“Agendar a vida”

Gosto sempre de ler algum livro de desenvolvimento pessoal. Muita gente deixa esse tipo de conteúdo de lado porque considera autoajuda e tem preconceito com a categoria. Mas, por experiência própria, sei que no meio de algumas receitas milagrosas há sempre aqueles livros que se destacam e trazem mensagens e dicas interessantes.Continue lendo

autocrítica feminista e bell hooks

Gloria Jean Watkins, mais conhecida como bell hooks, é uma importante teórica feminista e autora afro-americana. O pseudônimo é uma homenagem à avó materna e para justificar a grafia em minúsculo a escritora diz que o mais importante em meus livros é a substância e não quem sou eu”.Continue lendo

Me Indica Aí #1 – livro e filme do nordeste

Resolvi tirar da gaveta de ideias mais uma seção de conteúdo para meus canais, principalmente o Youtube e o Podcast.

“Me indica aí” é um quadro com indicações curtinhas mas bem boas de livros, filmes, séries, música, revistas e o que rolar.

Lembrando que tudo que eu indicar aqui, eu já vi, ouvi, ou li. E que meu olhar, minha análise, minha leitura, está mais relacionado com a mensagem que cada produção tem para nos passar do que com os detalhes técnicos.

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Mulheres no Cangaço

Quem era Maria, sem ser a Bonita, sem ser a personagem do imaginário popular?

Maria Bonita era/é um produto da indústria do entretenimento. Maria de Déa era uma mulher comum, nos anos 1920, que não seguiu o destino esperado por sua família e a sociedade do interior da Bahia. Ainda casada, se apaixonou por Virgulino Pereira, o Lampião, e foi viver com ele pelo sertão nordestino. Foi a primeira e única mulher que escolheu viver entre os cangaceiros. Todas as outras não tiveram a opção de escolha.

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É tempo de arrumar o guarda-roupa

Em um mundo acelerado como esse, em que 24 horas não são suficientes para riscar todos os itens da nossa lista de afazeres. Em que o tempo passa tão depressa que não dá nem para perceber o início das estações. A rotina atropela e a gente vai vivendo e acumulando coisas, pessoas, sentimentos.

Tem uma hora que a gente olha para o quarto e está lá um monte de roupa amontoada, bolsas reviradas, sapatos pelos cantos. Se isso te incomoda? Claro que sim. Mas cadê o tempo para arrumar? Entre responder um e-mail de um projeto novo e arrumar as roupas, você prefere responder o e-mail e ainda joga o casaco por cima da pilha de roupas.
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Leitura é o meu movimento

No início de dezembro, o Clube do Livro Alagoinhas, projeto de incentivo à leitura em Alagoinhas e região, realizou o I Escambo de Livros durante a Semana de Arte e Cultura do Litoral Norte e Agreste Baiano. A proposta é bem simples: trocar um livro por outro. Mas o significado dessa troca é enorme. E não existe apenas um. Continue lendo

Paixão pela possibilidade

Eu sigo alguns perfis nas redes sociais que incluo nas categorias motivação e inspiração. Geralmente são perfis voltados para espiritualidade e, claro, livros. Entre os perfis literários inspiradores tem o “Desculpe a poeira”, Instagram de um sebo que fica em São Paulo. Nunca fui lá, mas tenho muita vontade de ir e conhecer por conta da curadoria de citações que eles fazem diariamente nas redes sociais. Não sei dizer quem é o olhar por trás da curadoria, mas esse olhar é quase sempre certeiro, amigável, reconfortante, crítico e instigante.

Essa semana eles publicaram um trecho que está no livro “O princípio esperança”, de Ernst Bloch:

“Se eu pudesse desejar algo para mim, não desejaria riqueza nem poder, mas a paixão da possibilidade; desejaria apenas um olho, que eternamente jovem, ardesse de desejo de ver a possibilidade.”

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“Não existe isso no Brasil”

Em plena segunda-feira, após quatro horas de chá de espera, chamaram meu nome e entrei no consultório do cardiologista. Já estava meio tensa e curiosa para saber como andava o meu coração, que não é tão velho de guerra assim, mas já está um pouco cansado.

– Está tudo bem, dona Jeniffer. Não vejo nada demais aqui. Vamos cuidar da alimentação, tomar sol, tentar relaxar mais. Vou passar algumas vitaminas.
– Ah, que bom!
– E, como vai a crítica cultural? O que é mesmo que está pesquisando?

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Entre o ON e o OFF

Hoje acordei com a ideia de ter um day-off, ou seja, ia ficar longe das redes sociais, do celular, e me dedicar a outras atividades. A necessidade veio por conta de três fatores: meu Twitter continua monotemático (política); preciso dar conta de uma pilha de apostilas que está aqui do lado; e me questionei: tenho a necessidade de ficar compartilhando a cada hora minha vida nos stories do Instagram e de checar a vida dos outros a cada momento?Continue lendo