Crônicas

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Seja sincero com você

Acredito que todo mundo, alguma vez na vida, teve medo de expor os sentimentos. De mandar aquela mensagem pro crush falando “quero você aqui agora” com medo de fazer papel de trouxa. De dizer “não” pra um grande amigo com medo de decepcioná-lo. Quantas coisas deixamos de fazer/dizer com medo da reação do outro e do mundo todo?

Um café da manhã para você

A gente sempre fica esperando dos outros alguma demonstração de afeto e gentileza. E buscamos ser gentis porque acreditamos que “gentileza gera gentileza” e “o que vai, volta”, e ainda “não faça com os outros aquilo que não gostaria que fizessem com você”. São tantas expectativas e muitas delas atreladas ao outro.

As bagagens da vida

Cada pessoa tem o que chamamos de bagagens da vida. São suas experiências, frustrações, alegrias, desejos, conquistas. E algumas pesam mais do que outras. A gente também costuma dizer que quando há qualquer tipo de relacionamento, devemos dividir os pesos da vida. Mas quais pesos? Se você entrou na vida da pessoa agora porque você deve se sentir responsável pelo peso da bagagem dela?

Metrô Poesia

Passei alguns anos da minha vida digital no Tumblr. Adorava aquele espaço onde tudo era/é poético, bonito, inspirador. E foi lá que encontrei uma frase do Manoel de Barros que mudou minha vida, sem exagero, e me tornou fã do poeta. O trecho era do poema As lições de R. Q. que diz assim:

Era Uma Vez Na Infância

Lá no reino das formigas…

Numa noite linda, no palácio da rainha,

todo iluminado, cheio de vagalumes.

Minha lista de leitura, até antes de entrar no universo acadêmico, se resumi a não mais que meia dúzia de livros da coleção Vaga-lume (eu sei; quis dar uma pista da minha idade – risos), Meu Pé de Laranja Lima, alguns gibis da Turma da Mônica e do Recruta Zero e Um Burrinho de Sorte. Este eu posso dizer que, de alguma (ou várias) maneira(s), marcou a minha vida. Talvez por ter sido o primeiro, que tenho lembrança. Talvez por ter vindo de muito longe. Talvez por ter sido presente de alguém – que de certa forma é – especial, ainda que nunca tenhamos nos conhecido pessoalmente. Talvez por trazer várias historinhas. Talvez, talvez, talvez…

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