Crônicas

Te ver remar

Numa noite fria de Salvador, quase madrugada, após ler mais algumas páginas sobre Vadinho, um dos maridos de Dona Flor, senti a necessidade de fazer uma leitura mais leve e simples. Não que Dona Flor fosse um livro pesado, mas eu já estava ficando um pouco confusa com tantos personagens e a história ainda nem estava na metade.

Coragem

Hoje eu quero falar sobre coragem.
Esse substantivo feminino que se torna verbo quando precisamos colocá-lo em prática. Porque pra ter coragem ou ser corajoso é preciso dar um passo, tomar uma atitude. Sair do campo da ideia e partir pra ação.

É tempo de arrumar o guarda-roupa

Em um mundo acelerado como esse, em que 24 horas não são suficientes para riscar todos os itens da nossa lista de afazeres. Em que o tempo passa tão depressa que não dá nem para perceber o início das estações. A rotina atropela e a gente vai vivendo e acumulando coisas, pessoas, sentimentos.

Tem uma hora que a gente olha para o quarto e está lá um monte de roupa amontoada, bolsas reviradas, sapatos pelos cantos. Se isso te incomoda? Claro que sim. Mas cadê o tempo para arrumar? Entre responder um email de um projeto novo e arrumar as roupas, você prefere responder o e-mail e ainda joga o casaco por cima da pilha de roupas.

E tudo vai se amontoando. Suas coisas. Sua vida. Você.

A gente empurra tudo para dentro do guarda-roupa e fecha a porta. Desde que ninguém a abra, tudo vai estar perfeitamente no lugar.

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