Deixa ir…

Uma palavra que entrou recentemente pro meu vocabulário da vida foi “destralhar”, que significa, no geral, se desfazer de coisas (roupas, objetos, etc) que estão acumuladas em casa sem nenhum uso.

Se desfazer do que não nos serve mais é parar um tempo para avaliar onde estamos, como está tudo, e refletir se ainda faz sentido manter. E às vezes não conseguimos nem “parar um tempo”, imagine avaliar algo. Mas desacelerar é preciso. “Parar um tempo” é essencial, não só para destralhar coisas, como sentimentos, hábitos nocivos e até pessoas da vida.

Da nossa bagunça, quem entende é a gente mesmo. Vez ou outra, alguém chega e bagunça mais um pouco o que já está bagunçado, mas temos que lembrar sempre que é com a nossa permissão. Nada na vida acontece por acaso. O tudo, ou o nada só acontecem porque permitimos.

As más e boas escolhas são de nossa responsabilidade. Nunca vamos acertar 100% mas precisamos aceitar que é tudo responsabilidade nossa e, principalmente, se perdoar. Se perdoar por ser impulsivo demais, ou pouco sentimental, ou muito intenso, ou pouco proativo, ou muito desligado e todo o resto. Se perdoar é se reconhecer.

Não vale a pena se apegar aos erros, assim como não vale insistir em algo ou alguém que não é no momento aquilo que você deseja/precisa na sua vida.

Deixa ir para que você possa ficar. Inteiro.

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