de idade, somos tentados a colocar o dedo nas tomadas.

Assim, viajar, ou correr mundo a fora – como se costuma dizer no popular –, torna-se um dos primeiros anseios de muitas pessoas. A busca pela sensação de liberdade. O gozo por desbravar o até então desconhecido. A adrenalina de ir além dos limites, sejam eles físico ou psíquico-emocional. Não importa a distância. O valor real está no que o ato em si simboliza.

Sonhador por natureza, sempre desejei transpor os limites geofísicos das minhas redomas. Às vezes como roteiro de fuga, física e/ou emocional; outras, tão somente pelo prazer das possibilidades, devaneios e aventuras. E como bom sonhador, desbravei mares e oceanos, realizei safáris e desfrutei de cada uma das maravilhas espalhadas no velho continente. E, de andarilho a executivo, vivi de quase tudo um pouco. Tudo o que a imaginação pudesse alcançar… Mas as Américas, apesar de tão próximas, ainda permaneciam sombreadas [e bloqueadas] no meu mapa de escoteiro desbravador.Continue lendo