Me ajude a fazer o BEDA 2016!
As bagagens da vida
Livros para Maratona Literária de Inverno #MLI2016

Me ajude a fazer o BEDA 2016!

Na semana passada, quando estava fazendo um tour pelos blogs – sim, sempre faço. Gosto mais que canais do YouTube -, encontrei um post no Apto 401 sobre o BEDA 2016, blog every day in august, ou post todo dia no mês de agosto (ou abril). São 31 dias de publicações. 31 pautas. 31 posts. Sei lá quantas palavras e quantas fotos (ou vídeos). Trabalho duro! Mas para quem curte blog, de vez em quando, bate uma vontade de fazer uma loucura dessa.

As bagagens da vida

Cada pessoa tem o que chamamos de bagagens da vida. São suas experiências, frustrações, alegrias, desejos, conquistas. E algumas pesam mais do que outras. A gente também costuma dizer que quando há qualquer tipo de relacionamento, devemos dividir os pesos da vida. Mas quais pesos? Se você entrou na vida da pessoa agora porque você deve se sentir responsável pelo peso da bagagem dela?

Músicas brasileiras contemporâneas sobre amores etc

1.Terapia (BaianaSystem) / 2. Passarinhos (Emicida e Vanessa da Mata) / 3. Alma Sebosa (Johnny Hooker) / 4. Impossível acreditar que perdi você (Mariene de Castro) / 5. Zero (Liniker e os Caramelows) / 6. O que falta em você sou eu (Marília Mendonça) / 7. Amei te ver (Tiago Iorc) / 8. Desperdiçou (Sandy) / 9. Meu papo é reto (Monique Kessous e Ney Matogrosso) / 10. Felicidade (Marcelo Jeneci)

Livros para Maratona Literária de Inverno #MLI2016

Alok resolveu participar da Maratona Literária de Inverno criada pelo Victor Almeida, do Geek Freak, que começou no dia 3 e vai até 30 de julho. O Victor escolheu um tema para cada semana do mês: encalhados na estante, hype, outros mundos e diversidade. Eu não vou seguir totalmente os temas mas vou aproveitar a empolgação do pessoal para tentar ler mais, que é o objetivo principal da maratona.

Sessão Feminista #1

Desde que me envolvi com o projeto Leia Mulheres, me declarei feminista. Sempre tive alguns comportamentos e ideias que não eram vistos como “coisa de mulher”. Então ouvia e aceitava aquelas falas  “parece um homem”, “bebe como homem”, “sente como uma moça”, etc.  Agora sei que não são coisas de homem. São as minhas coisas. O meu jeitinho de ser mulher. E que ó, está tudo bem. Tenho o direito de ser do jeito que quiser, de fazer minhas escolhas e de viver com elas. Milhares de mulheres lutaram e ainda lutam para que nós sejamos donas dos nossos corpos e das nossas vidas. 

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