eliane brum

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Meus Desacontecimentos – Eliane Brum

Eu sou uma pessoa de poucas palavras ditas, gosto das escritas. Isso me faz ser uma boa ouvinte e eu gosto de ouvir/ler o que as pessoas têm a dizer, principalmente sobre os acontecimentos das suas vidas. Em especial aqueles que me deixam mais ainda sem palavras. Aquele papo que ao final eu vou soltar algo do tipo: nossa, nem sei o que dizer! Eu li o novo livro da jornalista Eliane Brum, “Meus desacontecimentos – a história da minha vida com palavras” (Editora Leya, 144 páginas), e foi exatamente esse o meu pensamento ao terminá-lo.

Às vezes me perguntam o que aconteceria comigo se não existisse a palavra escrita. Eu respondo: teria me assassinado, consciente ou não de que estava me matando. É uma resposta dramática, e eu sou dramática. O que tento dizer é que, se não pudesse rasgar o papel com a caneta, ainda que numa tela digital, eu possivelmente rasgaria o meu corpo. E, em algum momento, o rasgaria demais. – pag 17

As cores da escravidão – Ieda de Oliveira

Ieda de Oliveira é escritora, compositora e especialista em Literatura Infantojuvenil, com vários livros publicados sobre o tema no Brasil e exterior.

As cores da escravidão (96 páginas, Editora FTD), lançado em 2013, esteve entre os 10 indicados na categoria Juvenil do Prêmio Jabuti 2014. Além de ter o selo Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e fazer parte do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) do governo federal.

O livro conta a história de Tonho que sonhava em ter uma vida melhor. A avó Tonha contava histórias para o garoto e uma delas era sobre o Gato de Botas. Um dia, surgiu no bairro onde eles moravam o Gato Barbosa – homem que recrutava trabalhadores para empreitadas. Tonho, inocente, acredita que aquela é a chance de mudar de vida. E acaba seguindo viagem com o Gato e seu amigo João.

Laerte-se

Laerte-se é o primeiro documentário brasileiro da Netflix. Dirigido por Eliane Brum e Lygia Barbosa da Silva, o filme conta como foi (e ainda está sendo) o processo de transformação e autoaceitação da cartunista Laerte como uma mulher transgênero.

Enquanto faz reforma na casa e decide se coloca ou não implante nos seios, Laerte vai contando de forma sincera e bem-humorada sobre esse processo íntimo e libertador que é se aceitar e se mostrar ao mundo de verdade. E apesar de não gostar de ser objeto de pesquisa e foco de atenção, a cartunista não deixa de expor para as câmeras algumas de suas verdades e medos.

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