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Janeiro: é verão que fala, né?!

Nunca fui tão praieira como nesse último janeiro. Na verdade, eu não sou muito de sol&mar. Isso ficou na infância/adolescência em que eu passava os quase três meses de férias no Sítio do Conde. Voltava de lá mais que bronzeada, queimada do sol, e com o sotaque do povo. Bons tempos, muitas histórias para contar.

E foi justamente no Sítio do Conde que começou o meu 2018. Depois de quase cinco anos sem passar uma virada de ano por lá, resolvi relembrar os bons tempos. É bom voltar para um lugar que a gente sempre se sentiu bem. Não sou mais a mesma, as pessoas também não e nem o lugar. Tudo mudou, mas o sentimento de “ainda é meu lugar” faz renovar as energias.

Às vezes a gente tem a mania de “renegar” o passado, de dizer que o que passou, passou, mas é sempre bom olhar o passado para saber quem fomos lá naquele lugar e refletir sobre quem somos agora, e quem queremos ser mais adiante. O passado, seja um tempo, um lugar, ou alguém, é experiência. Aconteceu, não devemos negar, mas sim aprender com ele.

Então janeiro começou assim revisitando um dos melhores lugares da minha vida, me reconectando com o passado para poder planejar os meus novos dias, numa estação em que a gente coloca literalmente a cara no sol, os pés na areia, toma banho de mar e o primeiro mergulho do ano para que Iemanjá possa nos ajudar a lavar as mazelas do ano que passou.

É quando o sol é mais quente, mas é também onde a gente sai mais pra ver o mundo lá fora, para se divertir, é o mês que a maioria quer tirar férias. É um mês de conexão com o mundo, ao meu ver. É a estação que a gente se expõe mais, veste menos roupa, porque o calor está de matar! E assim deixa de lado pequenas neuras com o corpo, bobagens que nos impedem de aceitar quem somos e ser quem desejamos ser. É verão que fala, né?! Que sejamos mais verão, sempre que possível e desejarmos.

O que rolou em janeiro?

LITERATURA

Finalizei três livros: Hibisco Roxo (Chimamanda Ngozi Adichie), Belchior (Jotabê Medeiros), Um cheiro de amor (Maria Christina Lins do Rego Veras). Só não gostei do Um cheiro de amor. São contos que, sinceramente, não me tocaram em nenhum momento.

Li três contos espelhados do livro Uns e Outros: O fim de algo, Os desastres de Sofia, O colar. Até o momento, achei todos os contos apenas “ok”.

Li também 83 páginas da biografia de Frida para o projeto #LendoFridadeBoa. Que experiência maravilhosa é ler essa biografia.

NOTÍCIA ESPETACULAR DO MÊS: Agora sou parceira real/oficial do grupo Companhia das Letras! Fiquei super feliz com a notícia. Vai ter muito livro bom por aqui em 2018! 😀

FILMES

Vi três filmes: A liga da justiça (nunca vou superar o fato de que Grant Gustin não é o Flash do filme), Lady Bird (favorito) e A forma da água (favorito).

SÉRIES

Vi a segunda temporada da série As Telefonistas (sensacional). E a primeira temporada da maravilhosa La casa de papel.

VIDA

Os últimos dias de 2017 e os primeiros de 2018 no Sítio do Conde com a família

A viagem de férias para Jericoacoara e Fortaleza com mainha, tia Adri e a galera da BSTour
A 2ª edição do Clube do Livro Alagoinhas

(o livro do mês foi Hibisco Roxo, da Chimamanda)

 

FAVORITOS DO MÊS DE JANEIRO/2018

Confira os favoritos do mês nas categorias: livro, filme, série, música e momento, no vídeo lá no meu canal no YouTube.
 

 

Aviso: em breve, vou liberar minha opinião sobre os livros lidos, filmes e séries vistos, além de vídeos e fotos da viagem para Jeri e Fortaleza. 😀

 

Espalhe “Janeiro: é verão que fala, né?” por aí! 😉

Publicado em Crônicas Diário

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